sexta-feira, 24 de março de 2017

Discopraise - Ouvir o Teu Falar

quinta-feira, 9 de março de 2017



Meu parceiro não muda!
A pergunta é: E você, já mudou?
Assista:

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A regeneração necessariamente precede a conversão?

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A resposta a essa pergunta é “sim”, mas antes de explicar o porquê de ser assim, os termos “regeneração” e “conversão” precisam ser brevemente explanados.
Regeneração significa que alguém nasceu de novo ou nasceu do alto (João 3.3, 5, 7, 8). O novo nascimento é a obra de Deus, de tal modo que todo aquele que é nascido de novo é “nascido do Espírito” (João 3.8). Ou, como diz 1 Pedro 1.3, é Deus quem “segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança”. O meio que Deus usa para conceder essa nova vida é o evangelho, pois os crentes foram “regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1 Pedro 1.23; cf. Tiago 1.18). A regeneração ou o nascer de novo é um nascimento sobrenatural. Assim como não podemos fazer nada para nascermos fisicamente – isso simplesmente acontece conosco! – assim também não podemos fazer nada para causar o nosso renascimento espiritual.
A conversão ocorre quando pecadores voltam-se para Deus em arrependimento e fé para salvação. Paulo descreve a conversão dos tessalonicenses em 1 Tessalonicenses 1.9: “pois eles mesmos, no tocante a nós, proclamam que repercussão teve o nosso ingresso no vosso meio, e como, deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro”.  Os pecadores são convertidos quando se arrependem de seus pecados e voltam-se, em fé, para Jesus Cristo, confiando nele para o perdão de seus pecados no Dia do Juízo.
Paulo argumenta que os descrentes estão mortos em “delitos e pecados” (Efésios 2.1; cf. 2.5). Eles estão sob o domínio do mundo, da carne e do diabo (Efésios 2.2-3). Todos nascem nesse mundo como filhos ou filhas de Adão (Romanos 5.12-19). Portanto, todas as pessoas entram nesse mundo como escravas do pecado (Romanos 6.6, 17, 20). A vontade delas está em escravidão ao pecado e, portanto, elas não têm inclinação alguma ou desejo algum de fazer o que é certo ou de se converter a Jesus Cristo. Deus, contudo, por conta de sua maravilhosa graça, “nos deu vida juntamente com Cristo” (Efésios 2.5). Essa é a forma de Paulo dizer que Deus regenerou seu povo (cf. Tito 3.5). Ele soprou vida em nós onde não havia nenhuma antes, e o resultado dessa nova vida é a fé, pois a fé também é “dom de Deus” (Efésios 2.8).
Muitos textos de 1 João demonstram que a regeneração precede a fé. Os textos são os que seguem: “Se sabeis que ele é justo, reconhecei também que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele” (1 João 2.29). “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (1 João 3.9). “Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1 João 4.7). “Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido” (1 João 5.1).
Nós podemos fazer duas observações a partir desses textos. Primeiro, cada ocorrência do verbo “nascer” (gennaô) está no tempo verbal perfeito, que denota uma ação que precede as ações humanas de praticar a justiça, evitar o pecado, amar a Deus ou crer nele.
Segundo, nenhum evangélico diria que antes de termos nascido de novo teríamos que ter praticado a justiça, pois tal visão ensinaria a justificação por obras. Nem diríamos que primeiro nós evitamos o pecado e, então, nós nascemos de Deus, pois tal visão sugeriria que as obras humanas nos fazem nascer de Deus. Nem diríamos que primeiro nós mostramos um grande amor a Deus e, então, ele nos faz nascer de novo. Certamente que não. Está claro que praticar a justiça, evitar o pecado e amar a Deus são consequências ou resultados do novo nascimento. Mas, se esse é o caso, então temos que interpretar 1 João 5.1 da mesma forma, pois a estrutura do versículo é a mesma que encontramos nos textos sobre praticar a justiça (1 João 2.29), evitar o pecado (1 João 3.9) e amar a Deus (1 João 4.7). Segue-se, então, que 1 João 5.1 ensina que primeiro Deus nos concede uma nova vida e, então, nós cremos que Jesus é o Cristo.
Nós vemos essa mesma verdade em Atos 16.14. Primeiro Deus abre o coração de Lídia e a consequência é que ela passa a prestar atenção e crê na mensagem proclamada por Paulo. Semelhantemente, ninguém pode ir a Jesus em fé a não ser que Deus trabalhe em seu coração e o atraia à fé em Cristo (João 6.44). Mas todos esses que o Pai atraiu e deu ao Filho irão certamente colocar sua fé em Jesus (João 6.37).
Deus nos regenera e, então, nós cremos. Portanto, a regeneração precede a nossa conversão. Assim, nós damos toda glória a Deus pela nossa conversão, pois o nosso voltar-se para ele é inteiramente obra da sua graça.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Os Miseráveis – Romances seculares que recomendamos [9]


