terça-feira, 15 de abril de 2014

Rachel Sheherazade diz que PSOL e PCdoB “chantagearam SBT”

rachel
A jornalista Rachel Scheherazade continua rebatendo as críticas feitas a ela por conta de sua postura firme na defesa de seu direito a dizer o que pensa na bancada do telejornal SBT Brasil.
Conhecida por seus comentários de personalidade forte, Rachel negou que tenha sido afastada de suas funções e diz estar sendo perseguida por ter dito que compreendia o desespero dos cidadãos que tentam fazer justiça com as próprias mãos em situações que o Estado está ausente.
Numa entrevista à Folha de S. Paulo, Rachel afirmou que partidos de esquerda estão pressionando a emissora através dos meios políticos para que ela não volte a opinar no telejornal.
“Há uma pressão política muito forte para que eu seja calada. PSOL e PCdoB entraram com representações contra meu direito de opinião e tentam cercear minha liberdade de expressão, chantageando a emissora onde trabalho”, disse a jornalista, que é evangélica.
Segundo Rachel, “é clara a tentativa de censura por meio de intimidação”. A jornalista cita o exemplo da deputada Jandira Feghali (PCdoB), que chegou solicitar o corte de verbas publicitárias para o SBT, “e até a pedir a perda de concessão da emissora”.
Scheherazade conclui dizendo que é incompreensível que políticos, que dependem da democracia, queiram cercear direitos individuais: “Não é possível que, em plena democracia, a mordaça prevaleça sobre a liberdade de expressão”.
Fonte: Gospel Mais

sexta-feira, 11 de abril de 2014


Será que Deus está agora do lado da Rússia?

Pat Buchanan: Putin está plantando bandeira firmemente do lado do Cristianismo tradicional

Patrick J. Buchanan
Ao defender a atitude da Rússia de anexar a Crimeia, Vladimir Putin, mesmo antes de começar a mostrar a lista das batalhas em que sangue russo havia sido derramado em solo crimeio, falou de uma ligação mais antiga e profunda.
Pat Buchanan: colunista do WND e ex-assessor do presidente Ronald Reagan
A Crimeia, disse Putin, “é o lugar dos antigos quersonesos, onde o príncipe Vladimir foi batizado. O corajoso ato dele adotar o Cristianismo ortodoxo predeterminou a base geral da cultura, civilização e valores humanos que unem os povos da Rússia, Ucrânia e Bielorrússia.”
A Rússia é um país cristão, Putin estava dizendo.
Esse discurso nos faz lembrar o discurso de dezembro passado em que o ex-diretor da KGB falou de uma Rússia assumindo uma posição contra um Ocidente decadente:
“Muitos países euro-atlânticos se afastaram de suas raízes, inclusive valores cristãos. Querem políticas que colocam no mesmo nível uma família de vários filhos e uma parceria homossexual, uma fé em Deus e uma crença em Satanás. Essa é a rota para a decadência.”
Você ouviu algum líder ocidental (por exemplo, Barack Obama) falar desse jeito recentemente?
Culpando os “bolcheviques” que entregaram a Crimeia à Ucrânia, Putin declarou: “Que Deus os julgue.”
O que está acontecendo aqui?
Com o marxismo-leninismo uma fé morta, Putin está dizendo que a nova luta ideológica é entre um Ocidente depravado liderado pelos Estados Unidos e um mundo tradicionalista que a Rússia teria orgulho de liderar.
Na nova guerra de convicções, Putin está dizendo, é a Rússia que está do lado de Deus. O Ocidente é Gomorra.
Os líderes ocidentais que comparam a anexação de Putin da Crimeia ao Anschluss de Hitler com a Áustria, que o desprezam como um “criminoso da KGB,” que o chamam de “alegado ladrão, mentiroso e assassino que governa a Rússia,” como fez Holman Jenkins do Wall Street Journal, creem que a afirmação de Putin de que a Rússia tem fundamento moral mais elevado é para lá de blasfêmia.
Mas Vladimir Putin sabe exatamente o que está fazendo, e sua nova afirmação tem uma linhagem respeitável. Whittaker Chambers, americano ex-comunista que desmascarou Alger Hiss como um espião soviético, estava, na época de sua morte em 1964, escrevendo um livro sobre a “Terceira Roma.”
A primeira Roma foi a Cidade Santa e a sede do Cristianismo que caiu nas mãos de Odoacro e seus bárbaros em 476 A.D. A segunda Roma foi Constantinopla, Bizâncio (a Istambul de hoje), que caiu nas mãos dos turcos em 1453. A cidade sucessora de Bizâncio, a Terceira Roma, a última Roma dos velhos crentes, era — Moscou.
Putin está vindo com uma afirmação de que Moscou é a Cidade Santa de hoje e posto de comando da contrarreforma contra o novo paganismo.
Putin está ganhando acesso a algumas das correntes mais poderosas do mundo moderno. Não só em sua resistência ao que boa parte do mundo vê como o empenho arrogante dos Estados Unidos de obter a hegemonia mundial. Não só em sua defesa tribal dos russos perdidos deixados para trás quando a URSS se desintegrou.
Ele está também tirando vantagem da repulsa e resistência mundial ao esgoto da revolução social e secular hedonista que está vindo do Ocidente.
Na guerra cultural pelo futuro da humanidade, Putin está plantando a bandeira da Rússia firmemente do lado do Cristianismo tradicional. Seus recentes discursos carregam ecos de João Paulo II cuja encíclica Evangelho da Vidaem 1995 condenou o Ocidente por adotar uma “cultura da morte.”
O que o Papa João Paulo queria dizer com crimes morais?
A capitulação do Ocidente diante de uma revolução sexual de divórcio fácil, promiscuidade sexual desenfreada, pornografia, homossexualidade, feminismo, aborto, “casamento” homossexual, eutanásia, suicídio assistido — a destituição dos valores cristãos pelos valores de Hollywood.
Anne Applebaum, colunista do Washington Post, escreve que ficou impressionada quando na cidade de Tbilisi [capital da Geórgia] ouviu um advogado georgiano declarar acerca do governo anterior pró-Ocidente de Mikhail Saakashvili, “Eles eram LGBT.”
“Foi um momento de revelação,” escreveu Applebaum. Medo e nojo da epidemia de “casamento” homossexual estão agora presentes no mundo inteiro. Em Paris, um milhão de pessoas marcharam em protestos de revolta em favor da moralidade.
A escritora Masha Gessen, que escreveu um livro sobre Putin, diz de seus dois últimos anos: “A Rússia está se refazendo como líder do mundo anti-Ocidente.”
Mas a guerra a ser travada com o Ocidente não será com mísseis. É uma guerra cultural, social e moral em que o papel da Rússia, nas palavras de Putin, deverá “impedir um movimento de atraso e decadência que está levando à escuridão e à volta a um estado primitivo.”
Seria essa a “escuridão caótica” e “estado primitivo” da humanidade, antes que a Luz viesse ao mundo?
Fiquei espantado ao ler no boletim de janeiro-fevereiro da entidade conservadora social Congresso Mundial de Famílias em Rockford, Ill., que, das “10 melhores tendências” no mundo em 2013, a número 1 era que a “Rússia Está Emergindo como Líder Pró-Família.”
Em 2013, o Kremlin impôs uma proibição na propaganda homossexual, uma proibição na propaganda de aborto, uma proibição em abortos depois da 12ª semana e uma proibição em insultos sacrílegos a crentes religiosos.
“Enquanto as outras superpotências estão marchando em direção a uma cosmovisão pagã,” escreve Allan Carlson, do CMF, “a Rússia está defendendo os valores judaico-cristãos. Durante a era soviética, os comunistas ocidentais iam em bandos para Moscou. Neste ano, o Congresso Mundial de Famílias VII será realizado em Moscou de 10 a 12 de setembro.”
Será que Vladimir Putin dará o discurso principal?
Na nova Guerra Fria ideológica, de que lado Deus está agora?

