quinta-feira, 8 de setembro de 2011


Podemos conhecer a Deus?



Esta é a primeira postagem de uma série de três em que pretendo tratar de nossa visão acerca de Deus, tendo em vista o fato, hoje, bastante comum de muitos insistirem em reduzi-lo aos meandros de nossas limitações e do que pensamos a seu respeito. 

Começo por afirmar que tudo o que dissermos sobre pessoas e coisas não mudará a sua natureza e forma. Elas continuarão a ser o que são, independente do que pensamos e propomos. É óbvio que os julgamentos que fazemos são influenciados pelo nosso background, que sujeita a nossa capacidade de enxergar aos óculos da nossa formação. Mas o modo como enxergamos não altera a essência de nada, mas permite que possamos escrutiná-la na medida em que essa visão seja cada vez mais acurada. No entanto, coisas continuarão a ser coisas e pessoas continuarão a ser pessoas. 

Isso não nos tira o senso crítico de refletir, ponderar e construir juízo de valor, à luz dos elementos que dispomos, mas revela, por outro lado, que, enquanto a natureza e forma das coisas e pessoas não mudam, o nosso pensamento a respeito pode variar de acordo com a nossa visão de mundo. 

É o caso da estátua pintada de ouro do lado esquerdo e de prata do lado direito. Uns dirão que a cor é ouro; outros, que a cor é prata, a depender do ângulo da visão de cada um. Se não houver quem enxergue de uma posição que contemple os dois lados – o todo – prevalecerá em cada mente aquilo que conseguiu enxergar. Para uns, a estátua será ouro; para outros, prata, sem que essa visão reducionista mude um milímetro sequer a natureza e a forma dela. 

Quando falamos ou escrevemos sobre Deus, a partir do pressuposto da crença em sua existência, não podemos deixar de levar em conta que as premissas acima darão o tom da visão que se tem do Todo-poderoso. Sempre teremos quem o verá do lado esquerdo – a cor ouro – enquanto outros o verão do lado direito – a cor prata. Ou seja, o conhecimento a respeito do Criador se restringirá ao ângulo que a visão alcança e aí ficará limitado. Mas isso não mudará a sua natureza. 

Minha opinião sobre Deus não alterará a sua essência. Ele continuará a ser o que é. Jamais tomará a forma camaleônica de existir. Mas temos de convir que, embora ele não mude – disso estamos certos – a minha visão dirá o que penso a seu respeito e o tipo de fé que tenho em Deus. Filhos que crescem à sombra de pais violentos e autoritários, por exemplo, poderão desenvolver uma visão unilateral de um Deus violento e autoritário. 

É vital definir esse ponto porque muito do que se diz e escreve por aí sobre Deus é fruto desse pensar reducionista, que vê apenas um lado da estátua, e confina o Criador aos casulos das concepções humanas. O resultado são essas desastradas teologias, onde se cria um Deus pequeno, mesquinho, impotente, que cabe em nossas mãos, que fica do tamanho do homem, que não enxerga um palmo além do seu nariz, embora – repita-se – nada disso mude a sua natureza.

Afinal, qual é o Deus da sua concepção e em que Deus você crê? 

Voltemos à ilustração da estátua. 

Quem a enxergasse de uma posição que pudesse ver os dois lados – o todo – descobriria que ela era tanto ouro quanto prata, sem se considerar, aqui, por óbvio, os elementos que compunham a sua estrutura. A questão básica, portanto, era encontrar essa posição “privilegiada” de onde a estátua pudesse ser enxergada dos dois lados, de um ângulo com visão de 360 graus. Só que alguns por preguiça, pressa ou desinteresse preferem passar direto, sem perscrutar todas as possibilidades, enquanto outros acreditam que o mundo da praça onde foi construída a estátua se limita ao ângulo de sua visão. E assim uns continuam a achar que ela é ouro; outros, que é prata. 

Em relação a Deus há também uma posição “privilegiada” pela qual podemos enxergá-lo de forma ampla e melhor compreender a sua natureza. Não precisamos permanecer confinados à própria ignorância e aos condicionamentos que se nos impõem, mas nos é possível condicionar o nosso pensamento à vastidão do alcance da visão que esse lugar nos oferece. Suponho que você já o tenha decifrado. É a Escritura. A Bíblia Sagrada. 

