quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Namoro: isto ainda existe?




Quando eu era jovem e solteiro, tive a felicidade de ter sido instruído por meus pais e pastores acerca do namoro cristão. Aprendi que, para ser abençoado no casamento, é preciso começar certo, tendo um namoro de acordo com a vontade do Senhor (Rm 12.1,2), pois “... aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 Jo 2.17).

Aprendi que há três fases muito importantes num relacionamento afetivo: namoro, noivado e casamento. O namoro é a fase em que o futuro casal se conhece e, por isso, deve conversar, conversar, conversar... O noivado é o período de preparação para o casamento, isto é, a união do casal propriamente dita.

Como fui abençoado nessa área, sinto-me no dever de ajudar a outros, o que procurarei fazer por meio deste artigo. Sei que, para muitos, o que eu vou dizer aqui parecerá ultrapassado, arcaico e rígido demais para esse tempo em que prevalecem influências filosóficas como relativismo, hedonismo, egoísmo, imediatismo e narcisismo. Mas espero ajudar pelos menos os jovens realmente interessados em glorificar a Deus em tudo (1 Co 10.31).

O que é o nAMORo?
Confunde-se, hoje em dia, namoro com flerte, com ficar, aventura e relacionamento sem compromisso. O chamado “ficar” parece ter chegado para ficar. E é comum ouvir jovens dizendo: “Eu só fiquei com ele naquele dia; não foi nada sério”. Entre as pessoas que não temem a Deus prevalece a idéia de que os namorados podem se relacionar intimamente, sem nenhuma restrição. E vemos pscicólogos e a própria mídia incentivando isso.

O namoro — namoro, mesmo! — é uma fase de conhecimento recíproco, que precede o período de preparação para o casamento: o noivado. Na palavra “namoro” está contido o termo “amor”, evidenciando que não se trata de um período sem importância. O nAMORo verdadeiro é para pessoas que se amam, e não para aquelas que apenas têm uma atração passageira ou simplesmente não querem ficar sozinhas.
Quando começar um nAMORo?
Para se começar um namoro, é preciso ter alcançado a maturidade, período que só vem após a adolescência, que é uma fase de transição entre a infância e a juventude. Como não se trata de passatempo, mas de uma importante etapa, só deve pensar em namoro quem realmente está determinado a casar. Quem namora por namorar está começando errado e sofrerá as conseqüências (Gl 6.7). E quem diz que namoro sério deve, necessariamente, se preocupar com as condições mínimas para um futuro casamento.

Certo rapaz que havia pedido uma jovem em casamento ouviu dela a seguinte condição: “Eu quero que você converse com o meu pai”. O rapaz concordou em pedir permissão ao pai da jovem para namorá-la (prática que, hoje em dia, é tida como retrógrada, infelizmente).

Começou, então, o interrogatório:

— Você trabalha? — perguntou o pai da jovem.
— Não, mas Deus vai me ajudar — respondeu o rapaz.
— Estuda?
— Não, precisei parar. Mas Deus vai me ajudar.
— Tem idéia de como sustentará a minha filha enquanto nenhum de vocês estiver trabalhando?
— Não, mas tenho certeza de que Deus me ajudará...

Ao ouvir as repetitivas respostas, o pai disse à jovem: “Minha filha, eu não sabia que agora eu sou Deus...”

Lembre-se: Deus ajuda aqueles que se esforçam e têm vontade de trabalhar (Jó 5.7; Pv 31.27). Quem namora — namora, mesmo! — deve ter um alvo: o casamento. E deve trabalhar em prol de tal realização.
Como encontrar a pessoa ideal para nAMORar?
Quem pensa em namorar de verdade, tendo como objetivo o casamento, precisa atentar para duas coisas importantes. Primeiro, deve orar com fé, esperando no Senhor (Sl 40.1), pois Ele é poderoso para lhe preparar a pessoa certa (Pv 19.14). Ao mesmo tempo, é necessário procurar (Pv 18.22), pois em tudo, na vida, existe a parte de Deus e a do homem (Pv 16.1,2; Tg 4.8).
O jovem cristão deve ter cuidado com os profetizadores casamenteiros (Ez 13.2,3; Ap 2.20), pois a profecia, como dom do Espírito Santo que se manifesta, usualmente, num culto coletivo a Deus, não serve, em regra geral, para ajudar os jovens crentes a encontrarem a “pessoa preparada”. As suas finalidades são edificação, exortação e consolação do povo de Deus (1 Co 14.3).

Muitos hoje são infelizes em sua vida conjugal porque deram ouvidos a falsos profetas. Namoro é coisa séria! Não se deve permitir que a escolha tenha a interferência de terceiros, exceto dos pais, que devem sim aconselhar e ajudar os filhos nessa tomada de decisão.

