quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Porque pela graça sois salvos..." (Efésios 2. 8)

A graça é a realidade mais fascinante de Deus. Ao longo dos tempos várias tentativas de definir a graça foram feitas, entretanto, a melhor definição que já li é: “graça não se explica; graça se transmite” (Philip Yancey). Nossa sociedade tem a mania de querer explicar tudo porque explicar já é um passo para controlar, contudo, não há como colocar rédeas na fabulosa graça de Deus.

Infelizmente, vivemos numa atmosfera de crise com a maravilha da graça. Num tempo onde imperam legalismos e promoção da culpa, fica cada vez mais difícil a assimilação da verdadeira graça de Deus. Philip Yancey, em seu fantástico “Maravilhosa graça”, afirmou: “Como habitantes das grandes cidades que nem percebem mais o ar poluído, respiramos, inconscientes, a atmosfera letal da não-graça”.

O teólogo G K Chesterton, disse: “A graça é o amor selvagem de Deus”. Brennan Manning, no belíssimo “O evangelho maltrapilho”, escreveu: “Um dos mistérios da tradição do evangelho é essa estranha atração que Jesus tinha pelos que não tinham nada de atraente; esse estranho desejo pelos que não eram em nada desejáveis; esse estranho amor pelos que não tinham nada de amável”.
Verdades libertadoras da graça (Mq. 7. 18)

O simples fato de que Deus derrama sua graça sobre nós já é uma verdade libertadora, tranqüilizadora, transformadora, abençoadora e digna de confiança. Mas, há mais algumas dessas verdades esplêndidas que nos revelam ângulos magníficos do amor e do caráter de Deus:

1. A graça não excepcionaliza ninguém:
A graça não procura os excepcionais, procura os honestos. Seja qual for o seu pecado, a sua crise, seu cárcere, a graça o alcança – é para você! Mas lembre-se: a graça ama a autenticidade. Frente à ela somos confrontados para sermos libertos. É quando assumimos quem somos – pecadores – que a graça dá seu espetáculo. Um pregador puritano costumava dizer: “Se não estás perdido, de que te serve um salvador?”. A graça é para todos porque ela não depende do que nós fizemos para Deus, mas sim, do que Ele já fez por nós. O mérito da graça é o mérito que não temos. A igreja, como casa da graça, não pode ter privilegiados, prediletos ou caciques e suas excentricidades – ela deve ser de todos.

2. A graça é a resposta para o dilema de Deus: Um Deus santo amando pecadores:
Deus nos ama, mas nosso comportamento o enoja. Ele é santo, nós pecadores. Deus é justo e nós somos absurdamente injustos. Como é para Deus lidar com isso? Como se aproximar ao máximo de nós se o pecado e sua podridão nos afasta dele? Aqui é que entra a graça! A grande graça está no fato marcante e decisivo de que Deus não desistiu e não desiste de nós. Na cruz, ele resolve o dilema. Absorve o pecado em Cristo e nos liberta para a plenitude da vida.

3 . A graça nos liberta dos cárceres da alma:

Não há carrasco pior do que o nosso coração. A graça é capaz de eliminar as toxinas da culpa porque nos garante a assombrosa verdade de que Deus nos ama como somos, sem disfarces ou máscaras, sem as tatuagens da religião, sem as sombras do passado. A graça nos liberta para sermos nós mesmos, mas agora transformados por Deus, através do encontro com Cristo. Quando Deus nos transforma, não nos faz sermos aquilo que nunca fomos, pois isso seria admitir uma falha no processo primário da nossa criação. Quando Deus nos transforma, Ele nos devolve à forma original, a que ele pensou com amor ao nos criar.
Como escreveu Brennan Manning: “No homem Jesus, vemos a face humana de Deus”. Jesus é a graça encarnada no chão da história.


Até mais...


Alan Brizotti
 
Prs Darci e Miriam Francisco

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Seja um idiota (por Arnaldo Jabor)


A idiotice é vital para a felicidade. Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre. Putz! Avida já é um caos, por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins. No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota! Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.

Ignore o que o boçal do seu chefe disse. Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele. Milhares de casamentos acabaram-se não pela falta de amor, dinheiro,sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice. Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto. Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça? Hahahahahahahahaha!...

Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor ideia de como preencher as horas livres de um fim de semana? Quanto tempo faz que você não vai ao cinema? É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar? Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo. Você quer? Espero que não.Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa. Dura, densa, e bem ruim.

Brincar é legal. Entendeu? Esqueça o que te falaram sobre ser adulto, tudo aquilo de não brincar com comida, não falar besteira, não ser imaturo, não chorar, não andar descalço, não tomar chuva. Pule corda!Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte. Ser adulto não é perder os prazeres da vida - e esse é o único "não" realmente aceitável.

Teste a teoria. Uma semaninha, para começar. Veja e sinta as coisas como se elas fossem o que realmente são: passageiras. Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir... Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração! Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora? "A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios". “Por isso cante, chore, dance e viva intensamente antes que a cortina se feche"


Até mais....
 
Prs Darci e Miriam Francisco

BEM VINDO!