Embora muitos prefiram desconsiderá-la e não reconhecer-lhe o mérito, ela é, por assim dizer, o “ponto de observação” de onde Deus pode ser conhecido, tanto em seu “lado ouro”, quanto em seu “lado prata”, para usar a figura da estátua que empreguei acima. É óbvio que nunca o conheceremos em plenitude, enquanto limitados em nossa mente finita, mas a partir da visão acurada que a Bíblia nos permite, temos condições de errar menos em nossas concepções sobre o Criador. 

Em minha próxima postagem quero mostrar porque a Escritura tem essa prerrogativa, para, então, na terceira postagem, concluir sobre o que podemos conhecer acerca de Deus através dela.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

IRMÃOS DA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS - CAMPINAS / SETOR BELO HORIZONTE SUL


Eduarda Klen Francisco e Samuel Francisco, netos do Pr. Darci e Mirian Francisco


Obreiros reunidos no dia da Ceia de Setembro/2011


As senhoras reunidas para participar da Ceia em Setembro de 2011


As Senhoras reunidas e Unidas na Ceia de Setembro de 2011


André Francisco, sua esposa Osana e filha Eduarda 


Família do Pr Darci e Mirian Francisco - Filhos, noras e genro


Prs Darci e Mirian Francisco com seus filhos (da esquerda pra direita) Gustavo, Soellyn, Darci, Mirian, André Luiz e Eduardo


Jovens "Mais Q Vencedores" Esperança do Futuro da Igreja!


Crianças da Igreja, rumo ao futuro!


Toda família dos Prs Darci e Mirian Francisco - (da esquerda para direita) Emanuele e Gustavo, André com o Samuel Francisco no colo e Soellyn, David com short vermelho (filho do coração), Cibele e Eduardo, Osana e André Luiz 


Olha as crianças aí de novo! Lindas demais!


Jovens estão empolgados!


TESOURO

Imagine achar um tesouro...
Há os que possam achar o tesouro sendo surpreendidos, pois não estavam buscando nenhum tesouro e por tal motivo, não entendem o real valor desse tesouro.


Há os que acham o tesouro porque estão buscando encontrar algo que possa causar uma mudança em suas vidas...E de tanto buscarem...


acabam encontrando...


Mas, é necessário um mapa como nos filmes? Sim, há um mapa que revela um tesouro incomparável. E onde está esse mapa? Na bíblia, lá está a rota que conduz ao maior tesouro de todos.


Quem encontra esse tesouro, DEUS, encontra a razão de viver.


"então o Todo-Poderoso será o teu tesouro,
e a tua prata preciosa.
Pois então te deleitarás no Todo-Poderoso,
e levantarás o teu rosto para Deus.
Tu orarás a ele, e ele te ouvirá;
e pagarás os teus votos.
Também determinarás algum negócio,
e ser-te-á firme,
e a luz brilhará em teus caminhos."

Jó 22: 25 -28

Deus é o Nosso Tesouro, o nosso maior encontro, o maior achado... A bíblia diz que Ele nos faz habitar em família. Louvo a Deus pela Igreja do BHsul, pela vida de cada obreiro, cada obreira, cada membro, e pela linda família que Deus nos deu!
Vocês são o nosso maior tesouro: Amigos, Irmãos e Família!
Deus os abençoe ricamente.
Setembro de 2011.


Prs Darci e Mirian Francisco





NOSSA OFERTA DEVE TER A MARCA DA GRATIDÃO

A oferta que Deus aceita é cheia de gratidão

O bendito ato de dar é o resultado de um coração agradecido a Deus por suas bençãos.    Costumo dizer, que a oferta que agrada a Deus é a materialização de nossa gratidão.    Se nossa oferta não traz a marca da gratidão, ela se torna ineficaz diante de Deus.
Observemos algumas faces desta nobre virtude – a gratidão:

1.    A gratidão é a memória do coração
A gratidão será sempre a memória do coração; portanto, os ingratos sofrem de amnésia espiritual, porque não possuem memória no coração.
Consideremos que o culto levitico na Antiga Dispensação, não tinha apresentações musicais, nem corais, nem vocais, nem solos; não havia nem pregação.  Mas, todo culto se resumia em ofertas. Ofertas pacificas, ofertas pelo pecado, ofertas de primicias do fruto da terra e de animais.  O culto se resumia em ofertas.
E, tudo o que era trazido para a Casa de Deus, tinha como objetivo – Agradecer a Deus.
Creio que seríamos mais abençoados, se ofertassemos e dizimassemos, movidos por profunda gratidão ao Senhor.  São felizes os crentes que oferecem a Deus sua oferta como sacrificio de ação de graças, como fazia o rei Daví,que dizia:
“Bendize ó minha alma ao Senhor, e tudo o que há em mim, bendiga o seu santo nome.”  (Sl 103:1)