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Putin contra o sexo dos anjos

Luiz Felipe Pondé
A comunidade europeia, essa reunião de países cheios de gente mimada, anda querendo discutir se é certo tratar uma criança quando é pequena de menino ou menina. O debate, é evidente, é coisa de gente riquinha que acaba levando a sério delírios da chamada teoria de gênero, essa invenção de professores desocupados com problemas de identidade sexual.
De fato, desse jeito, parece que a Europa ocidental acabou mesmo. As escolas europeias, se essa ideia idiota passar, vão virar um antro de "autoritarismo de gênero".
Nesse sentido, Putin talvez esteja fazendo um favor aos europeus, lembrando a eles que existe um mundo de preocupações reais, e não os debates idiotas sobre se meninos são meninos e meninas são meninas ou se tudo isso é uma invenção humana como o "croissant".
Nesse cenário, cabe bem o Obama, que, sendo um presidente pop das redes sociais, deve ter mandado um WhatsApp para o Putin protestando contra a anexação da Crimeia pelos russos, coisa que o russos têm todo o direito de fazer e que a maioria esmagadora da população da Crimeia deseja.
Imagino que Obama, cuja única competência é ser o primeiro presidente negro dos EUA (uma grande coisa, sem dúvida), deve ter posto na sua página do "Face" grandes bravatas dizendo que ia fazer isso e aquilo e colocar o Putin no seu lugar. Na verdade, quem colocou quem aqui no "seu lugar"? O Putin é que colocou a série toda de líderes ocidentais nos seus lugares, porque estes, viciados em discutir como a vida é uma "agência de direitos chiques", enquanto comem queijos e vinhos, se esqueceram de que a vida é o que acontece quando você está ocupado delirando com seus sonhos de Branca de Neve.
Putin é um choque de realidade na sociedade fútil em que se transformou a Europa ocidental, banhada em "direitos" que custam muito caro.
Voltando à discussão sobre o sexo das crianças. Chocante é como muitos psicólogos, contaminados pela ideia de que construímos sujeitos socialmente, se deixam levar por essa bobagem do tamanho de um bonde cheio de bobos. O fato de que existam gays e lésbicas, e que estes tenham, sim, direito de viver como todo mundo, não implica o direito de teóricos autoritários começarem a legislar sobre a sexualidade de um monte de crianças "avant la lettre".
Imagino que, se essa lei pegar, o número de crianças com problemas de identidade no futuro da Europa será enorme; mas tudo bem, porque o Estado de bem-estar social (esse personagem de um conto de fadas) vai garantir terapia para todo mundo. Levar um debate desses a sério beira as raias da pura e simples irresponsabilidade moral.
Voltando à Rússia. Desde, no mínimo, o século 19 (vemos isso, por exemplo, nos debates na imprensa russa, debates esses do qual fez parte gente de peso como Dostoiévski, Turguêniev e Tolstói), a Rússia se vê como uma nação que deve cuidar de si mesma para não se transformar no fantasma de si mesma que virou a Europa, bêbada com o que alguns filósofos e similares inventaram para combater o tédio.
Um amigo meu, discutindo esse projeto de lei estúpido, fez uma bela analogia. Sabemos que Francis Bacon, entre outros (o louquinho do Giordano Bruno também fez essa crítica, mas a usou para seus delírios metafísicos inócuos), criticou duramente o que se convencionou chamar em história da filosofia de "baixa escolástica".
A escolástica foi um tipo de prática filosófica muito comum na Idade Média, que buscava racionalizar todo o conhecimento a partir de enunciados lógicos sistemáticos que supostamente esgotariam a totalidade da realidade, inclusive a metafísica. Grandes figuras desse período, como Tomás de Aquino, foram escolásticos.
A "baixa escolástica" é a marca da decadência da escolástica, que por sua vez representou a decadência da Europa medieval e metafísica pré-científica e burguesa.
Os escolásticos decadentes, para Bacon, discutiam coisas como "quando um homem puxa um burro, é ele quem puxa ou a corda?". Ou: "Teriam os anjos sexo?".
Estamos quase lá: os europeus se preparam para discutir se as crianças têm sexo. A Europa precisa muito de Putin.
Luiz Felipe Pondé é filósofo conservador brasileiro de origem judaica.

quarta-feira, 9 de abril de 2014


0 Marco Feliciano na Playboy: era só o que faltava!

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Por Thiago Oliveira


Estava eu a navegar pelo Facebook (esse local onde tudo pode acontecer) e me deparo com a seguinte manchete: “Marco Feliciano confessa ter usado drogas e diz que quem faz sexo anal não volta mais”. Essa esdrúxula notícia estava na página oficial da Folha de S. Paulo. Logicamente que acessei a página para ler na íntegra e entender o que estava se passando. Pois bem, a manchete faz referência a uma entrevista dada pelo Deputado Federal e “pastor” Marco Feliciano para a revista Playboy do mês de abril, que chega hoje às bancas (08/04).

É meus irmãos, vocês entenderam bem. A revista é a Playboy mesmo, aquela que tem fotos de mulheres nuas. Acreditem, não é pegadinha. São duas opções de capa e em ambas tem a chamada para tal entrevista com 3 tópicos elencados:

    • “Sonho em ser presidente”.
    • “Cherei cocaína, tentei maconha, não conseguir tragar”.
    • Marina, com aquele jeitinho de crente é um engodo”.

A declaração sobre o sexo anal, segundo a Folha de S. Paulo se deu nos seguintes termos: 

Com certeza tem homens que tem tara por ânus, sim. Eu não entendo muito dessa área porque nunca fiz, graças a Deus. E espero nunca fazer, porque parece que quem faz não volta mais (riu). Deve ser uma coisa tão estranha...

Hã? “Espero nunca fazer”? Estranho mesmo foi esse comentário. Sinceramente meus amados: que tempos são esses os nossos? Pastor sendo entrevistado em revista de mulher pelada já é demais. O pior é que ainda tem quem defenda. Logo que postei nas redes sociais criticando o Feliciano seguido de #AcordaIgreja, um amigo postou um texto com a mesma hashtag só que criticando quem critica esses hereges. Caros leitores, vocês tem todo o direito de não se pronunciarem, mas daí a condenar quem tem coragem e peito para denunciar os falsos profetas tupiniquins não é uma postura sensata.

Incrível será ver como os cegos e ludibriados por homens como o Feliciano vão se portar para tentar defende-lo. Será que vão comprar a Playboy só para ler a entrevista do deputado evangélico? Será que vou ouvir alguém falar que foi mais uma porta que Deus abriu para que o Evangelho fosse pregado? Será que vão dizer: “Ah, o ímpio vai comprar uma revista para ver mulheres nuas e irá se deparar com uma palavra abençoada e mudará de vida”? Nenhum apóstolo na Bíblia foi pregar em bacanais, ignorância tem limite. Procurem entender de uma vez por todas: Esses homens não pregam o Evangelho! O que eles fazem é distorcer o ensino das Sagradas Escrituras. Entendam que defender o falso pastor é não ser contado como ovelha do rebanho de Cristo, pois o mesmo diz: 

"Eu asseguro a vocês que aquele que não entra no aprisco das ovelhas pela porta, mas sobe por outro lugar, é ladrão e assaltante. Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas. O porteiro abre-lhe a porta, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora. Depois de conduzir para fora todas as suas ovelhas, vai adiante delas, e estas o seguem, porque conhecem a sua voz. Mas nunca seguirão um estranho; na verdade, fugirão dele, porque não reconhecem a voz de estranhos. Jesus usou essa comparação, mas eles não compreenderam o que lhes estava falando”. João 11: 1-6 (grifo meu).

Quem pertence ao Senhor não escuta, e muito menos defende, o falso pastor. Perguntem a vós mesmos: “De quem é a voz que escutamos”? Por favor, tenham mais discernimento e filtrem as pregações. Reconheçam um homem de Deus pelo apreço e fidelidade que ele tem pelas Escrituras. Marco Feliciano não se importa com as ovelhas, ele quer apenas poder. E o sonho de um cara desses virar presidente pode acabar sendo uma realidade de um país cada vez mais evangélico, mas que não tem critério algum para diferenciar o que é alimento e o que é veneno. Certa vez ouvi um Pastor sincero falar que doutrina é igual a comida, se boa alimenta, se ruim pode até matar. 