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Nota do tradutor: o presente artigo não é exatamente uma recomendação – como os outros da série –, mas uma análise de um ponto aspecto específico do romance. À guisa de leitura complementar, leia o texto O Talento de Victor Hugo, de John Piper, que publiquei na plataforma Medium (link aqui).
Os Miseráveis, de Victor Hugo, ainda é tema de discussão, e por uma boa razão.
Os cristãos, em especial, têm celebrado corretamente o retrato da beleza da misericórdia e da graça nessa comovente estória de mais de 150 anos de idade. A maioria das análises teológicas tem contrastado Javert, o inspetor obcecado pela lei, com Valjean, o ladrão transformado pela graça.
Embora muito dessas análises tenha sido de uma precisão absoluta, é importante que uma realidade bíblica e teológica não se perca. Permita-me colocar deste modo: muitos consideram Javert como um legalista consumado, a personificação de uma preocupação obstinada com a perfeita obediência à Lei justa de Deus. O problema é este: ele não é.

Que lei?

Sem dúvidas, Javert é um legalista de cabo a rabo. Mas a lei que modela a sua obsessão não é a Lei de Deus, a Lei de Moisés ou a Lei de Cristo. É lei, certamente, mas a lei francesa do século 19, coberta com uma camada de religiosidade, mas abrigando apenas uma semelhança passageira com algo bíblico.
O apóstolo Paulo diz que a Lei é santa, justa e boa (Romanos 7.12). Mas não há nada de santo em condenar um homem faminto a cindo anos de prisão por ele ter roubado um pão. Não há nada de justo em estigmatizar esse homem como um bandido perigoso pelo resto de sua vida. Não há nada de bom em uma lei (ou homem da lei) obcecada em capturar um ex-ladrão em liberdade condicional enquanto tolera criminosos tenazes como os Thenardiers.
A lei que Javert ama é uma rede burocrática que enreda o pobre e privilegia o rico. A sociedade que Javert defende oprime viúvas e órfãos, impelindo-os à prostituição e ao roubo como um meio de sobrevivência. A lei de Javert privilegia o depoimento do abastado em detrimento do depoimento de uma mulher trêmula e indefesa (ao mesmo tempo que os poderosos buscam saciar a luxúria deles na parte ralé da cidade). A lei de Javert destina o pobre a uma vida que é vexatória, animalesca e (no caso de Fantine) misericordiosamente curta.

A sedução sutil na estória de Hugo

Para que essa condenação da classe dominante em Os Miseráveis não seja tomada como um endosso aos “homens furiosos” e sua ideologia revolucionária, deixe-me dizer que considero a glorificação da violência revolucionária como uma das seduções mais centrais e sutis do livro de Hugo, algo que os cristãos perspicazes reconhecerão e rejeitarão.
Os Miseráveis romantiza a Revolução e o radicalismo utópico em que ele surfou: a divinização do “Povo”, a glorificação da “barricada”, a obsessão em derrocar o passado e recriar o mundo. Os “homens furiosos” chegam ao “céu” por meio de seu sangue e martírio pela Causa e pelo “Povo”, mas os verdadeiros “homens furiosos” (ou, antes, seus predecessores em 1789) nos legaram a guilhotina e o Templo da Razão em sua jornada pela “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. O regime antigo era medonho, mas os revolucionários foram comprovadamente piores.

