segunda-feira, 3 de outubro de 2011


NÃO DEIXE QUE SEUS OSSOS ENVELHEÇAM!

NÃO DEIXE QUE SEUS OSSOS ENVELHEÇAM!

Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.
Salmo 32.3-5
O rei Davi foi usado para nos deixar boas lições. Uma delas diz respeito àquilo que o pecado não confessado fez na vida dele. A tentação vem, porém, se não a aceitarmos, não teremos cometido pecado. O Espírito de Deus luta conosco para que não caiamos em tentação, mas, uma vez tendo sucumbido a ela, não nos resta alternativa a não ser nos arrependermos, confessarmos o nosso erro e, se for o caso, fazermos a restituição.
Enquanto Davi não confessou suas transgressões, ele viu a sua estrutura envelhecer. Não importa a sua idade, se você for um servo de Deus e não deixar pecado encoberto em seu coração, irá manter-se jovem na aparência, no humor e no trato com as demais pessoas. Persistir nos erros faz com que seu espírito envelheça. A sua alma irá bramir, gritando todo dia, pois ela não quer ir para a perdição eterna.
 Esse bramido ocorria porque a mão do Senhor pesava sobre Davi. Ainda hoje, Deus faz a mesma coisa com a pessoa que erra, pois, por amá-la, Ele sabe que, se ela não se livrar da transgressão, não conseguirá escapar da condenação, a qual é inevitável. Quem não se acerta com o Pai vive um dilema muito grande. De um lado, deseja ir para o Céu, mas, do outro, a vergonha ou algum orgulho bobo o faz esconder o erro.
Davi percebeu que até seu humor fora afetado. Depois de pecar, o interior desse rei se parecia com a terra quando não chove: seca e quebradiça, pois nela não há vida. Quando isso acontece, o indivíduo já não tem mais prazer em seu viver, fica enjoado, mal-humorado, ranzinza, e as demais pessoas se afastam dele. Isso é um sinal que o Criador colocou em nós para que não escondamos o pecado e o confessemos para nos livrarmos dele.
Ao tomar consciência da sua iniquidade, Davi fez o que era certo: confessou-a, e a sua maldade não escondeu. Ele assumiu que errou, mas não mentiu dizendo que foi de uma hora para outra, ou que não planejou aquilo. O rei disse ao Senhor que o seu erro era doloso, maldade mesmo, como o de alguém que quer praticar atos inconsequentes. Seja sempre verdadeiro e não ponha a culpa pelas suas transgressões em ninguém. Se você deseja ser limpo, abra o coração e confesse tudo.
Davi passou a dizer a si mesmo que confessaria seu pecado a Deus. Então, chegou o tempo de se colocar em comunhão com o Senhor, abrir a boca e fazer a confissão. Agora é o momento mais propício para você abrir o seu coração e confessar ao Senhor o seu erro. Enquanto você está lendo esta mensagem, o Espírito de Deus está falando ao seu coração. Ele lhe perdoará as faltas se você for honesto. Há casos em que você terá de procurar aquele a quem ofendeu e também se confessar a ele. Foi o Altíssimo quem convenceu Davi de seus erros, e, depois da sua confissão, perdoou as transgressões daquele rei. Seja sincero, e o Senhor fará o mesmo por você (1 Jo 1.9).
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares

sábado, 1 de outubro de 2011


Crente fraco, crente forte...


por Zé Luís

     O rapaz, não muito ligado a religiosidades, chegou no escritório em que trabalhava, um departamento da empresa com quase uma duzia de mulheres, todas evangélicas, tendo em mãos um saco de deliciosas balas carameladas, com recheio de chocolate e doce de leite. Ele sabia qual seria a atitude das mesmas diante daquelas deliciosas guloseimas e oferecia a elas sem restrição: Pode pegar o quanto quiserem, trouxe para ser consumido aqui mesmo – dizia ele.

Uma das moças, enfiou três balas na boca de uma vez, e sorrindo para as amigas, mostrava os nacos marrons do caramelo, grudados nos dentes.

“-Vocês não vão acreditar, mas acabei de ganhar esse saco de bala delicioso de um centro de umbanda que frequento, era festa de Cosme e Damião e, na festa, os erês sempre me presenteiam... mas esse ano eles capricharam não acham?...”