Não é a primeira vez que critico o Feliciano. A última dele foi ter dito esta pérola: “Jesus falou comigo: Meu filho, quando a igreja não se levanta e não pode, eu levanto até demônios para ser guarda costa de pastor”. Segundo o mesmo, um babalorixá do Rio de Janeiro chegou em seu gabinete e disse que o deputado o representava e que toda a sexta-feira, 600 terreiros tocariam para abençoar o Marco Feliciano. Dúvida? Então veja o vídeo se tiver estômago: 



Engraçado é que a primeira frase que aparece no vídeo, proferida pelo Deputado Feliciano é: “Nunca houve tanta oração nesse país. Nunca houve tantos crentes anônimos mandando mensagens dizendo: Jesus, protege o Pr. Marcos porque ele me representa.” Ué, a Igreja nunca orou tanto para que Jesus o protegesse e a mesma não se levantou ao ponto de demônios fazerem a segurança do Deputado? Faz tempo que eu repudio homens como Feliciano, que são falsos mestres, oportunistas e gananciosos. Todavia tem quem o defenda. Com certeza alguém vai ler esse meu texto e vai dizer que eu estou julgando. Não é julgamento e sim constatação. As Escrituras dizem que qualquer outro evangelho deve ser por nós amaldiçoado (Gl 1:9). Como simpatizar com um homem que descontextualiza a Palavra para tirar vantagem? Pra mim não dá pra aturar mesmo...

Marcos 9:40: Cristo fala que “quem não é contra nós, é por nós.” Só que o contexto é muito diferente. Ali, João diz que repreendeu um homem que expulsava demônios porque este não era seguidor do Mestre. Veja bem: expulsava demônios e não era beneficiado pelo mesmo. Como se isso não bastasse, agora essa da Playboy. Que Deus tenha misericórdia de nós e nos conceda graça. Que a Igreja de Cristo se mantenha fiel às Escrituras e ouça o Bom Pastor. 

Soli Deo Gloria!

terça-feira, 8 de abril de 2014

Cantores evangélicos criticam filme de Noé

noé
Muitos cantores evangélicos se interessaram em assistir o filme “Noé” que estreou nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (3). Ao saírem das salas, eles usaram as redes sociais para comentar o filme desaconselhando seus seguidores a assistirem.
Quem se arrependeu das horas que ficou no cinema foi a cantora Fernanda Brum. Em seu Twitter ela escreveu: “Gente! Só uma palavra! Que filme horrível esse Noé! Nem apócrifo, nem histórico, muito menos bíblico! Que lástima! Não perca seu tempo!”
Mas ela não foi a única, o cantor Rodolfo Abrantes também se arrependeu de ter trocado a programação esportiva de sua TV pelo filme de Darren Aronofky. “Noé, o pior filme dos últimos tempos. Devia ter ficadoem casa pra assistir a rodada da Libertadores”, disse.
Outro que comentou negativamente sobre o longa foi o pastor Antônio Cirilo que o classificou como “ruim de mais”. “Assistir o filme ‘Noé’: ruim de mais. Uma distorção grotesca da história bíblica. O diabo tentando se dar bem na história da humanidade”.
Os depoimentos desses cantores mostram que o aviso do bispo Marcello Brayner, da Igreja Universal do Reino de Deus, estava certo ao pontuar os erros bíblicos do filme.
Um deles se refere à crítica do cantor Antônio Cirilo que fala sobre os anjos caídos. Em “Noé” é mostrado que um grupo de anjos foram amaldiçoados por tentarem ajudar Adão e Eva quando estes foram expulsosdo Paraíso. Agora esses anjos caídos tentam ajudar a família de Noé e a arca e assim conseguem ser perdoados por Deus.
“Na Bíblia, os anjos caídos se rebelando contra Deus não tiveram nada a ver com eles quererem ajudar a humanidade, e não há oportunidade de redenção nesse caso (Mateus 25:41; Judas 6)”, explica Marcello Brayner.
Fonte: Gospel Prime

Jornalista Rachel Sheherazade está com “dias contados” no SBT

rachel
Cristã e conservadora, a jornalista Rachel Sheherazade não deve permanecer como âncora e comentarista do telejornal SBT Brasil. A informação do colunista do UOL, Ricardo Feltrin, é de que o SBT afastou Rachel por causa da pressão política e jurídica que vem recebendo.
Oficialmente, Rachel Sheherazade está em férias. Mas, como informou o colunista, ela já havia tirado férias em janeiro, ocasião na qual viajou a Paris e, de lá, participou de um hangout com o cantor Lobão para falar justamente do tema da liberdade de expressão no Brasil.
O SBT estaria sendo pressionado por comissões parlamentares e pela ameaça de perder mais de R$ 150 milhões em verbas publicitárias estatais. Com suas opiniões polêmicas sobre política e cultura, Sheherazade se tornou uma das vozes mais críticas ao governo Dilma.
Entenda o caso
As opiniões de Sheherazade sempre foram polêmicas. A mais controversa delas foi sobre a reação de populares no Rio de Janeiro que amarram um menor infrator a um poste. Para a jornalista, a reação dos populares é “compreensível” diante da ineficiência do Estado.
A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) fez representação junto à Procuradoria Geral da República(PGR) contra a jornalista. A deputada comunista solicita investigação, alegando que a âncora do ‘SBT Brasil” cometeu crime de apologia e incitamento à tortura e ao linchamento.
A representação foi aceita pela PGR. Além disso, Jandira Feghali e grupos de direitos humanos fazem pressão para que o SBT tenha suas verbas estatais suspensas até que o caso seja devidamente apurado e Rachel Sheherazade seja oficialmente afastada do programa.
Fonte: Gospel Prime

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Eu estive no vale de ossos secos e voltei com muita esperança!