O que Jesus diz a Javert

Diferenciar o legalismo de Javert da lei bíblica é mais do que um interesse meramente semântico. Ele pode matizar o modo como nós, como cristãos, lemos o Antigo Testamento. Pode perpetuar a ideia de que as tentativas de obedecer fielmente à Lei de Deus são problemáticas e imperfeitas desde o início, quando tais esforços são de fato dignos e recomendáveis, desde que feitos com base na fé em Jesus e a partir da certeza de que já fomos aceitos por Deus.
Considere desta forma: se Jesus (ou Moisés) viesse a Javert, ele não o condenaria por suas tentativas meticulosas de guardar a Lei de Deus; ele o condenaria por negligenciar a Lei de Deus, especialmente seus tópicos mais importantes: misericórdia, justiça e fé (Mateus 23.23). Em outras palavras, Javert seria condenado como um fariseu, pois é exatamente isso o que ele é.
Mas não nos esqueçamos do cerne da condenação de Jesus aos fariseus. Ele os condena porque transgredem a lei (Mateus 23.2-3), por suas tradições humanas que sobrepujam a Lei de Deus (Mateus 15.3-7), por seu amor ao dinheiro (Lucas 16.14), por oprimirem o pobre e o vulnerável (Mateus 23.14), por não apreciarem a Lei o bastante (pois se o fizessem, reconheceriam Jesus como o seu cumprimento).
E não nos esqueçamos que é Jesus que radicaliza a questão da obediência no Sermão do Monte, chamando de “pecado” aquilo que os supostos “guardiões” teriam desculpado (luxúria, ira, juramento). Tudo isso quer dizer, em se tratando de Os Miseráveis, que não vamos equiparar a obediência de Javert com a obediência à Lei de Deus ou à obediência cristã (em contraste com a graça e a misericórdia cristãs).  Na verdade, se pensarmos biblicamente, Valjean é o verdadeiro guardião da lei, que defende os tópicos mais importantes, protege o vulnerável, o pobre e o oprimido, e guarda os Grandes Mandamentos (amor a Deus e ao próximo) porque ele foi comprado pela graça de Deus (nos objetos de prata do bispo).

Os Miseráveis na Escola Dominical

Não estou dizendo que Os Miseráveis não comunica a beleza da misericórdia. Ele certamente o faz – e o faz de forma espetacular. Também não estou dizendo que Javert não é um exemplo de tudo que está errado com a humanidade. Na verdade, esta análise mostra apenas quão difuso é o pendor humano em estabelecer leis falsas. Quer sejam as tradições dos fariseus, a jactância etnocêntrica na lei dos judaizantes, as minúcias burocráticas de Javert, a escrupulosidade excessiva dos fundamentalistas ou os crimes de ódio dos progressistas, os seres humanos adoram quebrar a Lei de Deus erigindo as suas próprias. Somos rebeldes, e isso é o que fazemos.
Portanto, sim, use Os Miseráveis como uma ilustração na Escola Dominical. Apresente-o como uma forma de iniciar um diálogo evangélico com um colega de trabalho. Mas, na medida em que você o fizer, esteja atento ao que você está fazendo. Não equipare Javert com a Lei como Deus tencionou. Ao contrário, tente isto como um exercício: critique Javert e a sociedade que ele representa com base apenas no Antigo Testamento. Limite-se, quem sabe, até mesmo ao Pentateuco.
Lembre-se de que o Deus de toda graça, o Deus de espantosa misericórdia, o Deus dos pecadores redimidos revela-se não apenas em Mateus e Romanos, mas também em Levítico e Deuteronômio. Lembre-se de que “o mundo que ansiamos ver” é um mundo no qual andamos de acordo com o Espírito e, assim, o preceito da lei se cumpre em nós (Romanos 8.4). Lembre-se de que provavelmente seria Valjean, não Javert, que ecoaria o cântico de Davi no Salmo 119: “Oh, como amo a tua Lei!”.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Essa é a imagem aérea de um dos círculos de casas que formam nossas vilas! Encantador, sim? As casas em qualquer uma das 3 vilas Watoto estão posicionadas em círculos com oito casas e oferecem toda a estrutura essencial de um lar. As vilas abrigam aproximadamente 3 mil crianças que foram abandonadas ou se tornaram órfãs por alguma fatalidade ocorrida em suas vidas. Lá, nesse lindo lugar, elas são providas de tudo aquilo que merecem: o cuidado de uma mãe amorosa, o aconchego de um lar, uma família, o alimento diário, educação, apoio espiritual e emocional, além de receberem atendimento médico quando necessário.
Isso tudo não seria possível sem o seu apoio! Faça parte dessa história, tornando-se um parceiro ou padrinho Watoto! O cadastro é realizado no site www.watoto.com.br. #watotovillages #watoto