Não é necessário contar que enquanto ele falava, as crentes cuspiam suas balas, outras corriam para o banheiro para lavar a boca ou pegar papel para limpar a sujeira que fizeram em suas mesas, com toda aquela cusparada.

Na primeira carta de Paulo aos crentes da cidade de Corintho, ele separa como fracos, logo no capítulo 8, os que se privam de se alimentar de comidas – ditas – consagradas a deuses – ou demônios, se preferir. Segundo o raciocínio, não existem deuses para se consagrar alimentos, e portanto, a não ingestão dos mesmos é apenas uma das diversas amarras que mantém o salvo em Cristo com trejeitos de quem não desfruta essa salvação.

Dentro desse misticismo dos fracos, no qual, quase todos nós estamos inclusos de uma ou outra forma, estão velhos medos, usos e costumes preservados por uma tradição inexplicável, e que muitos continuam aplicando, por medo - ferramenta tão útil na mão dos manipuladores – mantendo-os nas amarras imaginárias. Alguns, por cumprirem suas regras imaginárias, se julgarão atalaias da verdade e da vida, outros verão no hábito das interpretações particulares, forma de lucro. Em resumo, é muito comum ver fracos mostrando fortalezas, enquanto o forte, diz-se um fraco.

Logicamente, Paulo não recomenda que aquele que julga ser pecado algo que não seja, que passe a prática-lo só porque viu um crente firmado fazendo. A consciência deve estar firmada na compreensão da força do sangue de Cristo. Sem isso, essas coisas praticadas se tornarão pecados íntimos, quebrando neste a comunhão com o Altíssimo, já que isso ainda não foi bem resolvido em seu íntimo. Ao Espírito não foi permitido ainda a cura nessa área, eis sua fraqueza.

Na parábola dos talentos, aquele que só tem um talento se justifica de sua atitude covarde por ter no dono do que lhe foi confiado, alguém severo, e o mesmo se faz assim, acusando-o de servilidade inútil. O doador dos talentos prefere entregar mais talentos para quem o olha como generoso, e não como castrador. O dono dos talentos é o mesmo: o que muda é a forma que cada um pretende servi-lo quando Seu chamado vier, e os piores servos são aqueles que esperam leis no lugar da Graça, embora sejam servos, e fracos.

Já o que pode se alimentar de tudo, não o faça diante daquele que não crê assim, continue sem o alimento, fazendo-se de fraco. Esse tal crente forte, fazendo coisas consideradas erradas aos olhos do fraco, confunde-o, podendo causar-lhe a perda de seu zelo, precioso aos olhos de Deus, a ponto dele olhar para sua própria fé como algo também superável. Os fortes são responsáveis pelos que não tem os artelhos firmados na caminhada, como deve-se fazer nas famílias que se amam.

“Examine o homem a si mesmo” - aconselha o apóstolo dos gentios, um convite a usarmos esse presente divino, chamado cérebro, combinado com a presença em nossa alma do Espírito, para compreender intimamente nosso caminho, não fazendo dessa compreensão algo digno de ser gabarito do que é certo ou errado para os que nos rodeiam.

Paulo escreveu isso há 2000 anos. Desde o começo é assim, feito em varias escalas, criando mutações – malignas - do Cristianismo, que não morrem com tanta facilidade: versões e interpretações de leis, regras, roupas, sons, símbolos, cores, lugares, períodos. Todas elaborados fora da Graça.



Prs Darci e Mirian Francisco

sábado, 24 de setembro de 2011


A VERDADEIRA PAZ

     Jesus disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo”. João 14.27

      Jesus sempre se despedia das pessoas dizendo: Vá em paz. Nós nos cumprimentamos: a paz do Senhor. É o anseio do ser humano, é o desejo do nosso coração. Paz na família, no trabalho, na igreja, paz consigo mesmo.

     Um dia, a paz vestiu-se de homem e conviveu com a humanidade sofredora e aflita. Conservava-se em paz mesmo diante das situações mais turbulentas e assustadoras. Agredido, manteve-se sereno. Caluniado, exemplificou tranqüilidade. Diante da tempestade no mar, pediu calma. Pregado na cruz, permaneceu em paz. Todavia, antes de partir teve ensejo de dizer: A minha paz vos deixo, como exemplo. A minha paz vos dou, como modelo a ser copiado.