Eu estive no quarto onde a viúva de Sarepta hospedava Elias. De repente, vi o profeta subir as escadas e entrar no aposento carregando nos braços um menino que não respirava mais. Elias colocou a criança na cama e deitou-se sobre ela três vezes, clamando: “Ó Senhor, meu Deus, faze voltar a vida a este menino!”. E ele viveu (1Rs 17.17-24).
Eu estava no quarto daquela mulher rica de Suném, onde Eliseu se hospedava. Na cama do profeta estava estendido o corpo de um menino de pouca idade que tinha acabado de morrer. De repente, vi Eliseu entrar no quarto, fechar a porta, orar ao Senhor e deitar-se sobre a criança, boca a boca, olhos com olhos, mãos com mãos. Enquanto isso, o corpo do morto ia se aquecendo. Então, Eliseu levantou-se, andou de um lado para o outro do quarto, voltou e deitou-se de novo sobre o garoto. Em seguida, o menino espirrou sete vezes, abriu os olhos e voltou a viver (2Rs 4.32-37).
Eu estava no quarto da casa de Jairo e vi sua filha de apenas 12 anos morta e estendida na cama. Ao redor dela estavam o pai, a mãe, Pedro, Tiago, João e Jesus. De repente, o Senhor pegou-a pela mão e gritou para ela: “Menina, levante-se”. Em seguida, ela tornou a viver e levantou-se imediatamente (Lc 8.51-56).
Eu estava junto ao portão da entrada da cidade de Naim e vi Jesus parar o enterro que saía da cidade em direção ao cemitério. O morto era um rapaz, filho único de uma viúva, que chorava muito. Jesus chegou bem perto, tocou no caixão e disse ao morto: “Moço, eu ordeno a você: levante-se!”. O jovem assentou-se no caixão e começou a falar. Então, todo mundo voltou para casa (Lc 7.11-17).
Eu estava no cemitério diante do túmulo de um homem chamado Lázaro, irmão de Maria e Marta, morto há quatro dias. O corpo, já em estado de putrefação, cheirava mal. A mando de Jesus, alguém tirou a pedra e o Senhor gritou para o morto: “Lázaro, venha para fora”. E ele saiu! (Jo 11.38-44).
Eu estava no quarto do andar de cima da casa de Dorcas, na cidade de Jope. Ela havia adoecido e morrido. Várias viúvas, beneficiadas por ela, estavam ao seu redor e choravam. Pedro, que acabara de chegar de Lida, entrou no quarto e pediu que todos descessem para o andar de baixo. Em seguida, ele ajoelhou-se e orou. Depois, virou-se para o corpo de Dorcas e disse: “Tabita, levante-se”. A mulher abriu os olhos, sentou-se e, com a ajuda de Pedro, ficou de pé, viva (At 9.36-41).
Eu estava no chamado vale dos ossos secos. Ele era enorme e estava coberto de ossos humanos, todos secos. O espetáculo era sombrio demais, melancólico demais, deprimente demais. Pela enorme quantidade de ossos bagunçados por ali, percebia-se toda a feiura da morte. Só havia uma pessoa viva naquele espaço todo: era o profeta Ezequiel, que andava para lá e para cá. De repente, ouvi o profeta dar um recado de Deus aos ossos: “Eu porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo. Eu lhes darei tendões e músculos e os cobrirei de pele. Porei respiração dentro de vocês e os farei viver de novo. Aí vocês ficarão sabendo que eu sou o Senhor”.
Ato contínuo, vi o impossível tornar-se possível. Enquanto o profeta falava, ouvi uma barulhada enorme. Eram os 208 ossos do esqueleto humano se arrumando, cada um em seu próprio lugar, tanto os maiores -- como o fêmur -- como os menores -- como as falanges. Se isso não bastasse, vi também que os ossos se cobriam de tendões e músculos e depois de pele. Não eram mais apenas esqueletos deitados, mas corpos humanos inteiros e perfeitos, porém imóveis como belas estátuas. Tinham bocas, olhos, ouvidos, mãos, pés, mas não falavam, não viam, não ouviam, não apalpavam nem andavam. Isso me incomodou muito. Até que ouvi o profeta falar outra vez, agora ao espírito, para que entrasse naqueles corpos e lhes transmitisse vida. Foi o que aconteceu: a respiração entrou neles e aqueles incontáveis corpos viveram de novo e ficaram de pé.
Ali mesmo ouvi a voz de Deus dirigida a Ezequiel: “Homem mortal, o povo de Israel é como esses ossos. Dizem que estão secos, sem esperança e sem futuro. Por isso, profetize para o meu povo de Israel e diga-lhes que eu, o Senhor Deus, abrirei as sepulturas deles, e os tirarei para fora, e os levarei de volta para a terra de Israel” (Ez 37.1-14).
Dou graças a Deus por ter estado nesses lugares todos, principalmente no vale de ossos secos. Pude enxergar as duas ressurreições que Deus opera: a ressurreição da morte psicossomática e a ressurreição da morte espiritual; o despertar do sono da morte e o despertar do sono do pecado. Voltei menos pessimista, menos derrotista e menos frustrado. Reintroduzi-me na arena mais animado, mais crente e mais vigoroso. Troquei a tímida esperança pela grande esperança, posta não em nós, mas naquele que tem expediente, que dá ordens aos ossos, aos tendões, aos músculos, à carne e à respiração, e todos eles o obedecem. Há esperança para a Igreja Católica, há esperança para a igreja reformada, há esperança para as igrejas históricas, há esperança para as igrejas pentecostais e há esperança para as igrejas neopentecostais!

Desvende os adoçantes

Desvende os adoçantes
Eles são essenciais para quem quer emagrecer. Mas, diante da imensa oferta de opções no mercado, você sabe diferenciar os vários tipos de adoçante? Confira a lista abaixo e descubra os benefícios de cada um deles:

Adoçantes naturais
Frutose – Extraído de frutas e do mel é mais doce que o açúcar, contém grande quantidade de calorias e eleva os níveis de açúcar no sangue, não sendo indicado para diabéticos e para dietas de restrição calórica;
Esteviosídeo – Extraído de uma planta nativa da América do Sul (steviarebaudiana) tem um sabor próximo ao açúcar, não possui calorias e não altera os níveis de açúcar no sangue;
Sorbitol – É encontrado em algumas frutas, como a maçã e a ameixa, e em algas marinhas. Possui valor calórico e não é recomendado para diabéticos. É mais utilizado em chicletes, balas e biscoitos. Tem ação laxativa;
Adoçantes artificiais
Aspartame – Tem grande poder adoçante (200 vezes superior ao açúcar). Não contém calorias e seu uso é permitido para diabéticos.
Sacarina – Criada em 1879, ela é sintetizada a partir do ácido toluenossulfônico, derivado do petróleo. Deixa um sabor residual amargoso e metálico, mas não contém calorias e pode ser usada por diabéticos. Por conter sódio, é contraindicada para hipertensos.
Ciclamato de sódio – Provém do ácido ciclo hexanosulfâmico, derivado do petróleo. Assim como a sacarina, não possui calorias e pode ser usado por diabéticos, mas também é contraindicado para hipertensos. É encontrado em refrigerantes zero e adoçantes.
Sucralose – É extraído da cana de açúcar e modificado para não ser absorvido pelo organismo humano. Tem um sabor similar ao do açúcar, não contém calorias, não causa cáries, não eleva a glicemia, podendo ser consumido por diabéticos, gestantes e hipertensos. É vendido como produto adoçante e está presente em alimentos de baixa caloria.
Acessulfame K – É isento de calorias, pois não é metabolizado pelo corpo, sendo excretado inteiramente na urina. Possui poder adoçante duzentas vezes maior que o açúcar e suporta altas temperaturas. No entanto apresenta sabor residual amargo, por isso é utilizado pela indústria combinado ao aspartame ou ciclamato de sódio.

Por que todos os cristãos precisam abraçar Israel

Exclusivo: Joseph Farah luta contra os que buscam “deslegitimar” as profecias da Bíblia