OLA! ACORDA IGREJA! OBRIGADO POR NOS ESCOLHER COMO SEGUIDOR, ESTAMOS MUITO FELIZES E TE AGRADECEMOS DE CORAÇÃO!

Prs Darci e Miriam Francisco

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Ronaldo e o Eclesiastes


"Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade" (Eclesiastes 1. 2)

A melhor tradução para esse desabafo do Pregador seria: "tudo é ilusão; névoa de nada". Eclesiastes é a expressão clássica do tédio profundo, a anatomia do absurdo, a fotografia do vazio. É o olhar que enxerga na vida o que fica oculto sob pesada maquiagem. É o gosto amargo que se disfarça no açúcar desvairado da poesia.

Jean-Paul Sartre, em seu livro "A Náusea" define bem esse sentimento na fala de um personagem: "O domingo que passou deixou um gosto de cinzas. (...) O vento traz de longe o barulho de uma sirene. (...) Eu, vago sozinho pela cidade vazia, como uma tropa de um homem só". Névoa, nada, ilusório, transitório, inútil... Isso é a vida sem disfarces.

"Perdi para o meu corpo". Essa foi a frase de Ronaldo. Gênio da bola que aposentou-se em meio a um turbilhão de sensações. Fotógrafos, jornalistas, emissoras de tv do mundo inteiro acotovelando-se em busca de registrar o inevitável: a gente perde para o corpo! O nome disso é: tempo! Eclesiastes capítulo três disseca bem essa quimera. O tempo é implacável. Ele joga mais do que qualquer Ronaldo...

Quando assisti a entrevista do "Fenômeno", observei cuidadosamente a mistura de sensações: lágrimas, sorrisos, flashes, silêncio, explicações... Tentativas pífias de driblar o óbvio: perdemos para o tempo. Apelidamos essa batalha perdida com vários eufemismos: aposentadoria, tempo para refletir, descanço merecido, férias... Dói saber que o tempo rasga a página da história em que nossos nomes envelhecem. Pálidos, tomamos a frente em arrogância infantil: "resolvi parar". Será?

Uma certeza tenho: o Eclesiastes é meu. Fala pra mim. Abala minhas bases. Perco para o meu corpo. Perco para o Tempo. Perco porque perdas fazem parte essencial da pedagogia da vida. O fim de uns é o começo de outros. O ciclo da existência passa pela estação do renascimento. Não tenho a ilusão de durar para sempre. As cortinas que se abrem, também se fecham.

Uma chave é virada na fechadura da história: durmo "fenômeno" num dia, acordo "ex" no outro. Às vezes, domingos ganham o sabor nervoso da segunda-feira.

"Vaidade de vaidades, tudo é vã-idade".


Até mais...


Alan Brizotti
 
 
Pr Darci e Miriam Francisco
Santa ceia
Leitura: 1 Co 11.23-32

A Ceia foi instituída pelo Senhor (1 Co 11.23) na sua última refeição da Páscoa (Mt 26.26-29; Mc 14.22-­25; Lc 22.15-20). Para a igreja, toma o lugar da Páscoa (1 Co 5.7). Jesus não determinou o intervalo de realização (semanal, mensal, etc), mas que a realizássemos até que voltasse (1 Co 11.26). No AT, antes da páscoa, Deus chamara seu povo para comer e beber em Sua presença (Ex 24.9,11).