     Isaías 9:6 “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”.
     Todo o mundo imagina a paz de uma maneira diferente. Alguns pensam que ela depende de condições externas, quando a vida é calma e segura. Mas a paz baseada em condições externas pode ser destruída por acontecimentos ou situações.

     A paz interior é um outro tipo de paz. Podemos senti-la, como uma satisfação mais profunda, quando nos sentamos com nossa família, tomando um café e conversando. Estar juntos, sem discussões, depende de uma sensação de paz interior, e vice-versa.

     Podemos ter um outro tipo de paz, especialmente em situações complicadas, nas quais precisamos de ajuda. Essa é a paz de Deus. Freqüentemente, nos esquecemos de que Ele é o nosso mais importante amigo e auxiliador. Deus nos faz descansar em seus braços. Nos braços de Deus temos paz, não perderemos jamais o nosso sono, preocupados com coisas desta vida. Salmo 4:8 “Em paz também me deitarei e dormirei, porque só tu, SENHOR, me fazes repousar em segurança”.

     Portanto, confiemos em Deus, que nos dará a paz que não pode ser removida. Uma paz que nos fez descansar e confiar.

     Filipenses 4:6-7. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”.
     Salmo 29:11 “O SENHOR dará força ao seu povo; o SENHOR abençoará o seu povo com paz”.

     Números 6: 24 a 26 “O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz”.



Pr. Oídes José do Carmo 

segunda-feira, 19 de setembro de 2011


E Deus escreveu no chão...


"Jesus inclinou-se e começou a escrever no chão com o dedo" (João 8.6)

A cena é devastadora: uma mulher desesperada, sentindo a morte rondar-lhe por todos os lados. Um grupo radical, legalista e sua armadilha dogmática e impiedosa. Olhares mistos: curiosidade, raiva, expectativa e até um certo êxtase macabro, afinal a multidão adora espetáculos dolorosos. A mulher, no centro de todos os ódios, na convergência efervescente de todas as teologias. O ápice do caos parece iminente. Parece...

Jesus também estava lá. Ele sempre está perto de quem sofre. É o Deus da empatia: do grego, "em" + "patos": dentro do sentimento. O Deus de todos os "ais". O Deus que se sensibiliza, que conhece os bastidores da fúria, as cavernas do medo, as raízes de amargura, as palavras que se mesclam aos gemidos, os sonhos destruídos, a dor em toda sua extensão.

Levaram uma mulher para ser morta dentro do Templo. Teologias da vingança, da fúria e do terror não respeitam geografias. Têm pressa para matar. São os caçadores de escândalos que Davi tão bem retratou no Salmo 35. 21: "Com a sua boca dizem: nós vimos, nós sabemos de tudo!" Gente triste que só consegue um mínimo de prazer ao destruir a alegria dos outros.

Eles queriam um espetáculo do terror, e Jesus lhes deu um: em suas próprias mentes: "Se algum de vocês estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra" (8.7). Em cada mente um tsunami de impurezas começa a jorrar. Somos feitos da mistura estranhamente complicada de imperfeições. Não podemos sair mirando, fulminando, julgando. Esses verbos são conjugados em nossas almas todos os dias.

Jesus, curvado, escreve no chão... Deus escrevendo no pó!

Foi a ação mais extraordinária que ele fez. E deu tão certo! Até hoje - séculos depois - ainda estamos olhando para aqueles rabiscos. Jesus tirou de cima da mulher TODOS os olhares. Ele a libertou da munição do olhar.

Silêncio. Talvez alguns soluços daquela mulher. O texto, a narrativa de João insiste em colocar a marca que os maldosos queriam tatuar nela: adúltera! Jesus não! Ele se levanta e a chama de "mulher" - devolve a dignidade que a marca queria roubar. Mulher! Então faz a pergunta que complementa o processo de liberdade: "Onde estão os teus acusadores? Ninguém tecondenou?" Só condena quem julga - e Jesus não a julgou, ele a curou!