Deve-se, ainda, orar e procurar uma pessoa, segundo os critérios contidos na Palavra de Deus. Nessa busca, é necessário identificar qualidades, como a espiritualidade (1 Co 2.14-16; 5.11), a beleza interior (Pv 15.13). Muitos se preocupam demasiadamente com a beleza física, que é enganosa (Pv 31.30). Esquecem-se de que a beleza da alma é a mais importante (1 Sm 16.17) e permanece mesmo com o passar dos anos, enquanto a exterior é ilusória, passageira e morrerá tal como uma flor (Pv 11.22; 1 Pe 1.24,25).

É preciso se preocupar também com a compatibilidade (Am 3.3). Muitos hoje dizem que isso não é importante e pensam que podem namorar uma pessoa descrente para ganhá-la para Jesus. Fazer isso, no entanto, é o mesmo que se jogar em um poço para tentar salvar alguém que lá caiu. E ninguém faria isso. Deve-se jogar a “corda” do evangelho para o não-crente se salvar, mas sem nenhum envolvimento sentimental.

Meu conselho é: antes de começar um namoro, é preciso verificar se não há incompatibilidades espiritual, social, etária, cultural, etc. A mais perigosa é a espiritual (2 Jo vv. 10,11). Considerando que a Bíblia chama os incrédulos de filhos do diabo (1 Jo 3.10), não havendo, pois, meio-termo, relacionar-se com um significa ter o Diabo como sogro.

Não pense que um(a) filho(a) do Diabo terá Deus como sogro, em razão de se relacionar com um(a) filho(a) de Deus, equilibrando, assim, o relacionamento. Nos casos de mistura, sempre é o crente o prejudicado (Gn 6.1-4; 1 Co 10). Por quê? Porque está pecando conscientemente, ignorando o que a Palavra de Deus ensina quando ao jugo desigual com os infiéis (2 Co 6.14-18). Não há, portanto, nenhum consenso entre a luz e as trevas, entre Cristo e Satanás.
Que cuidados se deve tomar em um nAMORo?
Aos que já namoram dou alguns conselhos. É preciso ter a preocupação de não exceder nas intimidades (2 Tm 2.22). Não é preciso se sentar a um metro de distância nem pedir para alguém ficar entre os dois. Todavia, não se deve confundir carinho com carícias, que devem ser guardadas para o casamento (Pv 6.27,28; 20.21). Para isso, é preciso vencer as concupiscências, cobiças (Tg 1.14,15; 1 Jo 2.15-17), seja a dos olhos (Gn 3.6; Js 7.21; Mt 6.22,23), seja a da carne (1 Co 6.19,20). Peço ao leitores interessados no assunto que confiram todas as referências bíblicas, pois elas são muito mais relevantes (mas muito, mesmo!) do que as próprias palavras deste editor.
Quanto tempo deve durar o nAMORo?
Nem muito nem pouco tempo. Geralmente, quem prolonga o período do namoro é porque não tem vontade de casar. Alguns, após longos anos, casam, mas não são felizes. O motivo? É possível que o casamento tenha sido ocasionado por pressão, e não por amor verdadeiro. Por outro lado, quem namora pouco tempo, não se prepara suficientemente para o casamento e poderá ter problemas sérios de ajustamento conjugal.
Como conduzir o nAMORo de acordo com a vontade de Deus?
Leia sempre a Palavra de Deus (Sl 119.105); ore todos os dias (1 Ts 5.17; Jr 33.3); cultive o amor (1 Co 16.14; 13.4-8), pois, sem ele, não há razão para existir namoro; aprenda a renunciar; não seja sempre o(a) “dono(a) da verdade” (Fp 2.4); saiba viver em harmonia (Pv 17.1), aprendendo a “dar o braço a torcer” (Pv 15.1); seja fiel, pois, quem não é fiel no namoro, não o será no casamento. Quem ama de verdade se mantém fiel até o fim (Pv 5.15-20; Ml 2.14,15).


Ciro Sanches Zibordi

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Galardão nos céus? Ou, bênçãos nesta vida! Uma única escolha.

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O evangelho tem ensinado e constrangido através de maravilhosos contextos que nossa esperança deve e sempre será a presença de Deus, diante Seu trono, nos céus, vislumbrando face a face o Cordeiro de Deus:

E virei-me para ver quem falava comigo. E, virando-me, vi sete castiçais de ouro;
E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro.
E a Sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve, e os Seus olhos como chama de fogo;
E os Seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha, e a Sua voz como a voz de muitas águas.
E Ele tinha na Sua destra sete estrelas; e da Sua boca saía uma aguda espada de dois fios; e o Seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece.
E eu, quando vi, caí a Seus pés como morto; e Ele pôs sobre mim a Sua destra, dizendo-me: Não temas; Eu sou o primeiro e o último;
E o que vivo e fui morto, mas eis aqui estou vivo para todo o sempre. Amém. E tenho as chaves da morte e do inferno
” [Apocalipse 1].