1. A Ceia aponta para o passado.
(a) É um memorial (gr. anamnesis; vv. 24-26; Lc 22.19) da morte de Cris­to no Calvário, para redimir os crentes do Pecado e da condenação. Através da Ceia do Senhor, nos lembramos do que Cristo fez por nós e nos motivamos a viver longe do pecado (1 Ts 5.22). Cristo, por nós: humilhou-se (Fp 2.5-8), entregou-se (Jo 10.17,18) e santificou-se (Jo 17.19).More…
(b) É um ato de ação de graças (gf. eucharistia) pelas bênçãos e salvação da parte de Deus, provenientes do sacrifício de Jesus Cristo na cruz por nós (v. 24; Mt 26.27.28; Mc. 14.23; Lc 22.19).
2. É fundamental no presente.
(a) A Ceia do Senhor é um ato de comunhão (gr. koinonia) com Cristo e com o Pai (1 Jo 1.3) e com os demais membros do corpo de Cristo (1 Co 11.16,17; Tg 1.4; Jd 3). Ceia sem comunhão não é do Senhor, apenas uma cerimônia (1 Co 11.20,21). Temos que reconhecer (discernir) o corpo espiritual de Cristo, a igreja (1 Co 10.16,17) e ceiarmos sem contendas e divisões (1 Co 1.12). Assim, cumprimos o mandamento do Mestre: amai-vos (Jo 13.34,35; Rm 12.10).
(b) É o reconhecimento e a proclamação da Nova Aliança, mediante a qual os crentes reafirmam o senhorio de Cristo e nosso compromisso de fazer a sua vontade, de permanecer leais, de resistir o pecado e de identificar-nos com a missão de Cristo (v. 25; Mt 26.28; Mc 14.24; Lc 22.20).
(c) Requer um auto-exame. Devemos participar da Ceia do Senhor em uma atitude e conduta dignas. Somos pecadores, porém nascidos de novo (Ef 4.23-25) e não podemos participar desta comunhão sem purificar-nos (1 Jo 1.7,9). Paulo nos adverte a nos auto-examinarmos antes de ceiar. O crente não deve recusar-se a tomar a Ceia, mas esforçar-se por tomá-la em comunhão com Deus e com a igreja. Confessar e pedir perdão são o caminho para a restauração deste direito de cada crente. São bem-aventurados aqueles participam (Ap 19.9).
3. Relaciona-se com o futuro.
(a) A Ceia do Senhor é um antegozo do reino futuro de Deus e do banquete messiânico futuro, quando então, todos os crentes esta­rão presentes com o Senhor (Mt 8.11; 22.1-14; 26.29; Mc 14.25; Lc 13.29; 22.17,18,30).
(b) Antevê a volta imi­nente de Cristo para buscar o seu povo (v. 26) e encena a oração: “Venha o teu Reino” (Mt 6.10; cf. Ap 22.20).
Os elementos: o Pão e o Vinho. Representam seu corpo e Seu sangue, oferecidos para remissão dos nossos pecados.
Doutrinas sobre a Ceia:
Transubstanciação (católicos) – pão e vinho tornam-se literalmente e milagrosamente no corpo e sangue de Cristo.
Consubstanciação (luteranos e episcopais) – Jesus se faz presente, de maneira substancial, no pão e vinho.
Memorial – Cremos que o pão e o vinho são representações do corpo e do sangue de Cristo. O Senhor se faz presente em todo momento que nos reunimos em Seu nome (Mt 18.20).
Quem deve participar
Aqueles que creram em Cristo como seu Salvador e, portanto, fazem parte de Seu corpo. Entende-se que somente os batizados em águas podem ceiar, pois o batismo é visto como um símbolo do início da vida cristã, enquanto a Ceia é um símbolo da permanência do crente, mas, de fato, ao aceitar a Jesus o novo-convertido já faz parte do corpo, a igreja.


Pr Darci e Miriam Francisco

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Caminhando para o Céu ou fugindo do Inferno?


"Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças" - Mc. 12.30
Enxergar o copo meio cheio ou meio vazio pode ser apenas uma questão de otimismo. Já as motivações para a fé cristã não podem se dar ao luxo de serem validadas pela opinião popular, pois foram elucidadas pela Palavra de Deus - nossa regra de fé e prática.

As superstições e o sentimento de vingança, típicos de uma ala do cristianismo contemporâneo, valem-se das histórias do Antigo Testamento, onde Deus punia severamente aqueles que se opunham às Suas leis. Não tenho a menor competência para explicar o porquê dessas chacinas e condenações de Jeová, apenas imagino que essa era a linguagem entendida pelos povos bárbaros dos tempos bíblicos. No entanto, como nasci da Nova Aliança, me firmo nas palavras de Jesus: "Ouviste o que foi dito... Eu porém vos digo...".

Não foram poucas as histórias que ouvi de gente que "mexeu" com Deus e foi punida de forma severa. Gente que abandonou a igreja e se viu em maus lençóis. Pessoas que não deram o dízimo e, naquele mês, bateram o carro. Mulheres que cortaram o cabelo e adoeceram. Certa vez fiquei sabendo de uma irmã que tomou a Ceia em pecado e caiu mortinha no culto. Recentemente fiz um comentário em um blog e recebi uma maldição virtual: a irmã profetizou que meus dedos cairiam.

Fato é que essas superstições geralmente vêm acompanhadas de versículos estratégicos como o "Terrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo" (Hb. 10.31) ou do famoso "Não toqueis os meus ungidos, e aos meus profetas não façais mal." (I Cr. 16.22), pretextos claros para a vingança de alguns ou de escudos eclesiásticos para todo o tipo de despotismo dos falsos ministros.
Diferente de toda essa religiosidade que amedronta e afugenta, Jesus nos propõe outra via quando convida: "Segue-me!". Como sempre diz meu amigo Alan: "Isto é proposto, não imposto".
Aqueles que ouviram e responderam "sim" ao chamado do Mestre seguem caminhando para o Céu, não se importando com as mandingas evangélicas. Seu dízimo é oferta de um coração agradecido, consciente da necessidade de expansão do Reino, afinal, a luz do templo ainda não acende com oração. Os que foram agraciados pelo amor de Jesus também não vão à igreja por medo do "fogo consumidor", mas pela incontrolável necessidade de abraçar o outro, de celebrar a comunhão, de adorar Àquele que nos amou primeiro.

Que essa visão de um Deus sádico, ansioso pelo primeiro deslize de Seus filhos, seja desfeita na pessoa bendita de Jesus. Que o amor e a amizade com Deus e com o próximo sejam nossas motivações diárias para o exercício da fé cristã. E que o Espírito de Deus seja sempre Aquele que nos faz andar na verdade.