O Deus que escreveu no chão agora escreve uma nova história: "Vá e não peques mais!" É como se o Éden fosse redimido. É Deus dizendo à sua filha: "É melhor ficar comigo!" Não peque! Mas, como o mesmo João vai escrever depois: "mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo" (I João 2.1).
Por causa de Jesus sei que sou livre!
Até mais...
Alan Brizotti

terça-feira, 13 de setembro de 2011


CURIOSIDADES CULTURAIS E BÍBICAS.


1) Você sabia que a Bíblia é dividida em duas partes – Antigo Testamento e Novo Testamento e foi escrita em hebraico, aramaico e grego.
2) Você sabia que a Palavra Bíblia significa “ livros”, pois a Bíblia é uma coletânea de 66 livros inspirados por Deus.
3) Você sabia que a Bíblia foi escrita ao longo de 1.200 anos, por vários autores, envolvendo um total de 40 pessoas.
4) Você sabia que a Bíblia foi originalmente escrita em papiro e pergaminho? Enquanto o papiro era uma planta aquática, o pergaminho era feito de pele de animais, que era preparada para a escrita.
5) Você sabia que a Bíblia foi dividida em capítulos em 1226 por Stephen Langton, ele fez este trabalho para facilitar a leitura da Bíblia. Em 1445 o rabi Nathan dividiou o Antigo Testamento em versículos e em 1551 Robert Stevens introduziu a divisão em versículos para o Novo Testamento.
6) Você sabia que a Bíblia contém 1.189 capítulos e 31.173 versículos.
7) Você sabia que em 1456 o alemão Johann Gutenberg inventou a prensa tipográfica e foi a partir dessas Descobertas e invenções que a Bíblia deixou de ser copiada á mão, começando a ser impressa mecanicamente.
8) Você sabia que a Bíblia foi impressa pela primeira vez, em 1560, ela já veio dividida em capítulos e versículos. A primeira Bíblia a ser impressa foi a Vulgata, de Jerônimo, ficando conhecida como a Bíblia de Gutenberg.


Extraído do manual Cristianismo Explicado escrito pelo pastor Carlos Lopes

domingo, 11 de setembro de 2011


Deus, certas vezes, adia relacionamentos...


Será que muitas pessoas têm a tendência de considerarem-se insignificantes
e, portanto, se submetem a uma vida de abusos?

Mais significativo é o fato de que, se não nos valorizarmos, tenderemos a atrair pessoas que apoiam essa imagem desvalorizada. Lembre-se agora, de que ensinamos as pessoas a nos tratarem conforme nós mesmos nos tratamos. Se você se respeitar, haverá homens que não apreciarão essa atitude. Provavelmente você ouvirá frases como estas: “Ela pensa que é muita coisa” ou “Essa garota é uma farsante”. A verdade é que ele viu o produto e não sabe o preço que consta da etiqueta. Você deve aprender que rejeição é às vezes uma bênção e não uma maldição. Há algumas pessoas, empregos, amigos e outros que você não deseja atrair. Seu desejo é atrair para você pessoas com quem tem afinidade, que respeitem seus valores e percepções.

Os indivíduos com baixa auto-estima tendem a atrair outros que o dominam e controlam, ou os desprezam. Eles atraem o tipo de pessoas que tendem a reforçar o seu próprio negativismo. É por isso que você precisa ser curada interiormente antes de iniciar qualquer relacionamento.

Deus certas vezes adia os relacionamentos para dar-lhe a oportunidade de curar-se como indivíduo. Então e só então você pode fazer escolhas saudáveis, que não estejam baseadas na necessidade ou no medo obsessivos de ficar só. Há muitas pessoas que suportam abusos incríveis por terem um medo terrível de ficar sozinhas! Para fugir de si mesmas, elas preferem viver com o abuso a enfrentar uma noite sozinhas em casa.
Se você não gastar tempo buscando a inteireza e aprendendo a arte de ser feliz sozinha enquanto for solteira, irá casar-se por medo. Anos mais tarde ao acordar do estado de coma da baixa auto-estima, vai reconhecer que é um ser valioso, quer haja ou não um homem à sua volta. Poderá encontrar-se então deitada do lado de alguém que não pertence mais à sua vida; ele se ajustava à sua existência e auto-imagem anteriores. (...)