2.  A Gratidão precede a multiplicação
Há crentes que não provam a benção da multiplicação em seus rendimentos, porque são ingratos a Deus.   Jesus antes de multiplicar os cinco pães e dois peixes, nos ensina que não pode haver multiplicação, sem antes haver gratidão:  “E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos, pelos que estavam assentados;  e igualmente também os peixes,  quanto eles queriam.” (Jo 6:11)
Crentes ingratos passam pela vida, sem verem o poder multiplicador da benção de Deus.   Mas, o agradecido, vivencia a cada partir do pão, o milagre da multiplicação. (1 Ts 5:18)(Cl 3:17)

É interessante como Deus trabalha na vida de quem é a Ele agradecido.   Quando agradecemos as bençãos recebidas (Sl 103:1,2), estamos preparando o caminho para mais bençãos.                      Deus ve o coração agradecido, como o solo mais fértil para seus gloriosos investimentos.
Deus trabalha assim:   A gente agradece e recebe. Recebe e agradece;  e porque agradece, continua recebendo.  Bendito ciclo.     Queridos irmãos, não interrompamos este divino processo em nossas vidas, mas sejamos a Ele agradecidos sempre. 
No milagre que Jesus operou purificando dez leprosos de uma só vez.  Jesus não desejava apenas curá-los fisicamente, mas também salvar suas preciosas almas.   Nove receberam apenas a cura para seus corpos; mas, um que tinha o coração cheio de gratidão, voltou para render-lhe graças.  Nove receberam apenas a cura fisica.  Mas, este foi duplamente abençoado:  Foi curado da lepra completamente e foi salvo pelo poder de Deus (Lc 17:11-19).   Voltemos sempre ao Senhor para agradecer-lhe.   Não tenha dúvidas, que ao voltarmos a Ele, mais bençãos receberemos.

3.   A Gratidão tem fragrancia
A mulher que materializou seu amor e sua honra para com o Senhor Jesus, no jantar em Betanea, segundo o relato do evangelista Marcos (Mc 14:3-9), nos ensina que a gratidão tem fragrancia:
   “E, estando Ele em Betanea assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso,  veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro, com um unguento de nardo puro, de muito preço, e, quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça.
E alguns houve que em si mesmos se indignaram e disseram:  Para que se fez este desperdício de unguento ?
Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros e dá-los aos pobres.   E bramavam contra ela.
Jesus,  porém, disse:   Deixai-a,  para que a molestais ? Ela fez-me boa obra.
Porque sempre tendes os pobres convosco e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes;   mas a mim nem sempre me tendes.
Esta fez o que podia;   antecipou-se a ungir meu corpo para a sepultura.
Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo onde este evangelho for pregado,  também o que ela fez será contado para sua memória.”
Vejamos agora as características da fragrancia da gratidão:
Primeira:  A fragrancia da gratidão é preciosa
“E, estando Ele em Betanea assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso,  veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro, com um unguento de nardo puro, de muito preço...”  (Mc 14:3)
O que é precioso para nós no sentido monetário, significa normalmente muitos zeros e cifrões.  No entanto, o que valor para Deus, traz consigo o ouro de um coração agradecido.  Pode ocorrer de uma oferta de alto valor nem tocar no coração de Deus.   Mas,  uma oferta, como a da viúva pobre, que certamente fará o coração de Deus se alegrar,  fará sempre a diferença. 
Não devemos esquecer, que aquilo que comove a Deus não é a oferta e seu  valor monetário;  mas,  o coração sincero e grato do ofertante.

Segunda:  A fragrancia da gratidão verte da raiz do coração
O perfume do nardo era extraído da raiz.  E, isto nos leva a pensar que a fragrancia da gratidão verte da raíz de um coração quebrantado (Sl 51:17).