A caminho do Céu,

L. Rogério

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

As sete maiores mentiras do nosso tempo

1. Casamento não presta. Casamento não presta para quem não sabe o que é casamento.
2. Deus não te ama. Deus é amor. Ele te ama com amor eterno.
3. Ser crente é ruim demais. Não ser filho de Deus é que é ruim demais.
4. Antigamente era melhor. Antigamente existiam os mesmos pecados de hoje, só que escondido, debaixo dos panos. Havia poucas leis que puniam a crueldade.
5. Os evangélicos não são idólatras. A verdade? Tem evangélico que adora a denominação a que pertence, adora o suor do apóstolo, adora dinheiro, adora namorada, adora a si mesmos... Só quebramos as imagens de escultura, mas ainda somos fã de Cassiane!
6. Toda religião é boa. Mentira. A religião ainda hoje apedreja até a morte as mulheres. As pessoas que mais me invejam - e invejaram Jesus Cristo - foram os... religiosos!
7. Deus não existe. Se Deus não existe, quem faz tantos milagres? É preciso mais fé para acreditar na Evolução que para acreditar na Criação. Se Deus não existe, alguém precisaria tê-Lo inventado!
 
Deus abençoe a todos nesta terça feira!
 
 
Prs Darci e Miriam Francisco

Seguindo em frente

Uma das coisas mais importantes da vida é aprender a seguir em frente. Aconteça o que acontecer, precisamos aprender a "seguir em frente". Tive que seguir em frente muitas vezes, mesmo quando sentia grande vontade de parar e ficar. Lembra-se do sucesso de Erasmo Carlos? "Sentado à beira do caminho". Era assim que me sentia quando grande adversidade me paralisava. Mas, em algum momento, sabia que tinha que continuar, seguir em frente com minha vida. Davi pecou gravemente com Bateseba. Mas, a despeito de tudo, seguiu em frente. Noé tomou um porre homérico quando desceu da Arca, mas teve de seguir em frente. Adão e Eva desgraçaram suas vidas ao dar ouvido a Satanás. Mas, surpresa!, seguiram em frente, mesmo fora dos portões do Éden. Paulo e Silas seguiram em frente.  Jesus foi traído por Judas, a quem cuidou durante mais de três anos, mas seguiu em frente. A gente não vê os homens e as mulheres de Deus parando, desanimados, ou retrocedendo, confusos. É pra frente que se anda, meu irmão, minha irmã. É pra frente que se anda. "Olhando para Jesus, o Autor e Consumador da nossa fé.  

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

SENHOR, LIVRA-NOS DO ORGULHO RELIGIOSO!

 

Senhor livrai nos do orgulho religioso 246x250 Senhor, livrai nos do orgulho religioso!Religiosidade vazia e pomposa é algo que  Deus dispensa. E o orgulho, ele rejeita.

Mas, como podem existir pessoas evidentemente cheias de orgulho que declaram acreditar em Deus e se consideram muitíssimo religiosas, principalmente entre aqueles que participam da liderança?
Essa indagação é feita por C. S. Lewis [Cristianismo puro e simples] e corroborada com a denúncia de A. W. Tozer [O melhor]: Quanto trabalho religioso feito com o ativismo do pastor tem por motivação o desejo carnal de fazer o bem! Quantas horas de oração são gastas pedindo-se a Deus que abençoe projetos arquitetados para a glorificação de pequeninos homens! Quanto dinheiro sagrado gasto é despejado sobre os homens que, a despeito dos seus lacrimosos apelos, só procuram realizar uma bela exibição.
Ele diz mais: “Essa mania pelo sucesso é a preservação de uma coisa boa. O desejo de cumprir o propósito para o qual fomos criados é, por certo, dom de Deus, mas o pecado retorceu este impulso e fez dele uma cobiça egoísta pelo primeiro lugar e pelas honras das altas posições. O mundo inteiro do homens é arrastado por esta cobiça como por um demônio, e não há escape“.
Em resposta, C. S. Lewis anota que essas pessoas adoram um Deus imaginário: Na teoria, admitem que não são nada comparadas a esse Deus fantasma, mas na prática passam o tempo todo a imaginar o quanto ele as aprova e as tem em melhor conta que ao resto dos comuns mortais. Ou seja, pagam alguns tostões de humildade imaginária para receber uma fortuna de orgulho em relação a seus semelhantes.
Acrescenta, ainda: Suponho que é a esse tipo de gente que Cristo se referia quando dizia que pregariam e expulsariam os demônios em seu nome, mas no final ouviriam dele que jamais os conhecera. Cada um de nós, a todo momento, vê-se diante dessa armadilha mortal. Felizmente, temos como saber se caímos nela ou não. Sempre que constatamos que nossa vida religiosa nos faz pensar que somos bons — sobretudo, que somos melhores que os outros —, podemos ter certeza de que estamos agindo como marionetes, não de Deus, mas do diabo. A verdadeira prova de que estamos na presença de Deus é que nos esquecemos completamente de nós mesmos ou então nos vemos como objetos pequenos e sujos. O melhor é esquecer-nos de nós mesmos.
Portanto, como cristãos não estamos imunes ao orgulho. Muito pelo contrário, quando massageado, nosso ego é capaz de enganar a nós mesmos, fazendo-nos acreditar em uma suposta humildade, mas que no fundo, cravado em nossos corações, esconde o poder destrutivo da altivez religiosa. Aquela que nos faz agir como o fariseu [Lc. 18.9] que pensava ser melhor que o publicano pecador.
Nesse sentido, somos convidados a nos entregar completamente ao Senhor e pedir a ele que nos livre de todo e qualquer orgulho, e que o Espírito Santo governe nosso ser.