Porém, neste bem poucos anos que busco caminhar na presença de Deus (dez anos), tenho presenciado que muitos ensinos são mesclados a sã doutrina bíblica, e um dos piores, estão em mostrar ao povo que Deus tem abençoado através de coisas materiais; e este ensino é maligno!!

E, mesclado este ensino maligno, lideranças camuflam o evangelho da salvação, pelo evangelho das bênçãos materiais...

Porque, como em o tempo do ministério terreno do Filho de Deus, muitos andavam após Ele não pelo ensinamento e pelas bem aventuranças celestiais, mas, por coisas materiais, como pão [“ Na verdade, na verdade vos digo que me buscais, não pelos sinais que vistes, mas porque comestes do pão e vos saciastes ” – João 6];

Admoestando, ainda diz por perseguições: “ Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós ” [Mateus 5].

Porquanto, somente frequentar lugares religiosos (comumente chamados de ‘igrejas’) fazendo ofertas e se reunindo com pessoas que muitas das vezes nem se conhece, não necessariamente, trará frutos do Espírito [“ Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança ” – Gálatas 5], ora, muitos têm frequentado templos ou ‘igrejas’ e por isto se sentem compromissados com Deus, e isto não tem respaldo bíblico.

Somos como ‘pedras’, que junto de tantas outras que estão espalhadas pelo mundo, Deus nos têm edificado para Si como uma casa espiritual [1Pedro 2], que jamais será feita por mãos de homens [Atos 17];

Infelizmente, tudo quanto em exaustão falo (escrevo) se faz necessário, pois que, apesar de estar sempre biblicamente mostrando que nossa comunhão está em Cristo, tão somente, muitos evangélicos ainda querem e como birrentos, num erro, saem na defesa dos lugares com nome de ‘igreja’.

Não sou contra as reuniões em “templos chamados de igrejas”, mas, a Bíblia não afirma que devemos somente estar neles, a Bíblia não afirma que somente haverá comunhão se e somente se estiver neles...

O termo de Hebreus 10.25, “congregação” não se refere a uma denominação ou instituição religiosa com nome de igreja ou igreja evangélica...

Em verdade, o crente, que adora a Deus em espírito e em verdade, buscando receber seu galardão nos céus, tendo como prioridade o reino de Deus e Sua justiça, vivendo amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, e temperança, em qualquer lugar, não se conforma com este mundo, mas sendo transformado pela renovação do entendimento, experimentará qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus; apresentando seu corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é seu culto racional [Romanos 12];

Mesmo porque, o que tem o crente em Cristo na rica esperança do galardão nos céus com as coisas materiais desta vida??

Sei que precisamos nos alimentar, vestir, cuidar de nossos filhos, mas, se creio em Deus, que assim em amor, por Sua graça, como minha Rocha firme, disse:

Não andeis cuidadosos quanto a vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? ” [Mateus 6]


Vivendo Por, Em e Para Cristo; nos interesses da Igreja que Cristo edificou.

sábado, 15 de outubro de 2011

Existem coisas que só o avivamento produz


Durante um semestre letivo, uma turma da Faculdade Teológica Batista de Brasília, caracterizada por grande variedade denominacional, trabalhou para definir "Avivamento Espiritual", tendo como recursos pesquisas, entrevistas e leituras. O resultado foi um decálogo tremendo. Como trabalho final de curso, os alunos redigiram seu texto pessoal, que ampliava cada conceito, numa síntese pessoal dos achados.

Este texto-síntese veio a ser adotado pela Igreja Presbiteriana do Planalto, como pastoral à igreja.

Ouso afirmar, com base nesse fantástico estudo que existem coisas que só o avivamento produz:

1. Uma forte ênfase no conhecimento, obediência e proclamação da Palavra de Deus

• O renascimento do amor pela Palavra, leitura devocional e estudo individual, familiar, em grupos e na igreja;
• O renascimento do amor pelo Senhor da Palavra em obediência;
• O renascimento da certeza sobre a Palavra a fé e a proclamação.

2. Uma forte ênfase na oração, como relacionamento íntimo e amoroso com Deus

• O renascimento do amor pelo Senhor leva à busca de sua intimidade, sua presença, seu conselho, sua vontade;
• A oração como fortalecimento da alma: o pulmão da alma;
• A oração como a invasão do invisível: exercício de fé;

3. Desabrochar dos dons espirituais, sem que isso provoque competições, comparações nem orgulho

• A busca explícita, coletiva e individual das habilitações, carismas e manifestações do Espírito de Deus, que nos equipa para sua obra;
• O desabrochar dos ministérios, consequências daqueles dons, quando oferecidos em humildade, obediência e anonimato;
• O desabrochar da felicidade de estar fazendo, por menor que seja o vaso, transbordar.