Terceira:   A fragrancia da gratidão revela o quanto amamos ao Senhor
“E, estando Ele em Betanea assentado à mesa, em casa de Simão, o leproso,  veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro, com um unguento de nardo puro, de muito preço, e,quebrando o vaso, lho derramou sobre a cabeça.” (Mc 14:3)

Quarta:   A fragrancia da gratidão que honra ao Senhor, irrita aos ingratos e avarentos

“E alguns houve que em si mesmos se indignaram e disseram:  Para que se fez este desperdício de unguento ?
Porque podia vender-se por mais de trezentos dinheiros e dá-los aos pobres.   E bramavam contra ela.”  (Mc 14:4,5)
Como é criticado, principalmente pelos ímpios, todo crente que é liberal nos dízimos e ofertas.    Por não serem convertidos e não entenderem os princípios da lei da semeadura, chegam a ser implacáveis em suas critícas e impropérios.    Dizem, que somos loucos, fanáticos, e estamos sendo iludidos pelo nosso pastor.
A critica dos avarentos e medíocres, não intimidou aquela mulher.   Seu coração de adoradora e seu amor a Jesus, venceu todos aqueles ataques.  Ela tinha em mente que por mais que fizesse, ainda seria muito pouco diante de tudo o que Jesus tinha feito por ela.  “Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que
me tem feito ?” (Sl 116:12)
 
Quinta:    A fragrancia da gratidão será sempre reconhecida pelo Senhor
“Jesus,  porém, disse:   Deixai-a,  para que a molestais ? Ela fez-me boa obra.
Porque sempre tendes os pobres convosco e podeis fazer-lhes bem, quando quiserdes;   mas a mim nem sempre me tendes.
Esta fez o que podia;   antecipou-se a ungir meu corpo para a sepultura.”   (Mc 14:6-8)

Sexta:  A fragrancia da gratidão rompe as épocas com seu perfume
“Em verdade vos digo que, em todas as partes do mundo onde este evangelho for pregado,  também o que ela fez será contado para sua memória.”  (Mc 14:9)
Todos sabemos que a preciosidade de um perfume depende de dois fatores: fragrancia e tempo de fixação.    Já mencionei acima um pouco a respeito da fragrancia.    Mas, sobre o tempo de fixação desta fragrancia, o próprio Jesus vaticinou, que aquele perfume seria percebido através dos séculos, onde fosse pregado o Evangelho.  

Pastor Marcos Antonio


Prs Darci e Mirian Francisco

terça-feira, 6 de setembro de 2011


Depressão, o Cárcere da Alma

E Acabe fez saber a Jezabel tudo quanto Elias havia feito, e como totalmente matara todos os profetas à espada. Então Jezabel mandou um mensageiro a Elias, a dizer-lhe: Assim me façam os deuses, e outro tanto, se de certo amanhã a estas horas não puser a tua vida como a de um deles. O que vendo ele, se levantou e, para escapar com vida, se foi, e chegando a Berseba, que é de Judá, deixou ali o seu servo. Ele, porém, foi ao deserto, caminho de um dia, e foi sentar-se debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: Já basta, ó SENHOR; toma agora a minha vida, pois não sou melhor do que meus pais. (I Rs 19:1-4)


Por Hernandes Dias Lopes
A depressão foi definida por Andrew Solomon como um parasita que suga a seiva da nossa vida. É como engolir seu próprio funeral e vestir-se de uma roupa de madeira. A depressão é o cárcere da alma, a masmorra das emoções, o cativeiro que priva milhões de pessoas de nutrirem na alma, a esperança do amanhã. A depressão é classificada como uma doença e, essa doença, que possui múltiplas causas, atinge ricos e pobres, jovens e velhos, doutores e analfabetos, religiosos e ateus. A depressão é uma doença que provoca muitas outras. Se não tratada convenientemente pode desembocar em tragédias irremediáveis. A depressão é a principal causa do suicídio no mundo.

John Piper, em seu livro O Sorriso Escondido de Deus, trata deste assunto com esmerado cuidado. Há duas posições que circulam no meio evangélico sobre o assunto, que revelam um desequilíbrio perigoso. A primeira delas liga a depressão à ação demoníaca. Os defensores dessa vertente afirmam que as pessoas deprimidas estão oprimidas e até possuídas por demônios. A segunda interpretação vincula a depressão a algum pecado específico ainda não confessado. Assim, uma pessoa fica deprimida porque esconde algum pecado que precisa ser confessado e abandonado. Não subscrevemos essas duas interpretações. Julgamo-las deficientes e assaz injustas. É muito verdade que uma pessoa pode ficar deprimida em virtude de seu envolvimento com demônios e também como resultado de algum pecado escondido. Porém, uma pessoa pode ser assolada pela depressão, mesmo levando uma vida cheia do Espírito Santo. Assim como um indivíduo pode ser cheio do Espírito e ter um problema cardíaco, também uma pessoa pode estar plena da presença de Deus e enfrentar o drama da depressão.