BEM VINDA!!!

Cara amiga PEPITA RODRIGUES, obrigado por ter decidido ser seguidora deste modesto BLOG, Deus te abençoe muitíssimo! Essas rosas são para você!

Prs Darci & Miriam Francisaco

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

CENTENÁRIO DA ASSEMBLÉIA DE DEUS NO BRASIL!


ESTAMOS ORANDO, E VOCÊ?

REFLEXÕES... SALMO 5


"Pela manhã, ouvirás a minha voz, ó SENHOR; pela manhã, me apresentarei a ti, e vigiarei..."
Mais um salmo para as manhãs. Davi nos apresenta a importância de começarmos bem o dia nos apresentando diante de Deus e com a disposição de vigiar...
Podemos dividir o Salmo em quatro partes:

1. Clamor a Deus pela manhã (v.1 a 3)
É interessante ver que o salmista inicia com uma meditação no versículo 1 que se amplia para um clamor no versículo 2. Às vezes nos sentimos como o salmista... iniciamos com um sussurro, mas o desespero e a ansiedade nos levam a um clamor. Que é clamor? Um brado... um grito de súplica, um rogo desesperado... a quem o rei Davi poderia clamar? Ao Rei dos reis: "...atende a voz do meu clamor, Rei meu e Deus meu..." (v.2)

2. A Santidade de Deus (v.4 a 6)
Na segunda parte do Salmo, Davi reforça a Santidade de Deus e chama atenção para o fato de que Deus não tolera a iniquidade e a mentira. Isto deveria levar-nos a desejarmos ser verdadeiros ao aproximarmos Dele. Lembre-se que Davi termina o versículo 3 dizendo que se apresentaria a Deus pela manhã e vigiaria. Temos que ter a mesma disposição de vigiarmos para não cairmos diante da iniquidade, da maldade e da mentira.

3. Pedido de Orientação (v.7 a 9)
Davi sabe que por mais justo que procure ser, somente tem acesso a presença de Deus pela Benignidade Dele "...eu entrarei em Tua casa pela grandeza da Tua Benignidade..." (v.7) e implora que Deus o oriente a uma vida de justiça e retidão. Precisamos clamar a Deus diariamente para não cairmos diante dos lábios enganosos que "lisonjeiam" e procuram nos desviar da verdade.

4. Confiança da Resposta de Deus (v.10 a 12)
Davi reconhece que aqueles  que confiam Nele podem se alegrar porque Deus mesmo é quem os defende "...porque Tu os defendes..." (v.11) e abençoa o justo "...Tu, Senhor, abençoaras ao justo; circundá-lo-ás da tua benevolência..."
Que estejamos incluídos nesta redoma de bondade...

sábado, 22 de janeiro de 2011

PRAGA



Linda!

RECADO AOS MEMBROS DA CONGREGAÇÃO DO BHSUL

DIAS E HORÁRIOS:


Terça Feira 19:30 hs - Culto de Ensino
Quarta Feira 20:00 hs - Culto das Senhoras nos Lares
Quinta Feira 20:00 hs - Culto da Vitória
Sexta Feira 20:00 hs - Culto de Oração
Sábado 19:30 hs = Culto com os Jovens
Domingo 09:00 hs - Escola Dominical
       "       18:55 hs - Culto de Celebração


Quarta Feira 20:00 hs - Ensaio da Equipe de Louvor


Qualquer alteração mudaremos nessa programação.








Prs Darci e Miriam Francisco

AGRADECIMENTO

Damos BEM-VINDO ao Daniel Cesario, nosso novo SEGUIDOR! Deus te abençoe e obrigado por ter nos encontrado.

Prs Darci e Miriam Francisco

Adoração Profética

Entre o desespero e o 'mantra espiritual', tem sempre alguém metido a Habacuque"

A cena é sempre a mesma: o povo com as mãos no "coração" fazendo um leve movimento de dança (alguém se imagina bailando com os anjos). Um músico faz uma caretinha "santa" aqui, outro expulsa uma lágrima ali. De repente, vem a frase: "Irmãos, vamos fazer uma adoração profética!" A reação em cadeia acontece: gritos de guerra (a veia bélica da igreja), clichês evangelísticos ("O Brasil é de Jesus"), utopia ("Somos corpo!"). Tem sempre um mais carnavalesco que cai, rola e levanta com um ar de extraordinário. Tem sempre uma meia dúzia que "pega no tranco" lá pelas tantas, quando a tal "adoração profética" nem sabe mais qual era o teor da "profecia".
Essa coisa toda me cansa. Sabe aquela sensação de que tá na hora de trocar o CD? É assim que me sinto. Desculpe se você acha que eu tô muito crítico, é que minha veia desconfiada e vacinada fica à mil quando esses "profetismos melodramáticos" tentam fazer no teatro, o que o Espírito Santo faz na alma honesta. Um poeta afirmou que hoje "nem tudo está perdido, mas tudo está ameaçado". Dói, mas tenho que fazer côro com ele. Faço eco dolorido dessa nitroglicerina verbal.