CORAL WATOTO E A VILA DAS CRIANÇAS NA ÁFRICA

Solange Nolan


Coral de Crianças Watoto viaja internacionalmente desde 1994 em favor da causa de cerca de 50 milhões de crianças africanas órfãs em resultado de AIDS, guerra, pobreza e doenças.Viajando por diferentes regiões brasileiras, as apresentações do Coral Watoto no Brasil sempre "encantam" com a beleza das crianças, suas músicas, cores, danças e principalmente, por suas histórias de superação possibilitadas pela ação da Igreja de Watoto.
Acompanhado por uma equipe de adultos, o coral apresenta a visão e a missão de Watoto. Os corais Watoto atuam como embaixadores para chamar a atenção para a condição das crianças órfãs e vulneráveis da África.
O Instituto Jetro entrevistou a representante do Watoto Internacional, Solange Nolan.

Solange Nolan frequenta a Igreja Watoto em Uganda é Communications Team Leader - Watoto International (Líder da Equipe de Comunicação do Watoto Internacional). Confira o site da Watoto Brasil pelo www.watoto.com/brasil. 
 
Coral Watoto
Em poucas palavras, conte-nos como a Igreja de Watoto começou e o significado do nome "Watoto".
SOLANGE -
 Em 1982, Gary mudou sua jovem família para Uganda - um país famoso por sua violência e pobreza. Eles implantaram uma igreja em Kampala, a capital destruída de Uganda e acreditava que DEUS usaria essa Igreja para restaurar a esperança da cidade e da nação, cujo fornecimento estava ficando desesperadamente pouco. O povo de Uganda suportou tanta coisa - corrupção e governantes opressivos travaram guerras cruéis contra o povo, e quando eles terminaram com a matança, quase um milhão estavam mortos. Antes de Gary iniciar a Igreja em 1983 (oficialmente estabelecida em 1984), ele passou um tempo vivendo em Uganda, visitando Igrejas, vendo as necessidades da cidade, do país e de seu povo. Ele descobriu que a Igreja estava dividida e que as necessidades da comunidade não eram atendidas. Sectarismo e tribalismo eram o cancer da nação. Gary achou que o ingles e a prática do verdadeiro Pentecostalismo seriam um fator para a unificação.
Isso confirmou mais uma vez a mensagem que DEUS tinha dado a ele antes de se mudar: "vá plantar uma Igreja de língua inglesa no centro de Kampala, Uganda. Uma igreja que seja viva, não tradicional; conservadora, não morta. Você vai suar, derramar lágrimas. Mas se você for fiel, Eu te honrarei e, através da igreja, Eu tocarei a cidade... Eu tocarei a nação."
Com essa chamada, a Igreja Watoto foi estabelecida no dia 22 de Abril de 1984 na suite Cristal do Hotel Grand Imperial no centro de Kampala, Uganda.
Watoto significa "as crianças" em Swahili, mas para o mundo que cresceu para conhecer e amar o ministério, para as multidões de crianças e mulheres que tem sido resgatadas e levantadas por ele, para além de Uganda e o continente Africano que tem sido fortalecido através dele, o nome é sinônimo do verdadeiro significado do que a Igreja pretende ser - cuidado com o homem inteiro (corpo, alma e espírito).
A Igreja Watoto é relacional, não apenas teológica. É uma igreja que se levanta e captura o chamado de um Salvador para ser o Sal da Terra e a Luz do mundo, trazendo esperança para uma comunidade devastada.
Que tipos de trabalhos são realizados pelo Minisério Watoto de Cuidado Infantil e quais são os resultados desses trabalhos? Watoto não é um orfanato tradicional. Conte-nos sobre como as crianças vivem na Aldeia das Crianças de Watoto.
SOLANGE -
  Watoto não é um orfanato no senso tradicional mesmo. Verdadeiros lares são construídos para atender as crianças que perderam suas famílias ou estão vulneráveis por muitos motivos. Cada família de Watoto consiste em uma mãe social que toma conta de até 8 crianças (de 2 anos para cima). Os lares são construídos em forma de pequenas e vibrantes comunidades, conhecidas como Vilas. Cada Vila contém uma creche, uma pré-escola, uma escola primária, uma escola secundária, água potável, clínica médica e uma sala com multi propósitos, podendo ser usada como igreja ou centro comunitário. A Vila oferece espaços externos seguros com uma bela vegetação e muito espaço. Atualmente, Watoto opera 3 Vilas em Uganda - 2 em Kampala e 1 em Gulu, norte de Uganda, que cuidam de quase 3000 crianças (dados de Abril/2013).
Entre essas crianças, estão uma série de bebês. Existem muitos bebês na África que foram abandonados ou deixados vulneráveis por motivos de Guerra, pobreza, falta de educação e a crise do HIV/AIDS. Quase todos eles não chegam ao 5º aniversário porque seus parentes mais próximos não conseguem prover muitos dos cuidados necessários e atenção médica.
Watoto Baby foi iniciada para fornecer cuidados intensivos para bebês carentes de 0 a 2 anos, dando a eles o melhor co  Título do artigo: Coral Watoto e a Vila das Crianças na África