4. Eleição de Deus como centro de devoção

• Uma progressiva descentralização de si mesmo, para concentração em Deus
• Uma descentralização da igreja e das coisas da igreja, para o Deus da igreja;
• Uma centralização de Deus, nas decisões, nos negócios, no ministério, no cotidiano, no fervor, no comer, no andar: paixão por Deus.

5. Grande sensibilidade ética

• Uma capacidade de distinguir o certo do errado proveniente do amor, e não do estudo de ética (esse pode até vir), mas o ideal é que nasça do amor!
• Uma capacidade sobrenatural de responder a essa sensibilidade, com ações, reações e coragem;
• Uma capacidade de perceber injustiças acidentais, pessoais, estruturais e mesmo históricas e lutar por repará-las.

6. Transbordamento da comunhão e do compromisso comunitário com a Aliança e suas implicações

• Uma crescente disponibilidade para as necessidades dos irmãos
• Uma crescente busca dos irmãos, numa manifestação de dependência e humildade;
• Um crescente amadurecimento de compromissos tácitos, de motivação individual e anônima, que se materializam em presença, constância, fidelidade, fidedignidade, permanência, paciência, benignidade, bondade, altruísmo e serviço humilde.

7. Forte impulso evangelístico e amor pelas almas desvalidas (órfão, viúva e estrangeiro)

• Um desabrochar do fervor evangelístico, movido pelo amor, e não apenas por um "ide"; fervor esse que rompe fronteiras, que fala, que exorta, que sofre, que chama, que explicita, que abre a Bíblia (como já não temos mais coragem de fazer), que passa por bobo, mas que testemunha;
• A redescoberta de meios e estratégias adequadas para o evangelismo institucional, coletivo, eclesiástico, contextualizado, que dá complemento ao trabalho individual (cultos ao ar-livre, acampamentos, seminários, palestras, cruzadas, etc.)

8. Crescente impulso à adoração e fervor

• Uma nova alegria, um novo cântico, uma nova adoração, um novo compromisso, um novo espírito, uma nova exultação, uma nova sensibilidade para o mover do Espírito de Deus;
• Uma inusitada e crescente vontade de adorar, cantar, louvar (reconhecer Deus nas coisas do dia) orar; de submeter às coisas, os fatos e acontecimentos do cotidiano a Deus, nas conversas, no compartilhar, na comunhão, no culto e fora dele. Evoluir de uma igreja de orações para uma igreja de oração. Uma nova exultação pelo reconhecimento dos feitos de Deus;
• Um novo fôlego de afeição e confiança em Deus, que leva à adoração, à ousadia espiritual, ao dispender de tempo na presença de Deus, à fé bíblica, aos dons, à misericórdia, ao perdão, à superação de limitações pessoais, relacionais; à superação do impossível, do impensável, do imponderável seja pela interveniência do milagre, seja pelo milagre da compreensão, discernimento, submissão e aceitação dos desígnios de Deus.

9. Forte ênfase na definição, ampliação e focalização da dimensão missionária

• O rápido amadurecimento da identidade da igreja e do crente, individualmente, quanto ao seu papel no meio em que está; o amor acha seu próximo, acha meios, acha caminhos;
• O reavivamento de seu fervor e compromisso em relação a missões, sejam transculturais, sejam urbanas;
• Uma crescente compreensão do caráter da encarnação como símbolo do amor sacrificial que vai buscar o perdido onde ele está, para trazê-lo para o Pai.

10. Manifestação do fruto do Espírito, com ardente fervor, num misto de ardor e humildade.

• Uma urgente "desestrelização" dos servos de Deus, desaparecimento da necessidade de aprovação para o exercício da piedade, da busca de aprovação institucional para o uso de dons e exercício de ministérios;
• A manifestação anônima, humilde e construtiva de amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio;
• Uma crescente capacidade de aceitar a provação, a dor e o sofrimento, com humildade e resignação, como quem confia que não cai um fio de cabelo da cabeça sem que Deus consinta. E mais: a capacidade de exultar nas tribulações, sabendo que ela produz perseverança, onde há o Espírito de Deus; e a perseverança experiência; e a experiência, esperança.
Que Deus envie um VERDADEIRO avivamento ao Brasil!!!
Até mais...
Alan Brizotti

terça-feira, 11 de outubro de 2011


Oração terceirizada ! e aí..vai uma ?

Oração é o ato espontâneo e deliberado de se "comunicar com Deus" !