Joseph Farah
Acho preocupante e desconcertante quando vejo cristãos que sugerem que Israel não tem mais importância ou conexão com a fé deles. Vamos examinar a argumentação da Bíblia em favor da volta dos judeus à sua pátria, volta que não só a Bíblia prediz, mas também ordena. Manda. Sem o cumprimento das profecias, a fé cristã em si é castrada.
* “Com certeza Yahweh demonstrará sua compaixão para com Jacó; ele tornará a escolher Israel e estabelecerá seu povo em seu próprio território. Os estrangeiros se unirão a eles e farão parte da descendência de Jacó. Pessoas de várias nacionalidades irão com os israelitas para o seu território, a terra de Yahweh. E a descendência de Israel possuirá os povos como servos e servas na terra do SENHOR. Farão escravos aqueles que antigamente eram seus donos, e dominarão sobre aqueles que antes foram seus opressores.” (Isaías 14:1-2 KJA)
* “Assim, confirmarei o juramento que fiz a vossos pais de dar-lhes uma terra que jorra leite e mel, exatamente a terra que possuis hoje!’” Então respondi: ‘Amën’ é verdade, ó SENHOR!” (Jeremias 11:5 KJA)
* “Porque assim declara Yahweh, o Soberano Deus: Eu mesmo buscarei as minhas ovelhas e delas cuidarei pessoalmente. Assim como o pastor busca as ovelhas dispersas quando dedica-se ao cuidado do rebanho, também tomarei contra das minhas ovelhas. Eu as livrarei de todos os lugares para onde foram dispersas, no Dia de nuvens ameaçadoras e de trevas. Eu as farei sair do meio das outras nações e as reunirei, trazendo-as dos outros povos e regiões para viverem em sua própria terra. Então as apascentarei no alto dos montes de Israel, nos vales e em todos os povoados do país.” (Ezequiel 34:11-13 KJA)
* “Pois os israelitas ficarão muito tempo absolutamente solitários: sem rei, sem príncipe, sem sacrifício e suas coluna sagradas ao deus Baal, sem efód, o colete sacerdotal e também sem os terafins, os ídolos do lar. Contudo, passados esses dias, o povo de Israel retornará e se empenhará em buscar a Yahweh Elohim, e ao descendente de Davi, seu rei. E, nos últimos dias, eles correrão aflitos e tremendo atrás de Yahwehe das suas bênçãos!” (Oséias 3:4-5 KJA)
* “Então trarei de volta Israel, o meu povo expatriado terá nova sorte, eles haverão de reconstruir as cidades a partir de suas ruínas e nelas habitarão em paz. Plantarão vinhas e beberão do seu bom vinho; cultivarão pomares e comerão do seu fruto. Assim haverei de plantá-los no seu território, para nunca mais serem desarraigados da terra que lhes outorguei!” Assegura Yahweh, o seu Elohim, Deus.” (Amos 9:14-15 KJA)
* “Contudo, no alto do monte Tsión, Sião, haverá livramento, e lá estarão todos os que escaparam; e ele será santo, e a descendência de Jacó possuirá a sua herança.” (Obadias 1:17 KJA)
* “Nessa época, atuarei severamente contra todos os que te oprimem; salvarei os aleijados e ajuntarei todos os dispersos. Farei com que sejam honrados e respeitados em toda a terra onde foram envergonhados. Então, naquele tempo vos reunirei; naqueles dias, Eu mesmo vos trarei de volta para casa. Eu vos darei a honra e o reconhecimento entre todos os povos da terra; quando, enfim, Eu restaurar a vossa sorte e trouxer vossos cativos de volta, diante dos teus próprios olhos!” Garante Yahweh, o SENHOR.” (Sofonias 3:19-20 KJA)
* “Assim garante o Eterno Soberano: “Salvarei minha gente, libertando-os das terras do Oriente e das terras do Ocidente. Eis que Eu os trarei, e eles habitarão em Jerusalém; eles serão o meu povo, e Eu serei o seu Elohim, Deus, em ‘emeth: verdade, lealdade e justiça!” (Zacarias 8:7-8 KJA)
Eu poderia continuar mostrando muitos outros versículos. Aliás, em Jeremias 23:7-8, temos a promessa de que esse reajuntamento dos judeus em Israel será um dia visto como um milagre maior do que o Êxodo: “Portanto, vêm dias”, diz Yahweh, “em que não mais se dirá: ‘Juro pelo Nome do SENHOR, que tirou os israelitas da terra do Egito; mas se dirá: ‘Juro em o Nome do SENHOR, que trouxe os descendentes de Israel da terra do Norte e de todas as nações para onde os deportou.’ E eles viverão na sua própria terra e herança!”
Ainda muito mais importante para os cristãos, porém, é o fato de que nossa própria salvação ocorre por meio das promessas aos judeus. É por isso que é tão chocante para mim que encontremos esse tipo de ilegitimação dos profetas vindo da igreja. Veja Romanos 11. Conforme Paulo escreveu, pela fé em Jesus, ou Yeshua, um judeu, somos “enxertados” nessas promessas.
O que é também interessante é Isaías 11, que profetiza ainda outro ajuntamento dos judeus na terra prometida — um ajuntamento que acompanhará a volta do Messias, que os cristãos conhecem como Jesus, ou Yeshua, Seu nome hebraico.
A propósito, a Bíblia deixa também claro isto: Quando Yeshua voltar, será para Israel (Zacarias 14:4).
E quando Ele voltar, todo o Israel será salvo (Romanos 11:26).
Quanto da Bíblia você está disposto a ignorar? Afinal, os cristãos não aceitam Jesus, ou Yeshua, como o Salvador do mundo e o Filho de Deus porque Ele cumpriu as profecias? Por que na Terra faríamos alegorias das profecias da Bíblia sobre a volta dos judeus a Israel?
O que vemos hoje no Estado de Israel é outro cumprimento necessário — aliás, um cumprimento espetacular — necessário para a volta do Messias, ou o Cristo. O que vemos em Yeshua é o cumprimento pessoal de tudo o que os profetas predisseram com relação à salvação.
Por que alguém que se considera cristão buscaria deslegitimar essas profecias?
Por que alguém que se considera cristão buscaria negar as palavras dos profetas — os mesmos profetas que predisseram a vinda de nosso Salvador e Sua volta?
Qual é a base da fé cristã sem as palavras dos profetas?
Deus é o mesmo ontem, hoje e amanhã. Ele não renega Suas promessas. Sua aliança com os filhos de Abraão é eterna, e a base da fé cristã é compreender que nós, os gentios, somos “enxertados” nessa promessa por meio do sangue de Yeshua.