Muitas noivas enquanto caminham pela nave da igreja dizem em segredo:“Salve-me, salve-me”. É o grito silencioso de um coração desesperado que está amando a ideia do amor, amando a esperança de que alguém vai amá-la tanto que irá finalmente sentir-se satisfeita consigo mesma. Mas antes que cometa um erro trágico, você deve aprender a arte de sentir-se aquecida sozinha!

>> Trecho extraído do Livro “A Dama, Seu Amado e Seu Senhor” de T.D. Jakes – Editora Mundo Cristão

quinta-feira, 8 de setembro de 2011


Podemos conhecer a Deus?



Esta é a primeira postagem de uma série de três em que pretendo tratar de nossa visão acerca de Deus, tendo em vista o fato, hoje, bastante comum de muitos insistirem em reduzi-lo aos meandros de nossas limitações e do que pensamos a seu respeito. 

Começo por afirmar que tudo o que dissermos sobre pessoas e coisas não mudará a sua natureza e forma. Elas continuarão a ser o que são, independente do que pensamos e propomos. É óbvio que os julgamentos que fazemos são influenciados pelo nosso background, que sujeita a nossa capacidade de enxergar aos óculos da nossa formação. Mas o modo como enxergamos não altera a essência de nada, mas permite que possamos escrutiná-la na medida em que essa visão seja cada vez mais acurada. No entanto, coisas continuarão a ser coisas e pessoas continuarão a ser pessoas. 

Isso não nos tira o senso crítico de refletir, ponderar e construir juízo de valor, à luz dos elementos que dispomos, mas revela, por outro lado, que, enquanto a natureza e forma das coisas e pessoas não mudam, o nosso pensamento a respeito pode variar de acordo com a nossa visão de mundo. 

É o caso da estátua pintada de ouro do lado esquerdo e de prata do lado direito. Uns dirão que a cor é ouro; outros, que a cor é prata, a depender do ângulo da visão de cada um. Se não houver quem enxergue de uma posição que contemple os dois lados – o todo – prevalecerá em cada mente aquilo que conseguiu enxergar. Para uns, a estátua será ouro; para outros, prata, sem que essa visão reducionista mude um milímetro sequer a natureza e a forma dela. 

Quando falamos ou escrevemos sobre Deus, a partir do pressuposto da crença em sua existência, não podemos deixar de levar em conta que as premissas acima darão o tom da visão que se tem do Todo-poderoso. Sempre teremos quem o verá do lado esquerdo – a cor ouro – enquanto outros o verão do lado direito – a cor prata. Ou seja, o conhecimento a respeito do Criador se restringirá ao ângulo que a visão alcança e aí ficará limitado. Mas isso não mudará a sua natureza. 

Minha opinião sobre Deus não alterará a sua essência. Ele continuará a ser o que é. Jamais tomará a forma camaleônica de existir. Mas temos de convir que, embora ele não mude – disso estamos certos – a minha visão dirá o que penso a seu respeito e o tipo de fé que tenho em Deus. Filhos que crescem à sombra de pais violentos e autoritários, por exemplo, poderão desenvolver uma visão unilateral de um Deus violento e autoritário. 

É vital definir esse ponto porque muito do que se diz e escreve por aí sobre Deus é fruto desse pensar reducionista, que vê apenas um lado da estátua, e confina o Criador aos casulos das concepções humanas. O resultado são essas desastradas teologias, onde se cria um Deus pequeno, mesquinho, impotente, que cabe em nossas mãos, que fica do tamanho do homem, que não enxerga um palmo além do seu nariz, embora – repita-se – nada disso mude a sua natureza.

Afinal, qual é o Deus da sua concepção e em que Deus você crê? 

Voltemos à ilustração da estátua. 