A verdade é que a auto-espiritualidade chegou pra ficar. É gente tentando controlar, manipular e vender um certo senso de divino (e aí, "profético" é o ápice sagrado). São espiritualidades drogadas. Gente que experimenta "momentos de louvor" como se fossem viagens da droga. E como disse Leonardo Boff: "O problema da droga não é a viagem, mas a volta da viagem, quando então, não se suporta mais a realidade".

Não sei qual foi a "mente apostólica super mega hiper santa" que criou essa "adoração profética", mas sei de quem é a culpa. Eles (os profetas da adoração) jogam a culpa em Davi (sempre ele!), em Habacuque (e o coitado estava no "olho do furacão", e não num camarim), em Asafe (e o rapaz tava reclamando!). Por que será que a gente detesta o fato de que adorar é expor a alma a Deus do jeito que ela quer e não na base da manipulação profética? A espiritualidade nostradâmica ainda vai frustrar muita gente (e isso sim, é profecia!).

Aliás, o profeta, do ponto de vista bíblico, é aquele que comunga os sentimentos de Deus (do grego, patós). É gente que sente o que Deus sente, e não aquilo que acham que Deus sente (esse "achismo" é milagroso. Faz cada uma...). As lágrimas de Jeremias são de Deus. O profeta se transforma numa metáfora viva. Ele empresta o rosto para Deus chorar e o povo enxerga esse choro. Profecia que não se encarna, não é real. O verbalismo profético é apenas uma forma de conferir um "status" espiritual canalha, que, em nome de uma divinização, força as pessoas a "abrirem o coração".

Na verdade, essa nossa "adoração profética" é sintomática - temos saudade da voz de Deus, e aí, vamos criando nossos próprios sons. Por isso é que lá na transfiguração (Lc. 9.35), a voz do céu diz: "Este é meu filho amado. A Ele ouvi". Deus sabia que nos acostumaríamos aos nossos próprios ruídos. Nessa busca pela voz de Deus, vamos abafando-a no murmúrio que produzimos. É estranho - esse profetismo tem um inimigo devastador: a segunda-feira! Poucos "profetas" conseguem levar toda aquela "santidade" pra dentro do tédio da segunda-feira.

Cansei! Os "profetas da adoração" que me perdoem, mas, prefiro Davi, Habacuque e Asafe. Prefiro os originais. Pelo menos eles tinham certeza do que estavam dizendo. Eles não faziam nenhuma "adoração profética". Deus é que transformava as palavras, às vezes furiosas, deles, em profecias de amor. Aliás, Deus é amor, e profecia sem amor é tragédia e caos. Como disse Caio Fábio: "Não tenho de ser para ninguém, nada além daquilo que Deus sabe que eu sou."
Até mais
Alan Brizotti
 
 
Prs. Darci e Miriam Francisco

Obras da carne: prostituição, a deturpação do respeito


Quando Paulo lista as "obras da carne", começa logo pelo vocábulo "prostituição", palavra hoje muito ouvida por todos. O apóstolo utiliza o vocábulo grego "porneia". Palavra bem geral para as relações e relacionamentos sexuais ilícitos e imorais. Porneia é a prostituição, e pornê, equivale a uma prostituta.

Há grande probabilidade de que estas palavras tenham ligação com o verbo pernumi, que significa “vender”. Portanto, essencialmente, Porneia é o sexo comprado e vendido – o que não pode ser chamado de amor, visto ser uma relação absolutamente monetária. Não pode ser amor porque a pessoa que se submete a esse tipo de relação não é realmente considerada pessoa, mas objeto. A palavra descreve o relacionamento em que uma das partes pode ser comprada e descartada como um verdadeiro objeto, e onde não há união de personalidade e afeto, muito menos respeito. É uma palavra extremamente furiosa com sentimentos e emoções.

É interessante o fato de que Paulo comece a lista das obras da carne com esse tipo de conduta pecaminosa. A vida sexual do mundo greco-romano nos tempos do Novo Testamento era absurdamente libertina. J. J. Chapman, descrevendo os tempos em que vivia Luciano, na primeira metade do século II, escreve: “Luciano vivia numa época em que a vergonha parecia ter sumido da terra”. Esse mundo greco-romano era regido por uma atmosfera de sexualidade deturpada.

Nos escritos de Demóstenes, por exemplo, há uma passagem que trata a conduta sexual leviana de forma assustadoramente normal: “Mantemos amantes para nosso prazer, concubinas para as necessidades diárias do corpo, mas temos esposas a fim de produzir filhos de modo legítimo e de ter uma guardiã fidedigna dos nossos lares”. Nesse contexto de libertinagem, essa palavra ganha imensa proporção.