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Obediente
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Sei a importância que esta palavra tem para uma mãe. Quando me ponho a pensar no meu adjetivo predileto, creio que este estaria no topo da lista. Qualquer mãe estaria cheia de orgulho ao escutar – “Como seu filho é obediente!”
Quero aqui deixar claro que entre o “ser obediente” e o “estar obedecendo” existe uma longa distância e uma enorme diferença. É justamente por não entenderem esta diversidade de estados de ânimo que nossos filhos podem apresentar, principalmente quando têm o interesse de agradar, esperando algum benefício em troca, que muitos pais acabam cegos ao verdadeiro caráter de seus filhos, só acordam quando a situação já está fora de controle.
É importante ter uma consciência real de quem são nossos filhos, e que isto esteja acima das expectativas que temos deles, e do enorme desejo de vê-los como uma continuação de nossas próprias vidas, e que jamais cometerão os erros que tanto nos fizeram sofrer.
Olhando desde esta perspectiva realista, e detectando as falhas de caráter, ficará bem mais fácil saber como exercer sua autoridade, justamente nesses pontos falhos onde mais precisarão de ajuda.
E o que a obediência tem a ver com tudo isso? É simples, aqui me explico: obedecer vai além de cumprir uma ordem dada – o que eu descreveria mais como “controle remoto de voz” – já que isso, com o perdão da comparação, até mesmo uma animal treinado faz.
A obediência vai além, porque está intimamente ligada ao respeito, a honra, a humildade, a fidelidade, a disciplina – e isso vai além de um arrebato momentâneo.
O que tenho aprendido todos os dias é que nem tudo que tanto me empenho a ensinar terá uma resposta imediata, e não posso me desanimar por causa disso. Pode ser que os exemplos que busco dar diariamente, minha filha só aplicará daqui alguns anos. Provavelmente eu nem sequer estarei presente quando ela busque e encontre dentro dela algo que ela nem sabia que existe, mais que foi “plantado” dentro dela a muitos anos atrás, em algo que ela viu, ou em algo que escutou…
O nosso papel vai além do hoje, e é sim questão de fé, de certeza, saber que não necessitamos receber nada em troca, para seguir entregando-nos diariamente – e aqui entra outra palavra que resume o que essa entrega significa – Amor.
What a Day!
Estamos na época do “Ah que Dia!”
Aqui vai a letra da música em inglês e o vídeo…
Here I am Oh my Lord
There’s so much I want to say
When I think about that day
Nothing ever satisfied
Empty poems of the heart
Fruitless searching of my soul
Nothing inside
What a day! Oh my Lord
What a day! My Savior God
What a way to find true love!
When I knew You understood
All my failures You forgave
There’s no way I could repay
All I have is at Your feet
Sacrifice of sincerity
No more words are left to say
Oh what a day!
What a day! Oh my Lord
What a day! My Savior God
The day when I found
My truest love!
What a day! Oh my Lord
What a day! My Savior God
Oh the day when I found
My truest love!

TRADUÇÃO
Que dia!
Estamos na época do "Ah que Dia!"
Aqui vai uma letra da música em inglês e o vídeo ...
Aqui estou eu, meu senhor
Há tanta coisa que eu quero dizer
Quando penso nesse dia
Nada nunca satisfeito
Poemas vazios do coração
Busca infrutífera de minha alma
Nada dentro
Que dia! Oh meu Deus
Que dia! Meu Deus Salvador
Que maneira de encontrar o verdadeiro amor!
Quando eu soube, você entendeu
Todas as minhas falhas Você perdoou
Não há como eu poderia pagar
Tudo o que tenho é a seus pés
Sacrifício de sinceridade
Não há mais palavras para dizer
Oh, que dia!
Que dia! Oh meu Deus
Que dia! Meu Deus Salvador
O dia em que eu encontrei
Meu verdadeiro amor!
Que dia! Oh meu Deus
Que dia! Meu Deus Salvador
Oh, o dia em que eu encontrei
Meu verdadeiro amor!