Se há várias causas que provocam a depressão, também há vários sintomas que a revelam. O primeiro sintoma é que a pessoa deprimida é tomada por uma desesperança crônica e passa a enxergar a vida pelas lentes escuras do pessimismo. Não vê uma luz no fim do túnel nem janelas de escape. Foi o que aconteceu com o profeta Elias. Pensou que somente ele havia restado dos profetas de Deus em Israel, quando na verdade sete mil ainda não haviam se dobrado a Baal. O segundo sintoma é olhar para a vida pelas lentes do retrovisor. Uma pessoa deprimida sente uma saudade mórbida dos bons tempos que se foram e se desespera diante das incertezas do seu futuro. Sente-se num calabouço existencial e sem ânimo e forças para sair desse cárcere da alma. Nessa saga cheia de pavores, flerta com a própria morte. Não que seu desejo seja de fato morrer, mas é que sente uma dor tão profunda na alma que o único alívio que consegue vislumbrar é o alívio da morte. Não podemos subestimar esses presságios que rondam a alma de uma pessoa depressiva. Isso é uma espécie de alarme, uma trombeta que precisa de encontrar ouvidos sensíveis. É por essa razão, que o terceiro sintoma de uma pessoa deprimida é um completo desânimo quanto ao futuro. É o desejo de fechar as cortinas da vida e colocar um ponto final na existência.

Como devemos lidar com a depressão? Como ajudar uma pessoa deprimida? Primeiro, precisamos orar por ela e com ela. Depois, precisamos cientificar-nos se essa pessoa está recebendo o tratamento médico adequado para a sua doença. Ainda, precisamos estar perto dela, oferecendo-lhe um ombro amigo, um ouvido atento e um coração generoso. Finalmente, precisamos compartilhar com ela a esperança do evangelho, o poder da graça de Deus e o consolo das Escrituras. Deus nos vivifica segundo a sua Palavra. Ele tira a nossa alma do cárcere. Ele acende uma luz de esperança no túnel escuro do nosso sofrimento. Deus arranca os gemidos da nossa alma e coloca em nossos lábios, um cântico de vitória. Em síntese, trata-se da depressão com remédio, terapia e fé.
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Prs Darci e Mirian Francisco



Restitui-me, Senhor!

Ouvi uma música cristã hoje de um CD que comprei.
Fala de restituição. Bonita melodia. Mas fiquei pensando: restituir o quê? O que posso pedir que me é de direito? O que posso ter perdido e que não era para ser?
Pensei bem - eu fui servo de mim mesmo, das minhas paixões, de uma consciência sujeita aos apetites meramente animais... e agora fui feito servo de Cristo. 
E, uma vez servo, escravo,... pergunto: um escravo tem direito? Então... restituir o quê?
Mas não parei ai.
Lendo as Escrituras, acabo por descobrir que Deus, por Ele mesmo e Sua graça nos leva sempre, de graça em graça ao crescimento. Com a ajuda de cada membro, de cada junta e ligadura, com o exercício dos dons e das experiências... cresço até que um dia, alcance a estatura do Varão Perfeito. 
Ora, nesse processo, perdemos coisas, vemos coisas abaláveis sendo abaladas e caírem ao chão. E a pergunta vem: O que vou pedir pra que Deus me restitua?

Será que o assombrado Jó, pediria em sã consciência, depois de, passar o que passou e, segundo ele próprio ver com os olhos, Aquele de quem só ouvira falar? Acho que nem os bens e possessões que perdera - com a permissão de Deus e para um propósito que é sempre bom, perfeito e agradável - fariam-no desejar voltar a um patamar abaixo, a uma condição anterior à tal revelação. 
Se Deus nos faz andar em novidade de vida, a experimentar o novo - o novo que não vem de fora, mas de dentro, uma nova visão Dele, da Sua graça, da vida, das circunstâncias, do que é eterno, uma nova mente, uma nova consciência formada segundo o Evangelho, pergunto: Restituir-nos o quê?
Ora, de capa a capa, do Antigo ao Novo Testamento, lemos o apelo "Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas, porque estou fazendo coisa nova", ou coisas do tipo: "Quem lança mão do arado e olha pra trás não é digno de Mim", ou como Paulo afirmava: "Uma coisa faço - esquecendo-me das coisas que para trás ficam prossigo pra frente", o que pode ser esse pedido "Restitui-me"?
Francamente, tudo o que mais tenho pedido é que Deus me faça acontecer o novo e não reviver o que é velho. Custe o que custar, doa o que doer, quero o novo de Deus.
E, se é pra pedir restituição, pergunto: "Será que podem restituir-me o dinheiro que gastei no
 CD?"