O que todo cristão precisa saber sobre Israel

Pouco antes de Jesus subir ao céu, depois de sua morte e ressurreição, seus apóstolos lhe trouxeram sua mais importante pergunta.
Então os que estavam reunidos lhe perguntaram: “Senhor, é neste tempo que vais restaurar o reino a Israel?” Ele lhes respondeu: “Não lhes compete saber os tempos ou as datas que o Pai estabeleceu pela sua própria autoridade”. (Atos 1:6-7 NVI)
Essa pergunta os estava inquietando há muito tempo. Afinal, eles eram judeus e sabiam que Deus tinha promessas especiais para Israel, inclusive para sua restauração política. E eles queriam saber o que aconteceria com Israel. Em sua resposta, Jesus se limitou a dizer que, no coração do Pai, Israel teria no futuro uma restauração, conforme o Pai estabeleceu com sua própria autoridade. Depois de dar essa resposta, Jesus fez com que seus discípulos focalizassem sua atenção para os tremendos recursos que Deus estava lhes dando para levar o Evangelho ao mundo inteiro. A igreja estava nascendo com poder e autoridade para dar um testemunho de impacto internacional.
Em seguida, Jesus disse: “Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.” (Atos 1:8 NVI)
A questão da restauração de Israel era assunto para o Pai resolver no futuro. Naquele momento, o que era importante era voltar a atenção para o nascimento da igreja — que não era uma instituição, mas um agrupamento de homens e mulheres escolhidos e salvos por Jesus, homens e mulheres seguidores apaixonados e comprometidos com Jesus.
Assim, Jesus os orientou a se envolver naquele momento exclusivamente com o nascimento de sua igreja, pois a restauração de Israel era responsabilidade do Pai. Na agenda do Pai, a igreja então estava marcada no presente para ser abençoada e Israel estava marcado para receber atenção, visitações e bênçãos especiais de restauração no futuro. Deus tinha planos especiais para a igreja no presente e ele tinha planos especiais para Israel no futuro. A igreja e Israel têm rumos e missões diferentes.
Israel, como nação, poderia experimentar essa restauração durante o nascimento da igreja, ou até antes, mas sua dureza contra Deus adiou o projeto de Deus para eles. Aliás, por causa dessa dureza, eles foram, como nação, disciplinados de modo espantoso. Não muito depois do nascimento da igreja, os judeus foram expulsos de seu país, a terra de Israel. Eles permaneceram quase dois mil anos longe de sua terra. Esse castigo foi resultado de sua rejeição ao Messias, que havia vindo para salvá-los. Contudo, tal forte castigo também mostra os cuidados de Deus, pois ele disciplina os que estão dentro de seus projetos. “Pois o Senhor corrige quem ele ama e castiga quem ele aceita como filho.” (Hebreus 12:6 NVI)
Por causa de sua teimosia, os judeus viveram quase dois mil anos longe de sua terra — terra que Deus lhes deu em sua aliança eterna com Abraão, Isaque e Jacó. Mas tal teimosia não durará para sempre, pois com ou sem teimosia, Deus é fiel e cumprirá suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. O Apóstolo Paulo expõe um importante mistério divino acerca do futuro de Israel:
Meus irmãos, quero que vocês conheçam uma verdade secreta para que não pensem que são muito sábios. A verdade é esta: a teimosia do povo de Israel não durará para sempre, mas somente até que o número completo de não-judeus venha para Deus. É assim que todo o povo de Israel será salvo. Como dizem as Escrituras Sagradas: “O Redentor virá de Sião e tirará toda a maldade dos descendentes de Jacó.” (Romanos 11:25-26 NTLH)
A palavra teimosia vem da palavra grega original porosis, que significa dureza, cegueira, insensibilidade. Tal insensibilidade quer dizer que os judeus estão vivendo como pedras, totalmente fechados, para o Messias. Essa cruel cegueira os faz recusar Jesus e os faz criticarem os evangélicos que apóiam a aliança eterna de Deus com Israel. Os judeus progressistas, esquerdistas e liberais nos EUA e em Israel — que abrangem uma grande parte da população judaica desses países — tentam minar e atacar todo apoio cristão a Israel com base em promessas bíblicas. Eles não aceitam essas promessas e só se dão bem com evangélicos esquerdistas ou liberais. O socialismo desses judeus veio de seus pais e avós europeus, que até introduziram em Israel práticas sociais que têm tudo a ver com o socialismo e nada a ver com a milenar tradição judaica: os kibutz e o aborto legalizado. O socialismo tem um enorme apelo entre a maioria dos judeus, que hoje estão fechados para Deus. Aliás, o próprio Karl Marx, fundador da ideologia comunista e socialista, era judeu.
Os judeus socialistas do mundo inteiro, assim como todos os socialista do mundo inteiro, de maneira geral rejeitam os propósitos de Deus. O judeu socialista americano Tony Kushner declarou: “Eu queria que o Israel moderno não tivesse nascido”. Ele é autor de uma famosa peça teatral que faz propaganda homossexual. Ele também chama o estabelecimento do Estado de Israel “uma calamidade histórica, moral e política para o povo judeu”.
Apesar disso, até mesmo entre os evangélicos desses últimos tempos há esse tipo de dureza. Os evangélicos progressistas (socialistas), seguindo a teimosia dos judeus progressistas, zombam das promessas de Deus para Israel — ou acreditando que a igreja substituiu a nação de Israel ou não acreditando que o território inteiro de Israel pertence exclusivamente aos judeus:
“Nos últimos tempos aparecerão pessoas que ridicularizam a Deus. Elas seguirão seus próprios desejos ímpios. Essas são pessoas que causam divisões. Elas se preocupam com as coisas materiais, não com as coisas espirituais”. (Judas 1:18-19 GW)
Já os judeus conservadores e ortodoxos, que não são maioria na população judaica do mundo, aceitam as promessas bíblicas, se dão bem com os evangélicos conservadores somente na questão específica do apoio desses evangélicos a Israel, mas não aceitam a paixão dos evangélicos de levar o Evangelho aos judeus.
Apesar desse estado tão insensível dos judeus, Deus promete que a dureza e teimosia do povo de Israel não durará para sempre. Quando o número determinado por Deus de pessoas que não são judias vierem para Deus, aí o plano secreto de Deus se cumprirá e ações sobrenaturais de Deus conduzirão os judeus e sua nação Israel para perto de quem eles rejeitaram: o Messias. Deus promete que nos últimos dias os judeus se aproximarão do Senhor como nunca antes: “Depois, tornarão os filhos de Israel, e buscarão ao SENHOR, seu Deus, e a Davi, seu rei; e, nos últimos dias, tremendo, se aproximarão do SENHOR e da sua bondade.” (Oséias 3:5 RA)
A igreja nasceu com a graça de receber poder do Espírito Santo para levar o Evangelho ao mundo inteiro. E há também promessas bíblicas fortes de que no futuro, o derramamento do Espírito Santo e seu poder será maior. Com tal Espírito irresistível, é justo pensar que a igreja estará em condições de ajudar o projeto de Deus de vencer a dureza do povo judeu e também combater o ódio mundial contra os judeus. Israel foi instrumento usado por Deus para abençoar as nações com o Messias e sua Palavra poderosa. Jesus veio ao mundo como um judeu, nascendo de sua pátria Israel. Ele veio do meio dos judeus e continua judeu.
“Então apareceu no céu um grande e misterioso sinal. Era uma mulher. O seu vestido era o sol, debaixo dos seus pés estava a lua, e ela usava na cabeça uma coroa que tinha doze estrelas. A mulher estava grávida e gritava com dores de parto. E apareceu no céu outro sinal: era um enorme dragão vermelho com sete cabeças e dez chifres e com uma coroa em cada cabeça. Com a cauda ele arrastou do céu a terça parte das estrelas e as jogou sobre a terra. Depois parou diante da mulher grávida a fim de comer a criança logo que ela nascesse. Então a mulher deu à luz um filho, que governará todas as nações com uma barra de ferro. Mas a criança foi tirada e levada para perto de Deus e do seu trono. A mulher fugiu para o deserto, onde Deus havia preparado um lugar para ela. Ali ela será sustentada durante mil duzentos e sessenta dias.” (Apocalipse 12:1-6 NTLH)
A mulher simboliza Israel, nação alicerçada nos doze filhos de Jacó. A mulher trouxe Jesus ao mundo e depois “fugiu” para o deserto, isto é, saiu de sua terra, onde permaneceu quase dois mil anos.
De Israel veio o Messias para o mundo, e Israel — sofrendo castigo divino por seus pecados — permaneceu longo tempo no deserto das nações, sem apoio, reconhecimento ou respeito.
O mundo estava perdido em sua hostilidade e dureza contra Deus, mas o Evangelho trouxe graça e transformação. Doze apóstolos judeus — sem mencionar o Apóstolo Paulo, que também era judeu — foram usados poderosamente para transformar o mundo inteiro. Agora, é a vez da igreja deixar que Deus a use como instrumento para libertar o povo judeu de toda teimosia, rebelião e dureza contra Deus e suas imutáveis promessas a Abraão, Isaque e Jacó.