Blog do Bispo Macedo
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

AS COISAS NEM SEMPRE SÃO O QUE PARECEM


Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa. À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que?, o Anjo mais velho respondeu:
 "As coisas nem sempre são o que parecem". 

Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: "como você permitiu que isto acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou"; o Anjo mais jovem o acusava. "A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse".

"As coisas nem sempre são o que parecem," respondeu o anjo mais velho. "Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria."

"Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor. E eu lhe dei a vaca em seu lugar. 
As coisas nem sempre são como parecem."

Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Se você tiver fé, somente necessita confiar que sejam quais forem as coisas que aconteçam, sempre serão uma vantagem para você. E talvez você venha a compreender isto só um pouco mais tarde…

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Maranata! Ora, Vem Senhor Jesus (Apocalipse 22:20)



Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente, venho sem demora. Amém! Vem, Senhor Jesus!
Apocalipse 22:20
Trago nesse Post a tradução de um breve texto de Max Wilcox (retirado do aclamado: Anchor Bible Dictionary) explicando o que significa a palavra "Maranata". Essa palavra representa o desejo mais profundo da alma cristã, e que, portanto, ela represente a atmosfera na qual você respira: a atmosfera da certeza de que Jesus Cristo em breve Voltará!!!
Para ter acesso ao texto, clique em "Mais informações" logo abaixo
Maranata!!!
Max Wilcox
A sentença “Maranata” aparece em 1 Cor 16:22 e em Didache 10:6, em ambos os casos em contextos litúrgicos. Essa não é uma palavra ou frase grega, nem hebraica, mas é antes uma transliteração em letras gregas de uma frase em aramaico. Por detrás do texto grego estão as palavras aramaicas mar (“Senhor”) e uma forma do verbo ˒ătā˒(“vir”). A questão essencial levantada por essa expressão, porém, é a segmentação correta da expressão (ou seja, como maranatha ou comomarana tha), seu significado, e o dialeto aramaico específico que ela representa.
            A sentença maran atha poderia significar tanto “Nosso Senhor tem vindo,” ou talvez (caso atha seja interpretado como particípio) “Nosso Senhor está vindo” (possivelmente, “virá”). A divisão da palavra marana tha seria por contraste “Nosso Senhor, venha!” (thasendo imperativo). A segmentação apropriada da expressão é, portanto, essencial para sua interpretação apropriada, e isso por sua vez depende de uma correta determinação do dialeto aramaico que essa expressão representa.
            O contexto da expressão tanto no NT quando na didache é em uma fórmula. O uso de Paulo está ligado a uma maldição: “Se alguém não ama o Senhor, seja anátema. Maranata!” (1 Cor. 16:22). Na didacheo contexto é eucarístico: “deixa a graça vir e esse mundo passar. Hosana ao Deus de Davi. Se alguém é santo deixe-o vir; caso ele não seja que ele se arrependa. Maranatha. Amém” (Didache 10:6). A perspectiva é claramente escatológica. O mesmo tipo de perspectiva aparece também em 1 Cor. 11:23-26, uma seção eucarística que inclui a prescrição “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.” (1 Cor. 11:26) [ênfase suprida]; ver Kuhn TDNT 4:471). Isso aponta para o significado “Nosso Senhor, Venha!” Apocalipse 22:20 de fato carrega tal sentido: “Amém, Vem, Senhor Jesus!”

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

NÃO TENHAS SOBRE TI (MILAD)

Pra cima Brasil - João Alexandre

E quando você estiver fraco encontre a presença do Senhor, Ele vai te trazer alegria e força, na verdade você será renovado nas áreas que você está fraco. Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio. – 2 Tm 1:7 - A expressão “diga o fraco eu sou forte” significa que a nossa força vem de Deus, não de nós. Nós somos fracos, mas Deus é forte e habita em nós. Deus usa pessoas fracas para fazer coisas grandes, para mostrar que Ele está no controle.

Geraldo Guimarães - Deus Acima De Tudo (Clipe Oficial MK Music em HD)

Efésios 6 | Anderson Freire

POR TODA MINHA VIDA O SENHOR TE LOUVAREI