Prs Darci e Mirian Francisco

segunda-feira, 5 de setembro de 2011


Watch live streaming video from adinet at livestream.com
>Click Jaime JogoVideo

Video - Atrai o meu coração (Filhos do Homem)

Essa atração pelo Amado da minha alma, Jesus,  é que me faz conhecê-LO e desejá-LO cada vez mais, pois Ele é o meu TUDO, é a razão do meu viver, é a razão do meu crer além do que vejo, é a razão de servi-lo sem murmurar e de segui-lo sem exitar. Ele é TUDO O QUE EU QUERO!!!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011


Você sabe mesmo o que aconteceu em 11 de setembro de 2001?


Começa hoje o mês de setembro, que ficou marcado pelos atentados ao World Trade Center, em Nova York, e ao Pentágono (Ministério da Defesa), em Washington. Muito se falará a respeito daquela manhã de 11 de setembro de 2001.

Em agosto do ano passado, perto do aniversário de 9 anos dos aludidos atentados, tive o privilégio de visitar as duas cidades estadunidenses atingidas pelos terroristas, onde fiz importantes pesquisas para o meu novo livro Erros Escatológicos que os Pregadores Devem Evitar, já entregue à editora. Compartilho aqui uma parte das minhas conclusões.


Na manhã de 11 de setembro de 2001, dezenove terroristas islâmicos embarcaram em quatro voos domésticos na costa leste dos Estados Unidos para promoverem atentados contra edificações em Washington e Nova York. O ataque ocorreu ainda na manhã daquele dia, atingindo as duas torres do maior conjunto comercial do mundo. Elas vieram abaixo algumas horas depois de terem sido atingidas por duas aeronaves comerciais (Boeing 767), oriundas de Boston.


Outra aeronave, um Boeing 757, que havia decolado de Washington, D.C., com destino a Los Angeles, atingiu o prédio do Pentágono, destruindo parte do conjunto. Muitos funcionários do governo federal norte-americano perderam as suas vidas. Um quarto Boeing (modelo 757), que partira de Newark, Nova Jersey, com destino a São Francisco, acabou caindo em Shanksville, a 130 quilômetros ao sul de Pittsburgh, na Pensilvânia.

Tudo foi planejado fria e detalhadamente pelos terroristas, a fim de que os dois prédios principais do World Trade Center, com 110 andares cada um (mais de 400 metros de altura), viessem abaixo. Como eles abrigavam escritórios de centenas de empresas, de 25 países, cerca de cinquenta mil pessoas trabalhavam ali. Além disso, havia seis subsolos, com um centro comercial, estacionamento para dois mil carros e acesso para o metrô.

Os conspiracionistas insistem na ideia absurda de que os próprios Estados Unidos ordenaram os atentados, obedecendo à ordem dos bilderbergs. Mas há muitas provas de que os quatro sequestros simultâneos foram planejados por terroristas árabes, a mando de Osama bin Laden, morto neste ano, no Paquistão. Como se sabe, as Torres Gêmeas foram construídas para resistir ao impacto de um Boeing 727. E os terroristas — que sabiam o que estavam fazendo — usaram os modelos 757 e 767.

É claro que os prédios não caíram apenas por causa dos aviões. As imagens mostram que eles entraram pelas janelas, numa manobra que revelou a enorme perícia dos pilotos. O modo como os terroristas acertaram as torres indicam que o planejamento do ataque foi minucioso. Acima de oitocentos quilômetros por hora, um grande avião empurra uma grande quantidade de ar à sua frente, a ponto de ser impossível acertar em cheio um paredão. Por isso, os pilotos voaram a 450 quilômetros por hora e optaram pela trajetória curva, ao atingir o alvo.