Deus já começou a cumprir suas promessas a Israel. Contrariando todas as expectativas humanas, ele trouxe a restauração nacional da nação de Israel em 1948, conforme Ezequiel 37, “ressuscitando” um povo que estava virtualmente morto e enterrado nos escombros da história, espalhado pelas nações, perseguido e odiado. Contudo, essa restauração não foi total, pois importantes partes do território de Israel e até de Jerusalém estão ocupadas pelos árabes chamados palestinos. Por enquanto, aguarda-se ainda que a restauração territorial se complete e, principalmente, que a restauração espiritual comece a acontecer.
As promessas que Deus deu a Israel — de total posse de sua terra, de salvação e de restauração espiritual e nacional — se cumprirão, no tempo determinado pelo Pai. Todos os que são filhos desse Pai cooperam com ele nesse propósito, orando para que a vontade de Deus prevaleça.
Portanto, os cristãos têm três prioridades em suas orações:
Orar para que o Reino de Deus venha e se manifeste neste mundo. Esse Reino não é a igreja nem Israel. Esse Reino é o Governo de Deus. (Veja Mateus 6:10)
Orar para que a igreja de Jesus Cristo na terra seja santificada pela verdade da Palavra de Deus e ande e viva como ele andou e viveu. (Veja João 17 e 1 João 2:6)
Orar não só pela paz de Jerusalém, mas também pela plena restauração espiritual, territorial e política de Israel. (Veja Salmo 122:6)
Quando estava falando exatamente de Israel e seu futuro e das promessas de Deus para os judeus, o Apóstolo Paulo declarou:
“Pois os dons e o chamado de Deus são irrevogáveis”. (Romanos 11:29 NVI)
“Porque Deus não muda de idéia a respeito de quem ele escolhe e abençoa.” (Romanos 11:29 NTLH)
Deus não mudou em nada sua aliança com Israel. Nessa aliança, o próprio Deus dá aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó o direito eterno e exclusivo à terra de Israel. A terra que Deus deu exclusivamente aos judeus será sempre deles. E o inimigo que detesta Deus e sua Palavra inflama o mundo com ódio contra os judeus, porque sobre eles estão as promessas eternas de Deus. Quer os judeus, em sua teimosia e dureza, aceitem ou não, quer o mundo e os “palestinos” aceitem ou não, as promessas de Deus para Israel se cumprirão.
Portanto, as nações não deveriam desperdiçar suas oportunidades de serem úteis para Israel, pois essa nação está no coração de Deus. O próprio Deus diz para Israel:
“Porque a nação e o reino que te não servirem perecerão; sim, essas nações de todo serão assoladas.” (Isaías 60:12 RC)
Durante a 2 Guerra Mundial, a Alemanha nazista sofreu destruição total porque perseguia e aniquilava os judeus. O poderoso Império Britânico virou cinzas, porque a Inglaterra teve oportunidade de ajudar os judeus, mas preferiu impedi-los de fugir para a terra de Israel. Durante a guerra, nenhum país queria receber os judeus como refugiados, de modo que restou para os judeus somente a opção de voltar para a terra de seus ancestrais. No entanto, todo o território de Israel estava sob administração britânica, e os ingleses proibiram os judeus de escaparem para sua própria terra. Seis milhões de judeus foram cruelmente assassinados pelos nazistas porque não tinham nenhum lugar para onde ir.
É claro que durante a guerra muitos judeus sofreram também por seus próprios pecados, porque estavam longe de Deus e apegados à radical ideologia socialista. No entanto, nenhuma nação tem o direito de “castigar” o povo judeu, porque Deus é o único que pode lidar com eles e seus pecados, como sempre foi. Além disso, o que a Alemanha nazista fez não foi “castigar” os judeus, mas destruí-los, e o que a Inglaterra fez não foi “castigá-los”, mas impedir que eles fugissem para o único lugar em que milhões de judeus poderiam ter escapado da destruição se não fosse pela dureza das autoridades inglesas. Mas o preço foi alto: o Império Britânico desapareceu da face da terra.
A 2 Guerra Mundial terminou há décadas, porém o ódio aos judeus não pereceu naquele conflito. Israel, como nunca antes, precisa do apoio e ajuda das nações. E há bênçãos de Deus para quem abençoa Israel. E se há maldição para os opositores, o que então acontecerá com a vasta maioria das nações que demonstra ódio contra os judeus e seu direito exclusivo à sua terra? Talvez nada esteja inflamando tanto esse ódio quanto o islamismo e o socialismo. Os sentimentos dos muçulmanos para com Israel são mais que conhecidos, porém de um modo aparentemente mais suave os socialistas do mundo inteiro — inclusive judeus socialistas em Israel, nos EUA e na Europa — não acreditam, não aceitam e nem levam a sério a aliança de Deus com Abraão, Isaque e Jacó.
Não precisamos nos preocupar com os “erros” e pecados de Israel. Deus sempre soube cuidar deles, até para castigá-los. Não foi por castigo que os judeus permaneceram quase dois mil anos fora de sua terra? E durante esse período, os árabes invadiram aquela terra e hoje a reivindicam para eles e para a causa muçulmana. Esses árabes ganharam o título de “palestinos”. Palestino designa o habitante da Palestina, nome que os romanos vingativamente deram à terra de Israel, depois de expulsarem todos os judeus, quase dois mil anos atrás. Palestina, conforme queriam os romanos, significa terra dos filisteus, os piores inimigos de Israel.
A única solução para a causa dos “palestinos” — que o próprio príncipe das trevas tem usado para espalhar ódio contra os judeus no mundo inteiro — é os palestinos e o mundo aceitarem a aliança imutável de Deus com Israel.
A maior bênção para os cristãos do mundo inteiro não é só que Deus os abençoará em seus esforços para vencer pela oração a dureza e a rebelião de Israel, mas também que cedo ou tarde os judeus e sua nação Israel se aproximarão de Deus. Todos os demônios do inferno e todos os exércitos do mundo que se unirem contra Israel fracassarão, pois forte é o Senhor que tem uma aliança eterna com Abraão, Isaque e Jacó.
A Palavra de Deus profetiza que grandes nações identificadas como Gogue e Magogue ajuntarão todos os outros países contra Israel. O ódio que realizará esse propósito satânico já está sendo semeado na Europa, América Latina, Brasil e outras nações, preparando-as para a batalha final contra Israel nos últimos tempos.
“[Satanás] sairá para enganar os povos de todas as nações do mundo, isto é, Gogue e Magogue. Satanás os juntará para a batalha, e eles serão tantos como os grãos de areia da praia do mar. Eles se espalharam pelo mundo e cercaram o acampamento do povo de Deus e a cidade que ele ama, mas um fogo desceu do céu e os destruiu.” (Apocalipse 20:8-9 NTLH)
Você avançará contra Israel, o meu povo, como uma nuvem que cobre a terra. Nos dias vindouros, ó Gogue, trarei você contra a minha terra, para que as nações me conheçam quando eu me mostrar santo por meio de você diante dos olhos delas. “Assim diz o Soberano, o SENHOR: Acaso você não é aquele de quem falei em dias passados por meio dos meus servos, os profetas de Israel? Naquela época eles profetizaram durante anos que eu traria você contra Israel. É isto que acontecerá naquele dia: Quando Gogue atacar Israel, será despertado o meu furor. Palavra do Soberano, o SENHOR”. (Ezequiel 38:16-18 NVI)
“O SENHOR Deus diz: — Naquele tempo, farei com que o povo de Jerusalém e de Judá prospere de novo. Então ajuntarei os povos de todos os países e os levarei para o vale de Josafá e ali os julgarei. Eu farei isso por causa das maldades que praticaram contra o povo de Israel, o meu povo escolhido: espalharam os israelitas por vários países e dividiram entre si o meu país”. Multidões e mais multidões enchem o vale da Decisão; está perto o Dia do SENHOR, no vale da Decisão. O sol e a lua ficam escuros, e as estrelas deixam de brilhar. Do monte Sião, o SENHOR fala alto, a sua voz parece o trovão. De Jerusalém, ouve-se o estrondo da voz de Deus, e os céus e a terra tremem! Mas ele defende e protege o povo de Israel. Deus diz ao seu povo: “Assim vocês vão ficar sabendo que eu sou o SENHOR, o Deus de vocês. Eu moro em Sião, o meu monte santo. Jerusalém será uma cidade santa, e os estrangeiros nunca mais a conquistarão.” (Joel 3:1-2, 14-17 NTLH)
O cristão que ama a Palavra de Deus sabe o que acontecerá com Israel e seus inimigos, pois Deus já nos revelou tudo em sua Palavra. Então que todos os que são igreja verdadeira do Senhor Jesus Cristo orem para que o Reino de Deus venha sobre Israel, trazendo abertura de corações. Orem também para que o Reino de Deus venha sobre as nações, livrando muitos do ódio irracional contra a aliança de Deus com os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. E orem também para que o Reino de Deus venha sobre as igrejas cristãs, despertando muitos para seguirem exclusivamente a vontade do Pai nesses últimos dias. O Reino de Deus é o Governo de Deus. Que todos então declaremos profeticamente: “Venha, Governo de Deus, sobre Israel, estabelecendo sobre essa nação tudo o que o Pai já determinou para estes últimos dias! Venha, Governo de Deus, sobre as nações, dissipando seu ódio contra Israel e estabelecendo a vontade do Rei Jesus! Venha, Governo de Deus, sobre as igrejas cristãs do mundo inteiro, tornando-as praticantes da vontade do Pai com relação a Israel”.