Costumo dizer que essa comunicação estabelecida com o Senhor, não parte do "monólogo passional ", mas do "diálogo relacional". Pois, por meio da vida prática de oração, Deus  deseja manter um relacionamento permanentemente conosco, firmado num dialogo ininterrupto; onde meu processo mental seja uma constante diante do Senhor.

Porém, percebo que hoje em dia, a primazia da oração como "veiculo natural do contato com Deus", vem sendo substituído paulatinamente pela oração terceirizada. 

Sabemos, que muitos empresários estão terceirizando sua mão de obra,  gerando  um relacionamento superficial, entre empresas e funcionários. 

O mesmo vem ocorrendo no meio "evangélico paganizado", onde o contato espiritual com o Senhor vem sendo terceirizado, deteriorando nossa relacionalidade com Deus. Pastores, Apóstolos e Profetas se colocam como nossos mediadores, criando um vício dependente pior do que qualquer substância psicotrópica.

As evidencias ganham formas e contornos diante dos nossos olhos, ao vermos alguns maninhos queridos, buscando a "casa da profetiza tal"...ou, nas filas que se formam no final dos cultos de libertação, na busca da "oração ungida do homem de Deus". Sem mencionar no "Disk vaso" !   (Eita glória ! rs. )

Gerando paranóia nos pequeninos do Senhor! 

A meu ver, está mais que na hora, de trazermos à tona a doutrina Luterana do "Sacerdócio para todos" conhecida  também como "Sacerdócio Universal". Pois, todos nós somos servos de Deus e, fomos  constituídos como sacerdotes e seguramente estamos habilitados espiritualmente, para intercedermos uns pelos outros igualmente, sem distinções.  Portanto, definitivamente, eu não aceito certas pessoas se colocando entre o "meu Senhor e eu", como se eles possuíssem legitimidade e credenciais superiores. (No entanto, devo salientar que não estou dizendo a você Pastor...  que é errado orar com imposição de mãos ou com oléo ..claro, desde que isso não seja utilizado como agente escravizador e manipulador! )

Porque,  só há um único sumo-sacerdote entre Deus e homens: Jesus ! 

Concluo, dizendo que não existe oração mais poderosa que o seu clamor diante de Deus.
É a tua voz que o Senhor quer ouvir... é o teu clamor que Ele quer escutar...
E, quando a vida de oração, se estabelecer na prática diária, as suas debilidades e necessidades Ele atenderá, segundo sua boa vontade !

Quando você rasgar o teu coração diante Dele... o ponto fraco de Deus será revelado!
Porque, o Senhor não resiste ao coração quebrantado e contrito....Ele se derrete. 
Esta é a santa vulnerabilidade de Deus!

Chega de termos um relacionamento com o Senhor de 2ª mão ! 

Ore.  Sem intermediários! Busque-o !
Para que do dialogo relacional brote comunhão,intimidade e confiança inabalável Naquele que tudo pode !

Em Cristo, meu intercessor e mediador..
Carlos Herrera.

Eita Glória !


Uma certa vez, uma profetiza "muito respeitada" na região onde vivo, veio num culto das irmãs na A.D onde congregávamos. A tal profetiza se aproximou com toda "otoridade" que lhe era peculiar, e disse a minha mãe: "Eis que te digo, mulher!  Deus manda lhe dizer , teu esposo vai voltar! . Minha mãe retrucou dizendo: não irmã, ele não vai voltar...A mué de "deus" insistia:Sim! "deus" me disse, ele vai voltar. Duvidas do Senhor? Minha velha respondeu: Jamais duvidarei do meu Senhor! Agora... se o Deus de milagres ressuscita-lo... eu o recebo em nome de Gesuis" rsss (detalhe: meu pai tinha falecido a pouco tempo )

Este é o nível de pateticidade da profetada....

Creio na contemporaneidade dos dons ! Nem por isso devo transforma-los em espetáculo circense. Esses camaradas utilizam os dons tanto para auto-promoção no Reino de Deus, quanto para subjugar os "pequeninos do Senhor". E, se esquecem que existem dons  tanto para edificação pessoal como para edificação do corpo de Cristo! Jamais, se deve tirar vantagens em benefício próprio...Para mim, estas são características dos "Falsos Profetas" .