No caso do Pentágono, em que não há imagens do momento do impacto, nota-se como o ataque foi pormenorizadamente planejado. Os pilotos mostraram possuir conhecimento e habilidade de quem passou muito tempo treinando em simuladores de voo. Eles, inclusive, mantiveram desligados os transponders, equipamentos que emitem sinais eletrônicos sobre a localização das aeronaves. Como queriam publicidade máxima, eles ordenaram que passageiros ligassem para parentes e avisassem dos sequestros.

Muita gente não acredita que as Torres Gêmeas vieram abaixo em decorrência do choque dos aviões. Já ouvi até ensinadores cristãos dizendo que tudo foi orquestrado pelo governo norte-americano. Inclusive, segundo eles, já havia explosivos dentro dos prédios! Os aviões, nesse caso, cheios de passageiros, teriam sido usados apenas para dar aos Estados Unidos um álibi.

A ideia de que o próprio governo estadunidense atacaria o seu povo, em si, já é contraditória. Quem a defende, porém, apresenta argumentações aparentemente plausíveis. Afinal, como o país mais poderoso do mundo permitiria que ícones de sua identidade nacional fossem alvejados com desconcertante facilidade?

Como o governo estadunidense, que gasta bilhões de dólares por ano em inteligência — só a CIA tem dois mil agentes no exterior —, não conseguiu prever os atentados de 11 de setembro de 2001? Como um sistema caríssimo de vigilância eletrônica por satélites, capaz de identificar até pontas de cigarros jogadas fora por guerrilheiros no Afeganistão, não descobriu o plano dos terroristas de Osama bin Laden?

Os Estados Unidos possuem um sistema de vigilância por meio de aviões, navios e cinco mil pontos de captação de informações no mundo inteiro. Como toda essa tecnologia, que permite rastrear uma ligação de celular em qualquer lugar do planeta, não impediu que quatro terroristas sequestrassem aviões, em aeroportos diferentes, e os arremessassem contra símbolos do poder norte-americano?

Causa estranheza o fato de os Estados Unidos não terem conseguido evitar a ação dos terroristas islâmicos. Mas quem já esteve em alguns aeroportos norte-americanos sabe que o seu sistema de segurança não é tão eficaz como parece, sobretudo por causa do grande fluxo de passageiros. Ademais, a maior potência do mundo não esperava um ataque aparentemente simples. Ela se preparou para se defender de mísseis, bombas, armas biológicas ou químicas, etc. Nunca imaginou que seria atacada por aviões comerciais. Isso mostra o quanto os terroristas foram sagazes.

Por outro lado, mesmo com toda a sua tecnologia de ponta, os Estados Unidos ainda têm muita dificuldade para descobrir os planos secretos dos grupos terroristas, que, com o passar dos anos, aprenderam a se comunicar sem interceptações. Veja quanto tempo se levou para executar Osama bin Laden! Ele conseguiu ficar escondido por quase dez anos, após os ataques de 2001. Como o homem mais procurado do mundo se instalou no Paquistão e viveu relativamente tranquilo?

Os terroristas contam com a simpatia de líderes e instituições religiosas de dezenas de nações de população muçulmana, como Egito e Sudão, que, inclusive, colaboram com ajuda financeira. Agentes do FBI que investigaram os atentados de 11 de setembro descobriram que Bin Laden e seus homens receberam apoio logístico direto dos países dominados pelo islamismo, como Iraque, Iêmen e Argélia.

Houve também um certo descuido do governo estadunidense. O último ataque terrorista de grande porte havia ocorrido em 1995, em Oklahoma — perpetrado por um fanático doméstico, Timothy McVeigh —, deixando 168 mortos. Enquanto a Europa e o Oriente Médio sofreram com bombas e tiroteios, os Estados Unidos estavam, aparentemente, controlando toda e qualquer ação terrorista. Pelo fato de eles terem passado mais de quinze anos sem nenhum ataque de grandes proporções, acabaram afrouxando o sistema de segurança e foram surpreendidos.

Recentemente, como disse acima, visitei Nova York e realizei pesquisas a respeito dos atentados de 11 de setembro de 2001. Por incrível que pareça, há nos Estados Unidos adeptos da escatologia do terror — discípulos de Alex Jones, Peter Joseph e David Icke —, que insistem em afirmar que o próprio governo norte-americano implodiu as Torres Gêmeas, simplesmente para dizimar a população e satisfazer os bilderbergs.