Sólon foi o primeiro a legalizar a prostituição e a abrir prostíbulos do Estado, e os lucros destes eram usados para erigir templos aos deuses da Grécia libertina. Roma, que foi contaminada pelos pecados sexuais dos gregos, também não ficava atrás. Sêneca chegou a escrever: “A inocência não é rara; simplesmente não existe”. A classe alta da sociedade romana se tornou grandemente promíscua, Messalina, a imperatriz esposa de Cláudio, saía às escondidas do palácio real à noite a fim de servir num prostíbulo público. Juvenal conta que ela era a última a sair e, “voltava ao travesseiro imperial com todos os odores dos seus próprios pecados”. Uma sociedade contaminada por uma sexualidade desvairada em todos os seus níveis.

Talvez ninguém seja mais conhecido em questões de sexualidade deturpada do que Calígula, que vivia em incesto com sua irmã Drúsila, isso sem mencionar as diversas formas de perversão que ele praticava. Nero, outro imperador renomado e devasso, não poupou nem mesmo sua própria mãe, Agripina. Ele também era “casado” com um jovem castrado, com o nome de Esporo, e ainda passeou com ele por todas as ruas de Roma, em cortejo nupcial.

Paulo coloca-se absolutamente contra toda essa imoralidade sexual que apodrecia seu tempo. Para o apóstolo, o cristão autêntico não pode aceitar passivamente uma conduta sexual distorcida. Ele se espanta com a atitude dos Coríntios de não se sentirem horrorizados diante do caso do homem que estava coabitando com a esposa do próprio pai (I Co. 5. 1,2). Paulo expressa não somente uma teologia, mas um sentimento que ele mesmo estava vivenciando.

Paulo, mostra em suas cartas uma série de ordenanças aos cristãos autênticos sobre a maneira ideal de se comportar diante desse tipo de pecado. O cristão deve se arrepender (II Co. 12. 21); deve abster-se totalmente de tal coisa (I Ts. 4. 3); deve fugir dela (I Co. 6. 18), inclusive, esse foi o meio mais decisivo e determinante na vitória de José sobre sua tentação sexual pela esposa de Potifar (Gn. 39. 11,12); deve mortificar estas atividades (Cl. 3. 5). Esse pecado é onde o homem profana claramente seu próprio corpo, e isso fere o propósito de Deus para o corpo do homem (I Co. 6. 13).

Muitos estudiosos chegam a afirmar que a castidade foi a única virtude completamente nova que o cristianismo introduziu no mundo pagão. Isso não foi tarefa fácil, pois para a mentalidade pagã, a imoralidade era normal e o gnosticismo também influenciava, uma vez que, se o corpo é mau como pregava essa doutrina, não importa o que se faz com ele. Somente os gnósticos que seguiam um ascetismo rígido acreditavam que precisavam negar os desejos do corpo. Mas o que não compreendiam é que, quando se trata de uma obra da carne, somente pelo poder do Espírito é que estaremos aptos a batalhar e vencê-la.

Outro grave problema enfrentado pelo cristianismo foi o de que em muitos casos a prostituição era largamente associada à religião. Havia a chamada “prostituição sagrada” (hierodulismo, termo derivado de hiero, templo). Em Corinto, por exemplo, havia o Templo de Afrodite, onde havia milhares de prostitutas. Muitas delas, desciam para as ruas da cidade ao cair da tarde para exercerem sua “profissão”. Por incrível que pareça, religião e imoralidade andavam juntas. Sempre que a religião for somente um emaranhado de tradições e formulações humanas, estará sujeita a esses constantes pecados.

Por isso Paulo começa a lista com essa palavra, pois o que mais acontecia em seu mundo, em seu tempo histórico, era exatamente esse tipo de conduta. Assim, ser cristão era experimentar o milagre da pureza numa sociedade da podridão moral. A prostituição é a deturpação máxima do respeito, é a violência onde a honra e os sentimentos mais puros são corrompidos. Assim como Paulo somos chamados a bradar contra toda essa corrupção sexual que impera em nossos dias. Não podemos - e não devemos - ser cristãos anacrônicos, distantes de nosso tempo histórico, carecemos urgentemente de um retorno ao ministério profético da igreja, denunciando esses males, provendo um lugar de pureza moral e defendendo a genuína fé e vida cristã.

Até mais...


Alan Brizotti
Prs Darci e Miriam Francisco.

Súplicas de uma solteira




Pai nosso – Bem que podia ser só Pai meu, desculpa o egoísmo, mas com tantas filhas solteiras que o Senhor tem para casar, isso deve te dar um trabalhão e provocar alguns atrasos...mas tudo bem, eu continuarei a esperar, sem paciência mas no SENHOR!

Que estais no céu - Às vezes eu queria que o Senhor viesse dar umas voltas aqui pela terra, dar uma olhada “face to face” na realidade dura que enfrento, tantos caras confusos, covardes, carentes, chatos, galinhas, enfim...a lista é imensa e minha paciência, como o Senhor já percebeu, pequena.

Santificado seja o vosso nome – Sim, santificado seja o Teu nome e que o meu seja tirado da boca desses sapos nada encantados que andam pulando nos brejos por aí.

Venha a nós o Vosso Reino – Sim, Paizinho, que venha o Reino e que venha o namorado também, ok? Promete não esquecer?! Hein? Diz q sim!!

Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu – Pai, essa parte é importante – minha vontade é namorar, noivar e casar e a tua vontade eu espero que seja a mesma, vamos fazer um acordo de paz? Please...

O pão nosso de cada dia nos dá hoje – O pão, a manteiga, e não esquece: um namorado carinhoso, companheiro, gentil, de bom caráter e lindo, ok? Anotando aí, né?

Perdoai as nossas ofensas – Sim, Pai, perdoa-me se te chamei de distraído com tantas filhas, perdoa-me por insinuar que a logística celestial anda meio lenta ou o Senhor meio resistente à minha vida sentimental...perdoa aí Paizinho...era só para quebrar o gelo, entendeu?

Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido – Yes, Papi, eu perdoo aqueles que tem me chamado de encalhada, mal amada, exigente, recalcada, solteirona, tia velha, atrasada e adjetivos similares a estes – EU PERDOOOOOOO em Cristo, por mais que as vezes fique passada em Cristo também.

E não nos deixeis cair em tentação – Por favor Pai, agora eu estou falando seríssimo, ajuda-me a resistir aos vizinhos gatos, aos ex-namorados, aos sedutores de plantão, aos romances de 5ª, às ilusões amorosas e a todo trelelê não edificante e confiável...

Mas livrai-nos do mal – Com certeza Pai, livra mesmo...se tiver alguma blindagem celestial específica para assuntos do tipo, favor anotar isso também: quero uma, ou melhor, duas, por prevenção é bom ter uma de reserva.

Ufa, ops, Amém...

É isso aí Papis,

Big Kisses e espero ansiosamente

Uma solteira.

Blog Genizah

Pra Miriam Francisco

sábado, 15 de janeiro de 2011

Uma palavra para as mulheres vitoriosas
A mulher foi criada por Deus com o propósito que a fez ser feliz, honrada e vitoriosa. O princípio fundamental foi de que a mulher viesse a ser uma companheira idônea para o homem, satisfazendo-o em sua necessidade de ter alguém que fosse semelhante a ele e estivesse diante dele. Com seu jeito especial de ser, a mulher cooperária para que o homem não sentisse à dor da solidão.
É da vontade de Deus que cada mulher seja salva e vitoriosa e viva, em todo o tempo, em santificação e honra, nunca permitindo que as adversidades da vida a façam cair, a não ser de joelhos aos pés de Cristo, como fez Maria de Betânia.
Ser vitoriosa requer da mulher escolhas corretas, boa administração do seu tempo, submissão e sabedoria, para ela agir em conformidade à Palavra de Deus quanto aos seus direitos e deveres.
Uma mulher só será vitoriosa se colocar o Reino de Deus em primeiro lugar em sua vida. Ela deve:
Crescer na graça e no conhecimento de Deus e de Sua Palavra;
Crescer à sombra de três cajados: o de seu pai, o de seu marido e o de seu líder espiritual;
Submeter-se obedientemente aos mandamentos de Deus e, sem reservas, realizar a obra do seu Senhor e Mestre;
Entender que o id é para todos;
Entender e tomar posse pela fé das armas espirituais que a conduzirão à vitória: o jejum, à oração e o temor a Deus;
Buscar, sem reservas, os melhores dons e ser obediente à voz do Espírito Santo, demonstrando uma fé viva, agindo com amor, temor, discrição e sempre em acordo com a liderança da igreja e a voz de seu pastor.
A mulher vitoriosa não se envolve em contendas, fuxicos e “disse-me-disse”; antes, conserva-se como modelo das fiéis no trato, na palavra, na fé e no amor.
A mulher vitoriosa procura, em seu viver diário, amar Deus, seu marido, seus filhos e se próximo como a si mesma. Ela não deixa passar a oportunidade de fazer o bem e ser útil na igreja.

A mulher vitoriosa é aquela que chega à “janela da visão maior”, contempla a necessidade da humanidade, e não teme levar as boas-ovas de salvação aos perdidos e de libertação aos cativos, até que Cristo seja revelado a todos.

Vitoriosa é a mulher que emprega seu tempo na oração, na meditação da Palavra de Deus, obedece a Deus e chega à presença do Eterno dizendo: “Eis-me aqui, usa-me a mim! Faça de mim alguém como os fiéis de Israel, prudente e perseverante todos os dias do meu viver aqui na nesta terra, para eu herdar um lugar junto ao Pai, no céu. Amém.

Pra Miriam de O. Francisco

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

UMA POESIA PRA VOCÊ...

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados
Para chorar e fazer chorar
Para enterrar os nossos mortos —
Por isso temos braços longos para os adeuses
Mãos para colher o que foi dado
Dedos para cavar a terra.
Assim será nossa vida:
Uma tarde sempre a esquecer
Uma estrela a se apagar na treva
Um caminho entre dois túmulos —
Por isso precisamos velar
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito o que dizer:
Uma canção sobre um berço
Um verso, talvez de amor
Uma prece por quem se vai —
Mas que essa hora não esqueça
E por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre
Para a participação da poesia
Para ver a face da morte —
De repente nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte, apenas
Nascemos, imensamente.

Vinicius de Moraes