Para os EUA, Jerusalém não tem nenhuma conexão com Israel

Julio Severo
Um recente artigo do jornal Jerusalem Post comenta: “Desde a fundação de Israel, os presidentes dos EUA têm recusado declarar uma posição sobre a situação de Jerusalém.” Para o governo dos EUA e seus presidentes cristãos esquerdistas, Jerusalém não tem país. No entanto, por que até mesmo presidentes conservadores dos EUA estão incluídos nesse quadro negativo?
Para a Palavra de Deus, os que nasceram em Jerusalém sempre nasceram em Israel. Mas por que os Estados Unidos, uma nação fundada em princípios cristãos e capaz de fornecer grande liderança ao mundo, escolhem ignorar o lugar especial de Israel aos olhos de Deus?
Eu esperaria que os EUA dessem um bom exemplo, pois muitos dos presidentes americanos têm sido cristãos e alguns deles têm declarado serem amigos d Israel.
Se Deus usou poderosos governantes do mundo antigo que não O conheciam, e quanto aos poderosos presidentes cristãos americanos que afirmam conhecer Deus? Deus disse acerca do imperador persa Ciro (585 a.C. — 529 d.C.) no passado:
“Assim, pois, ao seu ungido: a Ciro, cuja mão direita Eu controlo com firmeza para subjugar nações e desarmar reis; para abrir diante dele as portas, de tal maneira que estas não possam ficar trancadas: ‘Eu irei adiante de ti e arrombarei portas de bronze e romperei trancas de ferro. Dar-te-ei tesouros ocultos e riquezas escondidas, a fim de que saibas que Eu Sou Yahweh, aquele que te chama pelo teu nome, o Deus de Israel. Foi por causa do meu servo Jacó, por causa de Israel, o meu escolhido que Eu te convoquei pelo teu nome, e te concedo um título de grande honra, embora tu não reconheças quem sou.’” (Isaías 45:1-4 KJA)
Por que os presidentes cristãos dos EUA estão fazendo menos do que Ciro? O que os impede de fazer tanto ou mais do que um imperador persa pagão?
A cultura americana tem sido imensamente imitada no mundo inteiro. Se os EUA liderassem o caminho de servir a Israel, outras nações certamente imitariam. Aliás, se a Palavra de Deus está correta, é do forte interesse dos EUA darem um exemplo de serviço a Israel:
“Em verdade, a nação e o reino que não te servirem perecerão sumariamente, serão absolutamente dizimados.” (Isaías 60:12 KJA)
Antigos impérios serviram Israel. Por que deveria ser diferente com os EUA, cujos peregrinos fundadores queriam que o hebraico fosse a língua oficial da nova nação americana? Os EUA, que são um império moderno, e o Brasil, que é uma nação, existem não para serem servidos por Israel, mas para servirem Israel.
Os EUA são um estranho aliado de Israel. São uma nação que não quer servir Israel. São uma nação que não reconhece Jerusalém como capital de Israel. Os EUA dão assistência militar limitada a Israel, e ao mesmo tempo armam pesadamente e apoiam a Arábia Saudita e outras ditaduras islâmicas que não hesitariam de destruir os judeus e sua Terra Prometida.
Como é que os EUA podem ser aliados de Israel e dos inimigos de Israel? Como é que um aliado consegue trabalhar contra os interesses de segurança de seu amigo? No ano passado, o mundo ficou chocado ao saber que a NSA espiona pessoas de todos os países, até mesmo de Israel. Nenhum americano foi preso por tal espionagem imensa e desnecessária, alegadamente para monitorar terroristas islâmicos — quando o atual diretor da CIA John Brennan é, de acordo com o WND.com, um americano que se converteu ao islamismo na Arábia Saudita.
Enquanto a NSA fica impune por espionar por suspeitos interesses políticos e financeiros, Jonathan Pollard tem passado 27 anos de uma sentença de prisão perpétua sem precedentes numa penitenciária federal dos EUA por passar informações secretas para Israel, aliado dos Estados Unidos. A sentença típica para esse crime é 2 a 4 anos. Ninguém mais na história dos Estados Unidos recebeu prisão perpétua por esse crime.
Dá para imaginar um espião saudita recebendo sentença de prisão perpétua nos EUA? Mas Pollard, que passou para Israel informações de segurança acerca de nações muçulmanas, só estava cumprindo um papel que os EUA tinham chamado de cumprir: servir Israel e seus interesses de segurança.
Cada vez mais os EUA têm servido aos interesses das ditaduras muçulmanas, principalmente a Arábia Saudita. Aliás, os EUA agora têm um presidente marxista pró-aborto e pró-sodomia com um nome muçulmano. Barack Hussein Obama apenas reflete a inclinação dos EUA para com a Arábia Saudita e outras ditaduras muçulmanas.
Como é que os EUA têm sido recompensados por seus serviços ao mundo muçulmano? O ataque terrorista de 11 de setembro de 2001. Muito embora a maioria dos terroristas muçulmanos fosse saudita, os EUA não invadiram a Arábia Saudita.
É claro que os EUA têm uma tradição cristã desde o começo de sua nação, e têm também uma significativa população evangélica que não hesitaria de liderar os EUA para servir Israel. Mas eles estão em conflito com uma altiva América moderna que serve a suas próprias ambições políticas e financeiras, uma América que prefere apenas usar Israel para seus próprios interesses.
Até mesmo bons presidentes conservadores americanos, como George W. Bush, tinham uma política externa que, embora não tão radical quanto a de Clinton e outros presidentes esquerdistas americanos, ainda se recusavam a reconhecer Jerusalém como capital de Israel, e até pressionavam Israel para reconhecer a ocupação palestina da Terra Prometida.
A secretária de Estado de Bush, Condoleezza Rice, foi a principal responsável pelas políticas de Bush para com Israel. Considerando que ela era filha e neta de pastores presbiterianos, será que a teologia da substituição poderia ter influenciado as políticas dela? A teologia da substituição, aceita por muitos presbiterianos, ensina que Deus não tem mais nada com os judeus e sua Terra Prometida. Além disso, como “conservadora” e evangélica, Rice se considera levemente pró-aborto e pró-“casamento” gay, e em sua visita ao Brasil em 2008, ela apoiou a bruxaria africana. Com tais “conservadores,” quem precisa de esquerdistas? Com tais “conservadores,” como é que os EUA conseguirão servir Israel?
Se tivessem vontade política, os EUA poderiam facilmente reconhecer toda a Terra Prometida como Estado judeu. Os EUA têm o poder político e militar para garantir tal vontade, e nenhuma nação pode resistir ao poder e decisões dos EUA.
Além disso, é algo bem pequeno para uma nação poderosa como os EUA, hoje a única superpotência do mundo, considerar que pessoas que nasceram em Jerusalém nasceram em Israel.
Mas a coisa pequena é uma questão espinhosa para a superpotência e seus presidentes cristãos. Pela lei americana, pessoas que nasceram em Jerusalém não podem registrar Israel como seu país de nascimento. Isto é, eles têm uma cidade de nascimento, mas não um país de nascimento.
Como brasileiro, eu esperaria tal conduta de muitas nações, inclusive o Brasil, que agora tem uma presidente socialista que não tem respeito por Israel. Lamentavelmente, mesmo antes que o socialismo tomasse conta do governo brasileiro, os presidentes brasileiros nunca tinham oficialmente reconhecido Jerusalém como capital de Israel.
Um Cristianismo superficial faz com que um indivíduo e uma nação não levem a sério o que Deus diz em Sua Palavra sobre Israel e Jerusalém.
Entretanto, eu esperaria muito mais dos EUA, principalmente de seus presidentes cristãos mais conservadores durante toda a sua história. Eu esperaria deles respeito pelo real Governante do mundo e Sua vontade eterna para Jerusalém e Israel.
Aliás, Sua Palavra promete bênçãos para nações que abençoam Israel. O Brasil não tem interesse em tais bênçãos. Mas por que os EUA, com seus muitos presidentes cristãos, nunca tiveram a coragem de lidar com essa questão pequena e receber uma bênção imensa?
Por que os presidentes cristãos dos EUA recusam reconhecer o que Deus reconhece?
Uma coisa é nações menos cristãs ou países muçulmanos dizerem que Jerusalém não tem conexão com Israel. É normal, por exemplo, a Arábia Saudita e outras nações pagãs rejeitarem as conexões judaicas legítimas de Jerusalém. É uma coisa completamente diferente os EUA, com sua forte tradição cristã e presidentes protestantes, dizerem a mesma coisa que os países pagãos dizem.
Onde estão os verdadeiros cristãos americanos que farão o que Deus quer por Jerusalém e Israel? Pelo menos, onde está um Ciro pagão para fazer o que os governantes “cristãos” dos EUA não estão fazendo?
Que Deus levante alguém que está lendo estas palavras para ser presidente, do Brasil ou dos EUA, e devolver Jerusalém para seu dono legítimo: Israel.
Se o Brasil fizer isso sob um presidente cristão, bênçãos poderosas certamente virão, até mesmo uma posição de superpotência, pois Deus, que derruba grandes nações que recusam Sua vontade, é também poderoso para levantar nações para fazerem Sua vontade, especialmente ajudar Israel.
Que Jerusalém, que Deus estabeleceu como a capital eternal de Israel, seja reconhecida pelo que é.
“Rogai ao Eterno pela paz de Jerusalém: “Prosperem os que te amam, ó Jerusalém!” (Salmo 122:6 KJA)
“O Eterno reconstrói Jerusalém; Ele congrega os exilados de Israel.” (Salmo 147:2 KJA)
O que impede os EUA e seus presidentes conservadores de reconhecerem Jerusalém, servirem Israel e serem abençoados?
Fico pensando: se a questão fosse reconhecer Meca como capital da Arábia Saudita, essa questão teria ficado sem solução como tem sido o caso de Jerusalém? Não, teria sido resolvida muitas décadas atrás, ainda que Israel, o vizinho da Arábia Saudita, tivesse se oposto.
Aposto que a Arábia Saudita, o grande aliado muçulmano dos EUA, não quer que Jerusalém seja reconhecida como capital de Israel.
Por que os EUA acham mais fácil servirem a Arábia Saudita do que Israel?