São risíveis as argumentações que tenho ouvido a respeito da tal tragédia e fico espantado quando vejo pessoas esclarecidas acreditando nelas. Segundo uma matéria sensacionalista contida em um DVD e em canais do YouTube, a prova de que o governo norte-americano teria derrubado as Torres Gêmeas, promovendo um mega-sacrifício, baseia-se no fato de que vários edifícios altos já haviam pegado fogo antes e não caíram. Por que as maciças estruturas do World Trade Center desabaram tão facilmente, com o “simples” impacto de aviões cheios de combustível?

Cada aeronave colidiu contra as armações de aço e vidro dos prédios com uma força de impacto equivalente a mais de mil vezes o próprio peso. Considerando que a estrutura dos aviões é de alumínio, no momento do choque, a parte da frente de sua fuselagem foi amassada como se fosse um pedaço de papel. Os seus ocupantes e tudo o que estava no interior das aeronaves foram arremessados à frente, com a frenagem brusca, e esmagados, pulverizados, desintegrados, carbonizados, no momento da explosão.

Havia aço suficiente nas torres para a construção de inúmeros monumentos idênticos à Torre Eiffel, de Paris, França. A mistura de aço incandescente com areia, móveis, papéis, equipamentos, vidro, ferro, tecidos e plásticos fez com que boa parte das vítimas literalmente desaparecesse em meio aos escombros.

Os aviões estavam com os tanques cheios — tinham combustível para mais quatro mil quilômetros de voo —, o que ocasionou grandes explosões, capazes de impedir que as pessoas dos andares superiores descessem. Quem trabalhava nos andares das explosões sofreu morte imediata. As pessoas que estavam acima do 103º. andar da Torre Norte ou acima do 93º. da Torre Sul não tiveram a mínima chance de escapar. As que estavam nos andares inferiores, mesmo feridas ou assustadas com a oscilação das torres, conseguiram descer a tempo.

Estima-se que a temperatura nos locais de impacto chegou mil graus Celsius. O aço se funde a 1.300 graus. Mas o calor foi suficiente para diminuir a rigidez desse metal. Além disso, com o choque, várias colunas que formavam a armação exterior das torres foram deslocadas. Começava aí um rápido processo de enfraquecimento das suas estruturas, que culminaria em uma surpreendente implosão.

Em minha visita às obras do World Trade Center, em Nova York, estava acompanhado do meu amigo Nilton Didini Coelho, que é engenheiro civil. Devidamente informado sobre as Torres Gêmeas, ele afirmou que aqueles edifícios haviam sido projetados para suportar a força do vento, as chuvas, pequenos sismos e até choque de aviões. Mas não estavam preparados para resistir a abalos mecânicos imprevisíveis, decorrentes de ataques minuciosamente planejados. Os engenheiros do World Trade Center não tinham como prever que grandes aviões, cheios de combustível, poderiam se chocar com os edifícios exatamente naqueles andares.

Perguntei ao engenheiro Didini: “O ‘simples’ impacto de uma aeronave seria suficiente para derrubar toda aquela estrutura de aço?” E ele me respondeu que as colunas estavam “empilhadas” de acordo como uma “excentricidade” que lhes dava estabilidade em conjunto com os ligamentos de cada pavimento. Ao serem atingidos, os pilares que se deslocaram do seu eixo fizeram com que os de cima viessem abaixo em pouco tempo. Isso mostra que os terroristas previram esse efeito cascata de destruição ao planejar os atentados.

Os pregadores das teorias da conspiração não levam em conta que os mentores do atentado conheciam minuciosamente a estrutura daqueles edifícios, e que os dezenove terroristas sabiam exatamente como derrubá-los. Por isso, os aviões atingiram pontos específicos, fazendo com que a parte superior deles descesse sobre a inferior, como uma britadeira. Que estrutura suportaria o peso de mais de cem mil toneladas caindo sobre ela?

Se os aviões tivessem sido lançados a esmo contra os prédios, estes provavelmente não teriam caído. Mas nada aconteceu por acaso. As colunas externas começam grossas embaixo e se afinam na medida em que precisam suportar menos peso. Os terroristas sabiam exatamente onde era o lugar mais vulnerável e que produziria o efeito desejado. Quando o aço começou a se deformar, pelo calor, tudo o que estava em cima veio abaixo e funcionou como um martelo — que ganhava mais peso a cada andar que descia.

Leia mais sobre isso em meu novo livro
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Ciro Sanches Zibordi