Quem a enxergasse de uma posição que pudesse ver os dois lados – o todo – descobriria que ela era tanto ouro quanto prata, sem se considerar, aqui, por óbvio, os elementos que compunham a sua estrutura. A questão básica, portanto, era encontrar essa posição “privilegiada” de onde a estátua pudesse ser enxergada dos dois lados, de um ângulo com visão de 360 graus. Só que alguns por preguiça, pressa ou desinteresse preferem passar direto, sem perscrutar todas as possibilidades, enquanto outros acreditam que o mundo da praça onde foi construída a estátua se limita ao ângulo de sua visão. E assim uns continuam a achar que ela é ouro; outros, que é prata. 

Em relação a Deus há também uma posição “privilegiada” pela qual podemos enxergá-lo de forma ampla e melhor compreender a sua natureza. Não precisamos permanecer confinados à própria ignorância e aos condicionamentos que se nos impõem, mas nos é possível condicionar o nosso pensamento à vastidão do alcance da visão que esse lugar nos oferece. Suponho que você já o tenha decifrado. É a Escritura. A Bíblia Sagrada. 

Embora muitos prefiram desconsiderá-la e não reconhecer-lhe o mérito, ela é, por assim dizer, o “ponto de observação” de onde Deus pode ser conhecido, tanto em seu “lado ouro”, quanto em seu “lado prata”, para usar a figura da estátua que empreguei acima. É óbvio que nunca o conheceremos em plenitude, enquanto limitados em nossa mente finita, mas a partir da visão acurada que a Bíblia nos permite, temos condições de errar menos em nossas concepções sobre o Criador. 

Em minha próxima postagem quero mostrar porque a Escritura tem essa prerrogativa, para, então, na terceira postagem, concluir sobre o que podemos conhecer acerca de Deus através dela.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

IRMÃOS DA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS - CAMPINAS / SETOR BELO HORIZONTE SUL


Eduarda Klen Francisco e Samuel Francisco, netos do Pr. Darci e Mirian Francisco


Obreiros reunidos no dia da Ceia de Setembro/2011


As senhoras reunidas para participar da Ceia em Setembro de 2011


As Senhoras reunidas e Unidas na Ceia de Setembro de 2011


André Francisco, sua esposa Osana e filha Eduarda 


Família do Pr Darci e Mirian Francisco - Filhos, noras e genro


Prs Darci e Mirian Francisco com seus filhos (da esquerda pra direita) Gustavo, Soellyn, Darci, Mirian, André Luiz e Eduardo


Jovens "Mais Q Vencedores" Esperança do Futuro da Igreja!


Crianças da Igreja, rumo ao futuro!


Toda família dos Prs Darci e Mirian Francisco - (da esquerda para direita) Emanuele e Gustavo, André com o Samuel Francisco no colo e Soellyn, David com short vermelho (filho do coração), Cibele e Eduardo, Osana e André Luiz 


Olha as crianças aí de novo! Lindas demais!


Jovens estão empolgados!


TESOURO

Imagine achar um tesouro...
Há os que possam achar o tesouro sendo surpreendidos, pois não estavam buscando nenhum tesouro e por tal motivo, não entendem o real valor desse tesouro.


Há os que acham o tesouro porque estão buscando encontrar algo que possa causar uma mudança em suas vidas...E de tanto buscarem...


acabam encontrando...


Mas, é necessário um mapa como nos filmes? Sim, há um mapa que revela um tesouro incomparável. E onde está esse mapa? Na bíblia, lá está a rota que conduz ao maior tesouro de todos.


Quem encontra esse tesouro, DEUS, encontra a razão de viver.


"então o Todo-Poderoso será o teu tesouro,
e a tua prata preciosa.
Pois então te deleitarás no Todo-Poderoso,
e levantarás o teu rosto para Deus.
Tu orarás a ele, e ele te ouvirá;
e pagarás os teus votos.
Também determinarás algum negócio,
e ser-te-á firme,
e a luz brilhará em teus caminhos."

Jó 22: 25 -28

Deus é o Nosso Tesouro, o nosso maior encontro, o maior achado... A bíblia diz que Ele nos faz habitar em família. Louvo a Deus pela Igreja do BHsul, pela vida de cada obreiro, cada obreira, cada membro, e pela linda família que Deus nos deu!
Vocês são o nosso maior tesouro: Amigos, Irmãos e Família!
Deus os abençoe ricamente.
Setembro de 2011.


Prs Darci e Mirian Francisco