Em Cristo
Carlos Herrera

sexta-feira, 7 de outubro de 2011


O bebê crente e o bebê ateu


ilustrações, esboços, bebê crente, bebê ateu, féNo ventre de uma mulher grávida, dois bebês estão tendo uma conversa. Um deles é crente e outro ateu.
O Ateu: Você acredita na vida após o nascimento?
O Crente: Claro que sim. Todo mundo sabe que existe vida após o nascimento. Nós estamos aqui para crescer fortes o suficiente e nos preparar para o que nos espera depois.
O Ateu: Bobagem! Não pode haver vida após o nascimento! Você pode imaginar como seria essa vida?
O Crente: Eu não sei todos os detalhes, mas acredito que exista mais luz, e talvez a gente caminhe e se alimente lá.
O Ateu: Besteira! É impossível andarmos e nos alimentarmos! É ridículo! Nós temos o cordão umbilical que nos alimenta. Eu só quero mostrar isso para você: a vida após o nascimento não pode existir, porque a nossa vida, o cordão, já é demasiado curta.
O Crente: Eu estou certo de que é possível. Ela será um pouco diferente. Eu posso imaginá-la.
O Ateu: Mas não há ninguém que tenha voltado de lá! A vida simplesmente acaba com o nascimento. E, francamente, a vida é apenas um grande sofrimento no escuro.
O Crente: Não, não! Eu não sei como a vida após o nascimento será exatamente, mas em todo caso, nós encontraremos nossa mãe e ela cuidará de nós!
O Ateu: Mãe? Você acha que tem uma mãe? Então, onde ela está?
O Crente: Ela está em toda parte à nossa volta, e nós estamos nela! Nós nos movemos por causa dela e graças a ela, nós nos movemos e vivemos! Sem ela, nós não existiríamos .
O Ateu: Bobagem! Eu não vi nenhuma mãe semelhante; portanto, não existe nenhuma.
O Crente: Eu não posso concordar com você. Na verdade, às vezes, quando tudo se acalma, nós podemos ouvi-la cantar e sentir como ela acaricia o nosso mundo. Eu acredito fortemente que a nossa vida real começará somente após o nascimento. Eu creio!
Autor desconhecido


quinta-feira, 6 de outubro de 2011


Steve Jobs - Fundador da Apple - Nota de Falecimento - 05.10.2011


Steven Paul Jobs - 24.0.1955 - 05.10.2011
Morreu hoje aos 56 anos Steven Paul Jobs, fundador e atual presidente da Apple - e autor de frases marcantes sobre o futuro do trabalho e da tecnologia. O executivo sofria de câncer estava de licença médica desde o início de fevereiro e, no fim de agosto, havia se afastado do comando da Apple. Segundo a família, ele teve uma morte tranquila. Além de comandar a Apple, Steve Jobs também foi um dos criadores do estúdio de animação Pixar.
O executivo era casado com Laurenne Powell, que conheceu ainda na faculdade, há 30 anos. Ele deixa três filhos do casamento com Laurenne, além de uma filha de um relacionamento anterior.

Fonte IG

segunda-feira, 3 de outubro de 2011


5 dicas para dar um “upgrade” em sua vida espiritual

5 dicas para dar um “upgrade” em sua vida espiritual
Creio que um dos maiores desafios de cada um de nós é valorizar e investir em nossa vida espiritual em meio a essa vida corrida que levamos. Apesar de termos uma vida corrida, isso não é uma desculpa para descuidarmos ou negligenciarmos nossa vida espiritual. Deus, em nosso século, ainda requer de nós, que nos relacionemos com Ele e que tenhamos uma vida espiritual nutrida e forte. Assim, quero compartilhar 5 dicas para darmos um “upgrade” em nossa vida espiritual e assim agradarmos a Deus e de “quebra” ainda ganharmos o fortalecimento de nosso espírito.

1-Situe sua vida espiritual no espaço

É no espaço de tempo terreno que acontece o investimento na vida espiritual. É dentro das 24 horas do nosso dia que devemos encaixar a vida espiritual. Assim, a primeira coisa a fazer é achar em sua agenda um espaço para colocar seu tempo de dedicação à leitura, à oração, à igreja, etc. Ache esse tempo dentro das suas 24 horas. Porém, seja realista. Não queira planejar uma hora de oração se não terá como cumprir. Comece com objetivos alcançáveis e vá melhorando com o tempo. Sugiro um período de 30 minutos para começar. Pode ser 10 para orar e 20 para ler e meditar na Bíblia. Porém, não fique paralisado nesse tempo. Aumente à medida que vê possibilidades.

2-Priorização é tudo

Aquilo que não é uma prioridade para você, provavelmente, será deixado de lado ou negligenciado. Coloque em sua mente que vida espiritual é importante, que é prioridade e, após isto, destaque em sua agenda a prioridade em cumprir esse compromisso. Faça o impossível para cumprir esse compromisso. Não deixe outras coisas tomarem o lugar que você reservou para sua vida espiritual. Lembre-se que os inimigos não ficarão parados. Imprevistos acontecem, mas não devem acontecer todos os dias. Enfrente as contrariedades!

3-O lugar é muito importante

Apesar de crer que podemos praticar nossa vida espiritual em quase qualquer lugar, creio também que é muito importante que tenhamos um espaço especial para os encontros com o Pai. Cito dois exemplos. Daniel orava em seu quarto, na sua casa (Dn 6. 10). Jesus, por várias vezes, ia a lugares especiais (isolados) para nutrir sua vida espiritual. O lugar é importante. Prepare um lugar especial com infraestrutura suficiente para que você possa se encontrar com Deus em paz. Deixe claro para quem quer que seja que não quer ser incomodado naquele momento.

4-Tenha um caderno de registro de sua vida espiritual

É importante manter certo controle estatístico de como anda a sua dedicação à sua vida espiritual. Eu costumo marcar os dias que cumpri meu compromisso e os dias que não o cumpri. Anoto em um caderno o que li, quanto tempo consegui dedicar, o que me chamou atenção. Anoto também o que me impediu de cumprir meu compromisso, quando falho. Assim, tenho uma visão de como tem andado minha dedicação à vida espiritual. Acompanhamento é fundamental. Tenha seu caderno de registro de sua vida espiritual. É muito gostoso folheá-lo e ver o que Deus falou e poder perceber o que está bom e o que precisa melhorar.

5-Faça sua parte que Deus faz a Dele

A vontade de Deus é que cresçamos em nossa vida espiritual, assim, Ele abençoará qualquer esforço, por menor que seja, a fim de que permaneçamos firmes e fortes nesse propósito. Assim, cabe a nós fazermos a nossa parte, pois Deus fará a Dele. Quero te desafiar a fazer a sua parte! Você verá como crescerá e será abençoada a sua vida.






Prs Darci e Mirian Francisco


NÃO DEIXE QUE SEUS OSSOS ENVELHEÇAM!

NÃO DEIXE QUE SEUS OSSOS ENVELHEÇAM!

Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia. Porque a tua mão pesava dia e noite sobre mim, e o meu vigor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado e a minha iniquidade não mais ocultei. Disse: confessarei ao SENHOR as minhas transgressões; e tu perdoaste a iniquidade do meu pecado.
Salmo 32.3-5
O rei Davi foi usado para nos deixar boas lições. Uma delas diz respeito àquilo que o pecado não confessado fez na vida dele. A tentação vem, porém, se não a aceitarmos, não teremos cometido pecado. O Espírito de Deus luta conosco para que não caiamos em tentação, mas, uma vez tendo sucumbido a ela, não nos resta alternativa a não ser nos arrependermos, confessarmos o nosso erro e, se for o caso, fazermos a restituição.
Enquanto Davi não confessou suas transgressões, ele viu a sua estrutura envelhecer. Não importa a sua idade, se você for um servo de Deus e não deixar pecado encoberto em seu coração, irá manter-se jovem na aparência, no humor e no trato com as demais pessoas. Persistir nos erros faz com que seu espírito envelheça. A sua alma irá bramir, gritando todo dia, pois ela não quer ir para a perdição eterna.
 Esse bramido ocorria porque a mão do Senhor pesava sobre Davi. Ainda hoje, Deus faz a mesma coisa com a pessoa que erra, pois, por amá-la, Ele sabe que, se ela não se livrar da transgressão, não conseguirá escapar da condenação, a qual é inevitável. Quem não se acerta com o Pai vive um dilema muito grande. De um lado, deseja ir para o Céu, mas, do outro, a vergonha ou algum orgulho bobo o faz esconder o erro.
Davi percebeu que até seu humor fora afetado. Depois de pecar, o interior desse rei se parecia com a terra quando não chove: seca e quebradiça, pois nela não há vida. Quando isso acontece, o indivíduo já não tem mais prazer em seu viver, fica enjoado, mal-humorado, ranzinza, e as demais pessoas se afastam dele. Isso é um sinal que o Criador colocou em nós para que não escondamos o pecado e o confessemos para nos livrarmos dele.
Ao tomar consciência da sua iniquidade, Davi fez o que era certo: confessou-a, e a sua maldade não escondeu. Ele assumiu que errou, mas não mentiu dizendo que foi de uma hora para outra, ou que não planejou aquilo. O rei disse ao Senhor que o seu erro era doloso, maldade mesmo, como o de alguém que quer praticar atos inconsequentes. Seja sempre verdadeiro e não ponha a culpa pelas suas transgressões em ninguém. Se você deseja ser limpo, abra o coração e confesse tudo.
Davi passou a dizer a si mesmo que confessaria seu pecado a Deus. Então, chegou o tempo de se colocar em comunhão com o Senhor, abrir a boca e fazer a confissão. Agora é o momento mais propício para você abrir o seu coração e confessar ao Senhor o seu erro. Enquanto você está lendo esta mensagem, o Espírito de Deus está falando ao seu coração. Ele lhe perdoará as faltas se você for honesto. Há casos em que você terá de procurar aquele a quem ofendeu e também se confessar a ele. Foi o Altíssimo quem convenceu Davi de seus erros, e, depois da sua confissão, perdoou as transgressões daquele rei. Seja sincero, e o Senhor fará o mesmo por você (1 Jo 1.9).
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares

sábado, 1 de outubro de 2011


Crente fraco, crente forte...


por Zé Luís

     O rapaz, não muito ligado a religiosidades, chegou no escritório em que trabalhava, um departamento da empresa com quase uma duzia de mulheres, todas evangélicas, tendo em mãos um saco de deliciosas balas carameladas, com recheio de chocolate e doce de leite. Ele sabia qual seria a atitude das mesmas diante daquelas deliciosas guloseimas e oferecia a elas sem restrição: Pode pegar o quanto quiserem, trouxe para ser consumido aqui mesmo – dizia ele.

Uma das moças, enfiou três balas na boca de uma vez, e sorrindo para as amigas, mostrava os nacos marrons do caramelo, grudados nos dentes.

“-Vocês não vão acreditar, mas acabei de ganhar esse saco de bala delicioso de um centro de umbanda que frequento, era festa de Cosme e Damião e, na festa, os erês sempre me presenteiam... mas esse ano eles capricharam não acham?...”

Não é necessário contar que enquanto ele falava, as crentes cuspiam suas balas, outras corriam para o banheiro para lavar a boca ou pegar papel para limpar a sujeira que fizeram em suas mesas, com toda aquela cusparada.

Na primeira carta de Paulo aos crentes da cidade de Corintho, ele separa como fracos, logo no capítulo 8, os que se privam de se alimentar de comidas – ditas – consagradas a deuses – ou demônios, se preferir. Segundo o raciocínio, não existem deuses para se consagrar alimentos, e portanto, a não ingestão dos mesmos é apenas uma das diversas amarras que mantém o salvo em Cristo com trejeitos de quem não desfruta essa salvação.

Dentro desse misticismo dos fracos, no qual, quase todos nós estamos inclusos de uma ou outra forma, estão velhos medos, usos e costumes preservados por uma tradição inexplicável, e que muitos continuam aplicando, por medo - ferramenta tão útil na mão dos manipuladores – mantendo-os nas amarras imaginárias. Alguns, por cumprirem suas regras imaginárias, se julgarão atalaias da verdade e da vida, outros verão no hábito das interpretações particulares, forma de lucro. Em resumo, é muito comum ver fracos mostrando fortalezas, enquanto o forte, diz-se um fraco.

Logicamente, Paulo não recomenda que aquele que julga ser pecado algo que não seja, que passe a prática-lo só porque viu um crente firmado fazendo. A consciência deve estar firmada na compreensão da força do sangue de Cristo. Sem isso, essas coisas praticadas se tornarão pecados íntimos, quebrando neste a comunhão com o Altíssimo, já que isso ainda não foi bem resolvido em seu íntimo. Ao Espírito não foi permitido ainda a cura nessa área, eis sua fraqueza.

Na parábola dos talentos, aquele que só tem um talento se justifica de sua atitude covarde por ter no dono do que lhe foi confiado, alguém severo, e o mesmo se faz assim, acusando-o de servilidade inútil. O doador dos talentos prefere entregar mais talentos para quem o olha como generoso, e não como castrador. O dono dos talentos é o mesmo: o que muda é a forma que cada um pretende servi-lo quando Seu chamado vier, e os piores servos são aqueles que esperam leis no lugar da Graça, embora sejam servos, e fracos.

Já o que pode se alimentar de tudo, não o faça diante daquele que não crê assim, continue sem o alimento, fazendo-se de fraco. Esse tal crente forte, fazendo coisas consideradas erradas aos olhos do fraco, confunde-o, podendo causar-lhe a perda de seu zelo, precioso aos olhos de Deus, a ponto dele olhar para sua própria fé como algo também superável. Os fortes são responsáveis pelos que não tem os artelhos firmados na caminhada, como deve-se fazer nas famílias que se amam.

“Examine o homem a si mesmo” - aconselha o apóstolo dos gentios, um convite a usarmos esse presente divino, chamado cérebro, combinado com a presença em nossa alma do Espírito, para compreender intimamente nosso caminho, não fazendo dessa compreensão algo digno de ser gabarito do que é certo ou errado para os que nos rodeiam.

Paulo escreveu isso há 2000 anos. Desde o começo é assim, feito em varias escalas, criando mutações – malignas - do Cristianismo, que não morrem com tanta facilidade: versões e interpretações de leis, regras, roupas, sons, símbolos, cores, lugares, períodos. Todas elaborados fora da Graça.



Prs Darci e Mirian Francisco